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Ao fim de um ano de internamento, Paulo Junior de Freitas pôde ir para casa, no dia 3 de fevereiro. O bebé, que estava internado no Hospital Pequeno Príncipe, na cidade brasileira de Curitiba, desde os dois dias de vida, tem um intestino delgado de apenas 35 centímetros, quando o esperado para a idade seriam cerca de 200 centímetros.
“Quem se lembra do Paulinho? Depois de 360 dias de internamento, hoje é dia de alta. Ele está a ir para casa pela primeira vez! Chegou ao Hospital Pequeno Príncipe com apenas dois dias de vida para tratar uma atresia intestinal e, desde então, enfrentou cirurgias, reabilitação e um longo caminho de cuidados intensivos. A jornada foi percorrida com coragem, amor e uma rede inteira de profissionais dedicados”, assinalou a unidade hospitalar, na rede social Instagram.
A instituição apontou que o bebé completaria “o seu primeiro aninho” a 8 de fevereiro, sendo que “o melhor presente já chegou: poder celebrar em casa, junto da família”.
“Tivemos o privilégio de acompanhar o crescimento do Paulinho. Hoje, ele sai pelas portas do Pequeno Príncipe levando consigo a força de quem venceu e deixa a certeza de que vale a pena lutar todos os dias. Desejamos um mundo inteiro de descobertas para o pequeno e sua família”, rematou.
Segundo explicou a gastropediatra e nutróloga Jocemara Gurmini ao g1, a criança está dependente de uma terapia especializada que fornece nutrientes pela veia, uma vez que o intestino não consegue absorver sozinho a quantidade necessária de água, eletrólitos e nutrientes para o crescimento do bebé.
“À medida que o tempo foi passando, fomos incentivando a via oral. Então ele recebeu o leitinho, a alimentação complementar, passando por todas as fases de desenvolvimento de uma criança da idade dele”, complementou.
O problema foi identificado ao quinto mês de gestação, de acordo com a mãe do menino, Luana Aparecida Ribeiro. Paulo nasceu no dia 8 de fevereiro de 2025 e, no dia seguinte, foi transferido para aquele hospital, onde foi alvo da primeira intervenção cirúrgica.
“Depois da cirurgia, não sabíamos que ele ia acabar por ficar tanto tempo. Ficou quatro meses e oito dias na Unidade de Cuidados Intensivos. Foi muito difícil”, confessou.
Após quatro meses, a criança passou para a enfermaria. Agora, em casa, a nutrição é feita durante a noite, por uma equipa de enfermagem, que também lhe faz os curativos e acompanha o uso do cateter venoso. Isto porque, de acordo com Jocemara Gurmini, “manter a criança em casa melhora o desenvolvimento neurológico, o convívio familiar e reduz riscos de infeção hospitalar”.
Aos poucos, Paulo poderá reduzir a dependência da chamada nutrição parenteral e levar uma vida cada vez mais próxima do normal.
IN:NM
“Quem se lembra do Paulinho? Depois de 360 dias de internamento, hoje é dia de alta. Ele está a ir para casa pela primeira vez! Chegou ao Hospital Pequeno Príncipe com apenas dois dias de vida para tratar uma atresia intestinal e, desde então, enfrentou cirurgias, reabilitação e um longo caminho de cuidados intensivos. A jornada foi percorrida com coragem, amor e uma rede inteira de profissionais dedicados”, assinalou a unidade hospitalar, na rede social Instagram.
A instituição apontou que o bebé completaria “o seu primeiro aninho” a 8 de fevereiro, sendo que “o melhor presente já chegou: poder celebrar em casa, junto da família”.
“Tivemos o privilégio de acompanhar o crescimento do Paulinho. Hoje, ele sai pelas portas do Pequeno Príncipe levando consigo a força de quem venceu e deixa a certeza de que vale a pena lutar todos os dias. Desejamos um mundo inteiro de descobertas para o pequeno e sua família”, rematou.
Segundo explicou a gastropediatra e nutróloga Jocemara Gurmini ao g1, a criança está dependente de uma terapia especializada que fornece nutrientes pela veia, uma vez que o intestino não consegue absorver sozinho a quantidade necessária de água, eletrólitos e nutrientes para o crescimento do bebé.
“À medida que o tempo foi passando, fomos incentivando a via oral. Então ele recebeu o leitinho, a alimentação complementar, passando por todas as fases de desenvolvimento de uma criança da idade dele”, complementou.
O problema foi identificado ao quinto mês de gestação, de acordo com a mãe do menino, Luana Aparecida Ribeiro. Paulo nasceu no dia 8 de fevereiro de 2025 e, no dia seguinte, foi transferido para aquele hospital, onde foi alvo da primeira intervenção cirúrgica.
“Depois da cirurgia, não sabíamos que ele ia acabar por ficar tanto tempo. Ficou quatro meses e oito dias na Unidade de Cuidados Intensivos. Foi muito difícil”, confessou.
Após quatro meses, a criança passou para a enfermaria. Agora, em casa, a nutrição é feita durante a noite, por uma equipa de enfermagem, que também lhe faz os curativos e acompanha o uso do cateter venoso. Isto porque, de acordo com Jocemara Gurmini, “manter a criança em casa melhora o desenvolvimento neurológico, o convívio familiar e reduz riscos de infeção hospitalar”.
Aos poucos, Paulo poderá reduzir a dependência da chamada nutrição parenteral e levar uma vida cada vez mais próxima do normal.
IN:NM
