- Entrou
- Out 5, 2021
- Mensagens
- 63,410
- Gostos Recebidos
- 1,972
Detidos cinco suspeitos de sequestro e homicídio de analista político na África do Sul
Analista participou numa reunião na sexta-feira no bairro de Corlett Gardens, onde alegadamente foi sequestrado e conduzido ao subúrbio de Jeppestown, local do presumível homicídio.
Cinco suspeitos do sequestro e homicídio do analista político sul-africano Steven Gruzd, desaparecido desde sexta-feira à noite em Joanesburgo, foram detidos na África do Sul, adiantou a polícia do país.
O capitão Tintswalo Sibeko, porta-voz da polícia da província de Gauteng, no norte do país, onde fica a capital Joanesburgo, declarou ao portal de notícias local News24 que foi aberta uma investigação por homicídio após o desaparecimento de Gruzd, de origem judaica e diretor do Instituto Sul-Africano para Assuntos Internacionais (SAIIA, sigla inglesa).
Segundo Sibeko, o analista participou numa reunião na sexta-feira no bairro de Corlett Gardens, onde alegadamente foi sequestrado e conduzido ao subúrbio de Jeppestown, local do presumível homicídio.
A Organização de Segurança Comunitária (CSO), uma associação judaica, assinalou em comunicado que foi alertada para o desaparecimento de Gruzd na sexta-feira à noite e ativou um dispositivo de busca junto da polícia e do grupo de proteção comunitária CAP.
"Conseguimos localizar a vítima na madrugada de sábado. Além disso, foram detidos vários suspeitos relacionados com o sequestro", indicou a CSO, precisando que "a vítima foi encontrada sem vida num local remoto".
"Neste momento tudo indica que se trata de um incidente criminal e não acreditamos que existam outros motivos por trás deste delito. Acreditamos que a vítima foi raptada para pedir resgate e roubá-la", acrescentou a CSO.
Segundo a organização, os suspeitos "não têm vínculos conhecidos ao terrorismo nem a ataques específicos contra a comunidade".
Espera-se que os detidos compareçam na segunda-feira perante o tribunal judicial de Joanesburgo.
O SAIIA anunciou com "profunda tristeza" a "morte prematura" de Steven Gruzd, "parte fundamental do instituto", conhecido pela sua "inquebrantável dedicação ao seu trabalho e o seu compromisso com a comunidade política em África".
A África do Sul, um país marcado por grandes desigualdades sociais, tem uma das taxas de homicídios mais altas do mundo.
Segundo dados da polícia, registaram-se 6.351 homicídios entre outubro e dezembro de 2025 na África do Sul, uma média de 70 por dia num país com cerca de 63 milhões de habitantes.
Correio da Manhã
Analista participou numa reunião na sexta-feira no bairro de Corlett Gardens, onde alegadamente foi sequestrado e conduzido ao subúrbio de Jeppestown, local do presumível homicídio.
Cinco suspeitos do sequestro e homicídio do analista político sul-africano Steven Gruzd, desaparecido desde sexta-feira à noite em Joanesburgo, foram detidos na África do Sul, adiantou a polícia do país.
O capitão Tintswalo Sibeko, porta-voz da polícia da província de Gauteng, no norte do país, onde fica a capital Joanesburgo, declarou ao portal de notícias local News24 que foi aberta uma investigação por homicídio após o desaparecimento de Gruzd, de origem judaica e diretor do Instituto Sul-Africano para Assuntos Internacionais (SAIIA, sigla inglesa).
Segundo Sibeko, o analista participou numa reunião na sexta-feira no bairro de Corlett Gardens, onde alegadamente foi sequestrado e conduzido ao subúrbio de Jeppestown, local do presumível homicídio.
A Organização de Segurança Comunitária (CSO), uma associação judaica, assinalou em comunicado que foi alertada para o desaparecimento de Gruzd na sexta-feira à noite e ativou um dispositivo de busca junto da polícia e do grupo de proteção comunitária CAP.
"Conseguimos localizar a vítima na madrugada de sábado. Além disso, foram detidos vários suspeitos relacionados com o sequestro", indicou a CSO, precisando que "a vítima foi encontrada sem vida num local remoto".
"Neste momento tudo indica que se trata de um incidente criminal e não acreditamos que existam outros motivos por trás deste delito. Acreditamos que a vítima foi raptada para pedir resgate e roubá-la", acrescentou a CSO.
Segundo a organização, os suspeitos "não têm vínculos conhecidos ao terrorismo nem a ataques específicos contra a comunidade".
Espera-se que os detidos compareçam na segunda-feira perante o tribunal judicial de Joanesburgo.
O SAIIA anunciou com "profunda tristeza" a "morte prematura" de Steven Gruzd, "parte fundamental do instituto", conhecido pela sua "inquebrantável dedicação ao seu trabalho e o seu compromisso com a comunidade política em África".
A África do Sul, um país marcado por grandes desigualdades sociais, tem uma das taxas de homicídios mais altas do mundo.
Segundo dados da polícia, registaram-se 6.351 homicídios entre outubro e dezembro de 2025 na África do Sul, uma média de 70 por dia num país com cerca de 63 milhões de habitantes.
Correio da Manhã
