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Revolta no Irão já fez pelo menos 45 vítimas mortais
O agravamento da contestação foi acompanhado por um apagão nacional da Internet e linhas telefónicas.
Pelo menos 45 pessoas já morreram, centenas ficaram feridas e mais de 2200 foram detidas desde o início das manifestações no Irão, incluindo membros das forças de segurança. Os protestos contra o regime iraniano duram há 14 dias consecutivos, com milhares de pessoas nas ruas de Teerão e de várias outras cidades do país, como Tabriz e Mashhad. O agravamento da contestação foi acompanhado por um apagão nacional da Internet e linhas telefónicas denunciado por organizações de monitorização digital, que atribuem a interrupção à interferência direta das autoridades iranianas.
Organizações não-governamentais e a Amnistia Internacional denunciam o uso de gás lacrimogéneo e munições reais para dispersar os manifestantes.
O Presidente iraniano, Massoud Pezeshkian, apelou à moderação e ao diálogo, mas a repressão continua a intensificar-se. Donald Trump voltou a ameaçar “atacar o Irão com demasiada força” caso as autoridades “comecem a matar” manifestantes. Os protestos, inicialmente motivados pela crise económica do país, transformaram-se num movimento mais amplo contra o regime, com palavras de ordem como “Morte ao ditador” e “Morte à República Islâmica”.
Correio da Manhã
O agravamento da contestação foi acompanhado por um apagão nacional da Internet e linhas telefónicas.
Pelo menos 45 pessoas já morreram, centenas ficaram feridas e mais de 2200 foram detidas desde o início das manifestações no Irão, incluindo membros das forças de segurança. Os protestos contra o regime iraniano duram há 14 dias consecutivos, com milhares de pessoas nas ruas de Teerão e de várias outras cidades do país, como Tabriz e Mashhad. O agravamento da contestação foi acompanhado por um apagão nacional da Internet e linhas telefónicas denunciado por organizações de monitorização digital, que atribuem a interrupção à interferência direta das autoridades iranianas.
Organizações não-governamentais e a Amnistia Internacional denunciam o uso de gás lacrimogéneo e munições reais para dispersar os manifestantes.
O Presidente iraniano, Massoud Pezeshkian, apelou à moderação e ao diálogo, mas a repressão continua a intensificar-se. Donald Trump voltou a ameaçar “atacar o Irão com demasiada força” caso as autoridades “comecem a matar” manifestantes. Os protestos, inicialmente motivados pela crise económica do país, transformaram-se num movimento mais amplo contra o regime, com palavras de ordem como “Morte ao ditador” e “Morte à República Islâmica”.
Correio da Manhã
