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Tribunal da Relação solta suspeito detido por engano em caso de agressões a seguranças
Vilmar Vieira, de 30 anos, estava preso na cadeia do Montijo há mais de dois meses. PJ admitiu detenção errada.
O Tribunal da Relação de Lisboa, numa decisão assinada por três juízes desembargadores, e que foi divulgada nesta terça-feira, ordenou a libertação de um homem de 30 anos que se encontrava em prisão preventiva há mais de dois meses por coautoria (com outros quatro arguidos também detidos) do homicídio qualificado tentado de dois vigilantes de uma obra no Barreiro.
Como o CM noticiou esta segunda-feira, a própria Polícia Judiciária (PJ) de Setúbal admitiu, apenas dias depois das detenções dos suspeitos, que Vilmar Vieira, o arguido, nada teve a ver com os factos. A defesa do arguido recorreu da medida de coação e conseguiu provar que o homem estava, na data dos factos, a trabalhar em Lisboa (é motorista de viaturas de aluguer).
Assim, os desembargadores aceitaram soltar Vilmar Vieira da cadeia do Montijo, sujeitando-o apenas a Termo de Identidade e Residência.
Pedro Pestana, advogado do motorista, considerou que "foi reposta a justiça, o que só pecou pela demora, já que foram quase três meses na cadeia".
Correio da Manhã
Vilmar Vieira, de 30 anos, estava preso na cadeia do Montijo há mais de dois meses. PJ admitiu detenção errada.
O Tribunal da Relação de Lisboa, numa decisão assinada por três juízes desembargadores, e que foi divulgada nesta terça-feira, ordenou a libertação de um homem de 30 anos que se encontrava em prisão preventiva há mais de dois meses por coautoria (com outros quatro arguidos também detidos) do homicídio qualificado tentado de dois vigilantes de uma obra no Barreiro.
Como o CM noticiou esta segunda-feira, a própria Polícia Judiciária (PJ) de Setúbal admitiu, apenas dias depois das detenções dos suspeitos, que Vilmar Vieira, o arguido, nada teve a ver com os factos. A defesa do arguido recorreu da medida de coação e conseguiu provar que o homem estava, na data dos factos, a trabalhar em Lisboa (é motorista de viaturas de aluguer).
Assim, os desembargadores aceitaram soltar Vilmar Vieira da cadeia do Montijo, sujeitando-o apenas a Termo de Identidade e Residência.
Pedro Pestana, advogado do motorista, considerou que "foi reposta a justiça, o que só pecou pela demora, já que foram quase três meses na cadeia".
Correio da Manhã
