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'Deixa um legado na educação', lamenta amiga de professora morta em confronto na Baixada
Despedida de Silvânia da Silva Guimarães, 50 anos, acontece no Cemitério Jardim de Mesquita nesta quinta (8)
Rio - O velório da professora da rede estadual Silvânia da Silva Guimarães, 50 anos, morta durante tiroteio entre agentes do Segurança Presente e criminosos em Duque de Caxias, na Baixada Fluminense, acontece na manhã desta quinta-feira (8) no Cemitério Jardim de Mesquita. Para amigos e familiares, a vítima deixa um legado na educação e muitas saudades.
Silvânia trabalhava no Ciep Nelson Ramos, em Mesquita, na Baixada Fluminense. Durante o velório, restrito apenas a pessoas próximas, ela recebeu uma coroa de flores da turma em que lecionava.
Para uma amiga, a também professora Elisabeth Silva, 59 anos, Silvânia era muito meiga, além de ótima profissional.
"A Silvânia era uma pessoa doce, meiga, profissional e muito carinhosa. Ela deixa um legado dentro da educação. E, nós que somos da educação, estamos tristes pelo acontecimento, em saber que no Rio de Janeiro a gente não tem paz pra conseguir ir e vir, a gente fica consternado com o que aconteceu. É difícil a gente aceitar esse tipo de coisa, muito difícil", disse.
De acordo com Elisabeth, a morte ocorreu de forma brutal. "Ela esteve com a gente em uma festividade no último dia 18, e saber que você está com a pessoa hoje e amanhã você não está mais, que essa pessoa já não está mais presente no nosso meio, nos deixa realmente arrasados. Eu conhecia ela há mais ou menos há uns 30 anos e é uma perda irreparável, que deixa um vácuo na educação e na família, que deixa a família entristecida e vazia, sem a presença dela. É mais um caso que entra para estatística e a gente não tem uma solução, é muito difícil", frisou
Ainda no velório, Eloisa Maria, uma amiga da família que viu a vítima nascer, descreveu Silvânia como um exemplo em tudo que fazia.
"Ela era uma pessoa maravilhosa, linda por dentro e por fora, uma filha, esposa e professora exemplar. Ela era uma pessoa em que faltam palavras pra descrever, que menina maravilhosa… Desde pequena, sempre ajudou os pais, sempre ajudou todo mundo. Só Jesus para nos dar o conforto, a mim, a família, marido, e o filhinho. Ela era uma pessoa tranquila, muito festeira, muito meiga, uma filha de ouro", afirmou.
Em nota publicada nas redes sociais, a escola onde ela trabalhava também prestou homenagem. "Silvânia era muito amável, justa, alegre e dedicada e o Ciep Nelson Ramos perde mais do que uma profissional. Aos familiares e amigos, manifestamos nossa solidariedade e desejamos força, consolo e serenidade neste momento", escreveu a direção da unidade.
A professora estava dentro do carro alvo dos bandidos quando foi atingida na última terça (6). Imagens que circulam nas redes sociais mostram os policiais atirando em direção ao automóvel, que ficou com diversas marcas de disparos.
Intenso tiroteio entre policiais e criminosos deixa suspeito e vítima feridos em Duque de Caxias
O caso está sendo investigado pela Delegacia de Homicídios da Baixada Fluminense (DHBF). A perícia foi realizada no local e os agentes envolvidos prestaram depoimento. Diligências estão em andamento para identificar o segundo bandido, que fugiu, e esclarecer todos os fatos.
O Dia
Despedida de Silvânia da Silva Guimarães, 50 anos, acontece no Cemitério Jardim de Mesquita nesta quinta (8)
Rio - O velório da professora da rede estadual Silvânia da Silva Guimarães, 50 anos, morta durante tiroteio entre agentes do Segurança Presente e criminosos em Duque de Caxias, na Baixada Fluminense, acontece na manhã desta quinta-feira (8) no Cemitério Jardim de Mesquita. Para amigos e familiares, a vítima deixa um legado na educação e muitas saudades.
Silvânia trabalhava no Ciep Nelson Ramos, em Mesquita, na Baixada Fluminense. Durante o velório, restrito apenas a pessoas próximas, ela recebeu uma coroa de flores da turma em que lecionava.
Para uma amiga, a também professora Elisabeth Silva, 59 anos, Silvânia era muito meiga, além de ótima profissional.
"A Silvânia era uma pessoa doce, meiga, profissional e muito carinhosa. Ela deixa um legado dentro da educação. E, nós que somos da educação, estamos tristes pelo acontecimento, em saber que no Rio de Janeiro a gente não tem paz pra conseguir ir e vir, a gente fica consternado com o que aconteceu. É difícil a gente aceitar esse tipo de coisa, muito difícil", disse.
De acordo com Elisabeth, a morte ocorreu de forma brutal. "Ela esteve com a gente em uma festividade no último dia 18, e saber que você está com a pessoa hoje e amanhã você não está mais, que essa pessoa já não está mais presente no nosso meio, nos deixa realmente arrasados. Eu conhecia ela há mais ou menos há uns 30 anos e é uma perda irreparável, que deixa um vácuo na educação e na família, que deixa a família entristecida e vazia, sem a presença dela. É mais um caso que entra para estatística e a gente não tem uma solução, é muito difícil", frisou
Ainda no velório, Eloisa Maria, uma amiga da família que viu a vítima nascer, descreveu Silvânia como um exemplo em tudo que fazia.
"Ela era uma pessoa maravilhosa, linda por dentro e por fora, uma filha, esposa e professora exemplar. Ela era uma pessoa em que faltam palavras pra descrever, que menina maravilhosa… Desde pequena, sempre ajudou os pais, sempre ajudou todo mundo. Só Jesus para nos dar o conforto, a mim, a família, marido, e o filhinho. Ela era uma pessoa tranquila, muito festeira, muito meiga, uma filha de ouro", afirmou.
Em nota publicada nas redes sociais, a escola onde ela trabalhava também prestou homenagem. "Silvânia era muito amável, justa, alegre e dedicada e o Ciep Nelson Ramos perde mais do que uma profissional. Aos familiares e amigos, manifestamos nossa solidariedade e desejamos força, consolo e serenidade neste momento", escreveu a direção da unidade.
A professora estava dentro do carro alvo dos bandidos quando foi atingida na última terça (6). Imagens que circulam nas redes sociais mostram os policiais atirando em direção ao automóvel, que ficou com diversas marcas de disparos.
Intenso tiroteio entre policiais e criminosos deixa suspeito e vítima feridos em Duque de Caxias
O caso está sendo investigado pela Delegacia de Homicídios da Baixada Fluminense (DHBF). A perícia foi realizada no local e os agentes envolvidos prestaram depoimento. Diligências estão em andamento para identificar o segundo bandido, que fugiu, e esclarecer todos os fatos.
O Dia
