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Professora de Direito morta à facada por aluno em sala de faculdade no Brasil
Docente terá tido um caso amoroso com o estudante.
Uma professora do curso de Direito foi morta na noite desta sexta-feira por um dos alunos durante uma discussão em sala de aula na faculdade Finca, um centro universitário particular em Porto Velho, capital do estado brasileiro de Rondónia. Atingida por golpes de faca em várias partes do corpo, principalmente no tórax e num braço com que tentou defender-se, Juliana Matos Lima Santiago, que também era inspetora da polícia, ainda foi levada para um hospital da capital de Rondónia, no norte do Brasil, mas não resistiu aos ferimentos.
O agressor, o estudante João Cândido da Costa Júnior, fugiu após o crime, mas foi perseguido pelos corredores da faculdade por outros estudantes e por professores, dois deles inspetores da polícia estadual alertados pelos gritos da vítima, e acabou por ser detido alguns andares abaixo. Em estado bastante agressivo, o estudante teve de ser contido pela força, ficando ferido nos braços e nas pernas, e foi trancado numa outra sala de aula até à chegada da polícia.
Na divisão de flagrantes da polícia de Porto Velho, João afirmou que matou a professora num acesso incontrolável de ódio e de ciúmes, pois os dois teriam tido um relacionamento amoroso durante três meses. Segundo a versão dele, a docente começou a afastar-se a pouco e pouco e o motivo do acesso de ódio foi ela ter-lhe dito na sala após a aula e a saída dos outros estudantes que estava tudo terminado entre eles.
Num triste e irónico pormenor deste crime, Juliana foi morta com uma faca que ela mesmo tinha oferecido ao agressor semanas antes, junto com um doce de que ele gosta. Ele levou a faca para a faculdade e usou-a para tirar a vida da mulher de quem dizia gostar tanto.
Correio da Manhã
Docente terá tido um caso amoroso com o estudante.
Uma professora do curso de Direito foi morta na noite desta sexta-feira por um dos alunos durante uma discussão em sala de aula na faculdade Finca, um centro universitário particular em Porto Velho, capital do estado brasileiro de Rondónia. Atingida por golpes de faca em várias partes do corpo, principalmente no tórax e num braço com que tentou defender-se, Juliana Matos Lima Santiago, que também era inspetora da polícia, ainda foi levada para um hospital da capital de Rondónia, no norte do Brasil, mas não resistiu aos ferimentos.
O agressor, o estudante João Cândido da Costa Júnior, fugiu após o crime, mas foi perseguido pelos corredores da faculdade por outros estudantes e por professores, dois deles inspetores da polícia estadual alertados pelos gritos da vítima, e acabou por ser detido alguns andares abaixo. Em estado bastante agressivo, o estudante teve de ser contido pela força, ficando ferido nos braços e nas pernas, e foi trancado numa outra sala de aula até à chegada da polícia.
Na divisão de flagrantes da polícia de Porto Velho, João afirmou que matou a professora num acesso incontrolável de ódio e de ciúmes, pois os dois teriam tido um relacionamento amoroso durante três meses. Segundo a versão dele, a docente começou a afastar-se a pouco e pouco e o motivo do acesso de ódio foi ela ter-lhe dito na sala após a aula e a saída dos outros estudantes que estava tudo terminado entre eles.
Num triste e irónico pormenor deste crime, Juliana foi morta com uma faca que ela mesmo tinha oferecido ao agressor semanas antes, junto com um doce de que ele gosta. Ele levou a faca para a faculdade e usou-a para tirar a vida da mulher de quem dizia gostar tanto.
Correio da Manhã
