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Dezenas de palestinianos feridos em ataque israelita a universidade na Cisjordânia
Ataque aconteceu na sequência de um evento estudantil em solidariedade a milhares de prisioneiros palestinianos.
Mais de 40 pessoas ficaram feridas depois do exército israelita ter aberto fogo e lançado granadas e gás lacrimogéneo contra a Universidade de Birzeit na Cisjordânia, esta terça-feira. Segundo a Aljazeera, durante o ataque existiam estudantes nas salas de aulas e no recinto do campus universitário que rapidamente se tentaram proteger. A mesma fonte refere que os militares arrombaram, inclusive, os portões do edifício.
A Sociedade do Crescente Vermelho Palestiniano, citado pela Aljazeera, adiantou que dos feridos três foram baleados nas pernas, cinco pessoas inalaram gás lacrimogéneo e outras três foram atingidas por estilhaços. No total e de acordo com o ministério da saúde palestiniano deram entrada no hospital 11 pessoas.
O ataque aconteceu na sequência de um evento estudantil em solidariedade a milhares de prisioneiros palestinianos e coincidiu com a exibição do filme "Hind Rajab", cuja trama aborda a morte a tiro de uma menina de seis anos por tropas em Gaza.
A instituição de ensino superior considerou que o ataque "constitui uma violação flagrante e deliberada das santidade das universidades e instituições educativas".
"Invadir o campus em plena luz do dia e transformá-lo numa zona militar reflete uma política sistemática destinada a intimidar os estudantes, minar o direito à educação e atacar a consciência palestiniana", lê-se no comunicado emitido pela universidade.
Correio da Manhã
Ataque aconteceu na sequência de um evento estudantil em solidariedade a milhares de prisioneiros palestinianos.
Mais de 40 pessoas ficaram feridas depois do exército israelita ter aberto fogo e lançado granadas e gás lacrimogéneo contra a Universidade de Birzeit na Cisjordânia, esta terça-feira. Segundo a Aljazeera, durante o ataque existiam estudantes nas salas de aulas e no recinto do campus universitário que rapidamente se tentaram proteger. A mesma fonte refere que os militares arrombaram, inclusive, os portões do edifício.
A Sociedade do Crescente Vermelho Palestiniano, citado pela Aljazeera, adiantou que dos feridos três foram baleados nas pernas, cinco pessoas inalaram gás lacrimogéneo e outras três foram atingidas por estilhaços. No total e de acordo com o ministério da saúde palestiniano deram entrada no hospital 11 pessoas.
O ataque aconteceu na sequência de um evento estudantil em solidariedade a milhares de prisioneiros palestinianos e coincidiu com a exibição do filme "Hind Rajab", cuja trama aborda a morte a tiro de uma menina de seis anos por tropas em Gaza.
A instituição de ensino superior considerou que o ataque "constitui uma violação flagrante e deliberada das santidade das universidades e instituições educativas".
"Invadir o campus em plena luz do dia e transformá-lo numa zona militar reflete uma política sistemática destinada a intimidar os estudantes, minar o direito à educação e atacar a consciência palestiniana", lê-se no comunicado emitido pela universidade.
Correio da Manhã
