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"Um limite máximo para as margens de lucro sobre os combustíveis e os produtos dos supermercados é implementado hoje", afirmou Kyriakos Mitsotakis, justificando a medida com a agitação económica que não deve levar a fenómenos de especulação.
O chefe do Governo admitiu estar preocupado com as consequências económicas da crise no Médio Oriente, pelo que a implementação da medida permite ao Estado limitar o lucro máximo que certos intervenientes, como postos de abastecimento ou supermercados, podem obter sobre os preços de venda aos consumidores.
O objetivo é impedir um aumento artificial das margens quando os preços internacionais sobem.
Kyriakos Mitsotakis precisou que esta medida tem "um horizonte de aplicação para os próximos três meses".
No entanto, excluiu, por enquanto, medidas mais significativas tomadas por dois outros países da União Europeia (UE), a Croácia e a Hungria, que decidiram limitar os preços dos combustíveis.
Esta semana, o primeiro-ministro húngaro, Viktor Orbán, anunciou que os preços dos combustíveis terão um valor máximo, para proteger os consumidores da subida do petróleo devido à guerra no Médio Oriente.
A Hungria foi o segundo país da UE, depois da Croácia, anunciar o levantamento de um teto sobre os preços dos combustíveis.
Na segunda-feira, o gasóleo atingiu os dois euros por litro em França, pela primeira vez desde o verão de 2022.
Os Estados Unidos e Israel lançaram a 28 de fevereiro um ataque militar contra o Irão, para "eliminar as ameaças iminentes do regime iraniano".
Em resposta, o Irão lançou ataques de retaliação contra alvos em Israel, bases norte-americanas e outras infraestruturas em países da região como Arábia Saudita, Bahrein, Emirados Árabes Unidos, Qatar, Kuwait, Líbano, Jordânia, Omã e Iraque. Incidentes com projéteis iranianos também atingiram Chipre, Azerbaijão e Turquia.
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