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Ciclismo - Volta ao Alentejo 2023

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Volta ao Alentejo: Lamperti escapou às quedas para vestir a primeira amarela

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Luke Lamperti (Trinity) sprintou esta quarta-feira para a camisola amarela da Volta ao Alentejo, impondo-se em Ourique no final de uma primeira etapa marcada por quedas, para inaugurar o seu palmarés esta temporada.

O jovem norte-americano, de apenas 20 anos, bateu o cotado Cyril Barthe (Burgos-BH) no final dos 168,8 quilómetros desde Beja, cortando a meta com o tempo de 3:54.24 horas, o mesmo registado pelo terceiro classificado, o seu companheiro Max Walker, e por Rafael Silva (Efapel), o melhor português, no quarto lugar.

Graças à vitória de hoje, a primeira desta temporada e a quinta da carreira em elites, o sorridente Lamperti vestiu a camisola amarela, liderando a geral com três segundos de vantagem para Barthe, seis para Walker e 10 para Silva, numas contas explicadas pelas bonificações distribuídas na meta.

"É muito bom ganhar a primeira etapa, encara-se o resto da prova com mais confiança. Estivemos muito bem enquanto equipa hoje, os outros rapazes estiveram absolutamente perfeitos. Penso que podemos transportar isso para os próximos dias", disse já depois de subir ao pódio.

Muito antes de Lamperti erguer os braços em Ourique, Beja testemunhou o início da 40.ª edição da Alentejana, que arrancou a alta velocidade -- na primeira hora da prova, a média foi de 47 km/h, impulsionada por várias tentativas de fuga, só concretizada precisamente ao quilómetro 47 dos 168,8 da primeira tirada.

Rafael Reis e Fábio Costa (Glassdrive-Q8-Anicolor), Carlos García Pierna (Kern Pharma) e Hector Sáez (Fonte Nova-Felgueiras) isolaram-se na frente e conseguiram uma vantagem superior a três minutos, que haveria de rondar os quatro quando o espanhol da equipa sucedânea da W52-FC Porto (até no 'staff') descolou, ao quilómetro 71.

O trio da dianteira perdeu elementos quando Costa caiu, na passagem por Mértola, com Reis a ficar temporariamente sozinho, até ser novamente alcançado pelo menos conceituado dos irmãos García Pierna, já depois de passar na frente na meta volante e na contagem de montanha instaladas naquela localidade.

"Não tivemos muita sorte. Fomos para uma fuga comigo e com o Fábio. A jogada era o Fábio fazer o máximo de segundos possível nas metas volantes, mas ele caiu. Fui eu que passei [na frente] na meta volante de Mértola e aproveitei e fui à montanha", descreveu o primeiro camisola da montanha desta edição da Volta ao Alentejo.

O medalhado de ouro no contrarrelógio dos Jogos Mediterrâneo Oran'2022 e o espanhol da Kern Pharma tinham mais de dois minutos de vantagem para o pelotão, liderado por Tavfer-Ovos Matinados-Mortágua, Caja Rural e Trinity, a 50 quilómetros da meta, mas esta margem caiu acentuadamente na aproximação a Ourique.

A fuga foi anulada à passagem da meta volante de Almodôvar, a pouco menos de 30 quilómetros da meta, numa altura em que a Efapel e a Trinity impunham o ritmo na dianteira de pelotão para assegurar que a luta pela primeira etapa aconteceria ao sprint.

E assim foi: apesar de uma queda dentro dos últimos três quilómetros ter derrubado grande parte do pelotão -- foram mais os ciclistas que chegaram cortados do que aqueles que integraram o primeiro grupo a passar a meta -, a discussão na empinada chegada a Ourique aconteceu entre homens rápidos, com Lamperti a levar a melhor.

"Podem esperar uma corrida agressiva da nossa parte. Viemos aqui para ganhar. Vamos tentar conquistar mais etapas e a geral", assumiu o norte-americano, garantindo que a Trinity tem outros ciclistas para lutar pela amarela final.

A queda nos últimos três quilómetros não provocou diferenças na meta -- como ditam os regulamentos -, mas deixou alguns dos favoritos à vitória final em posições surpreendentes na classificação geral, nomeadamente o campeão em título Orluis Aular (Caja Rural) ou o uruguaio Mauricio Moreira (Glassdrive-Q8-Anicolor), o vencedor de 2021, que são, respetivamente, 94.º e 97.º, a 10 segundos do líder da geral.

"Sem montanhas importantes, as diferenças na geral no final podem ser relativamente pequenas, por isso os segundos de bonificação são muito importantes", notou à agência Lusa Lamperti, admitindo que, na quinta-feira, nos 170,8 quilómetros da ligação entre Castro Verde e Grândola, vai lutar pelas bonificações nas três metas volantes da segunda etapa.

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Resumo 1.ª etapa da 40.ª Volta ao Alentejo​


 
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Leangel Linarez liderou duo venezuelano no reencontro com os triunfos

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Leangel Linarez voltou esta quinta-feira a ser feliz na Volta ao Alentejo em bicicleta, conquistando com autoridade a segunda etapa da 40.ª edição, à frente do compatriota Orluis Aular, para 'oferecer' à Tavfer-Ovos Matinados-Mortágua a primeira vitória da época.
O sprinter venezuelano impôs-se confortavelmente ao campeão em título no final dos 170,8 quilómetros entre Castro Verde e Grândola, cortando a meta com o tempo de 04:14.21 horas.

"Pareceu fácil, mas no ciclismo nada é fácil. Houve muito trabalho por detrás desta vitória, tanto pessoal, como da equipa. Quero dedicar-lhes isto", atirou um visivelmente feliz Linarez, que se reencontrou com o sucesso na prova em que, no ano passado, conquistou um dos seus dois triunfos da temporada -- além da terceira etapa da 'Alentejana', ganhou a Prova de Abertura.

Santiago Mesa (ABTF-Feirense) completou o pódio 100% sul-americano da segunda tirada, na qual Rodrigo Caixas (Credibom-LA Alumínios-Marcos Car) foi o melhor português, na quinta posição, com o mesmo tempo do vencedor, 'promovido' agora a terceiro da geral, ainda liderada pelo jovem norte-americano Luke Lamperti (Trinity).

Os 170,8 quilómetros maioritariamente planos a partir de Castro Verde 'incitavam' à constituição de uma fuga e esta não tardou em formar-se: ao quilómetro 15, saltaram do pelotão André Ramalho (Credibom-LA Alumínios-Marcos Car), Nuno Meireles (Aviludo-Louletano-Loulé Concelho), André Santos (Santa Maria da Feira-Segmento D'Epoca-Reol) e Jose Maria García (Electro Hiper Europa).

Enquanto quarteto, os fugitivos nunca conseguiram uma margem superior a três minutos, mas quando Santos e Meireles descolaram, Ramalho e García aumentaram a diferença chegando a ter seis minutos de vantagem para o pelotão, comandado pela Trinity de Lamperti.

À medida que os quilómetros para Grândola iam encurtando, mais à vista ia ficando o duo da frente, graças quase exclusivamente ao trabalho da formação britânica, que anulou a fuga a 13 quilómetros da meta.

"Ainda pensámos que podia acontecer [a fuga chegar]. Mas, depois, a partir dos quatro [minutos], a diferença começou a baixar muito rápido e o último minuto foi rápido. Infelizmente, não conseguimos chegar, é assim o ciclismo", descreveu Ramalho no final, considerando que a jornada "até foi positiva", embora não tenha 'destronado' Rafael Reis (Glassdrive-Q8-Anicolor) da liderança da montanha.

Anulada a escapada do dia, perfilaram-se na dianteira as equipas dos sprinters, com a Trinity a errar na colocação de Lamperti, que teve de contentar-se com o 10.º lugar na etapa, longe das bonificações e de Linarez.

"O sprint foi um pouco técnico, devido ao paralelo. Sabíamos que tínhamos de entrar na frente. Estudámos muito bem o final, sabíamos que era uma reta comprida. Soube dosear bem as forças e pude concluir da melhor maneira esse grande trabalho de aproximação que a equipa fez. Estou muito feliz com esta vitória", assumiu o venezuelano de 25 anos.

O triunfo de Linarez, o primeiro de 2023 para a equipa 'sensação' da temporada passada, 'ofuscou' a declaração de intenções de Orluis Aular (Caja Rural), que, depois de bonificar na última meta volante do dia, ainda encurtou mais a distância para Lamperti com o segundo lugar na etapa -- está agora no quinto posto da geral, a sete segundos do norte-americano.

Talvez por isso, hoje, Lamperti era um camisola amarelo menos efusivo: "É bom manter a camisola [amarela]. Os rapazes [da Trinity] foram excelentes durante toda a jornada. Fizemos asneira nos últimos 10 quilómetros, mesmo assim é bom conservar a camisola".

O ciclista da Trinity, de apenas 20 anos, continua a ter o francês Cyril Barthe (Burgos-BH) a três segundos, na segunda posição, mas tem agora Linarez a quatro. "A geral... vamos dia a dia. Penso que a etapa de sábado é muito dura. Trataremos de dar tudo por tudo para chegar na frente", prometeu o venezuelano da Tavfer-Ovos Matinados-Mortágua, ciente de que a terceira etapa, que se disputa na sexta-feira ao longo de 191,4 quilómetros entre Vendas Novas e Estremoz, é uma nova oportunidade para reduzir distâncias para o líder da 40.ª 'Alentejana'.

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Resumo 2.ª etapa da 40.ª Volta ao Alentejo​


 

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Francisco Guerreiro tentou mas foi Barthe que levou a etapa e a amarela

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Francisco Guerreiro tentou esta sexta-feira surpreender os sprinters no final da terceira etapa da Volta ao Alentejo em bicicleta, mas teve o 'azar' de levar na roda o rápido Cyril Barthe, que se impôs em Estremoz e chegou à amarela.
O ciclista da Efapel 'detetou' uma hesitação no pelotão a um quilómetro da meta e lançou-se para a frente da corrida, levando consigo o francês da Burgos-BH, que, fazendo valer a sua maior aptidão para o sprint, bateu o jovem português de 22 anos, com o pelotão, encabeçado por Orluis Aular (Caja Rural), a passar o risco nas 'costas' do duo, com as mesmas 04:29.51 horas.

Vencedor de duas etapas na Volta a Portugal do Futuro (2017) e de uma no Troféu Joaquim Agostinho (2018), Barthe voltou hoje a demonstrar que Portugal é o seu lugar feliz, culminando com êxito uma jornada irrepreensível da equipa espanhola, que viu a combatividade do seu coletivo recompensada com o primeiro lugar da geral do francês de 27 anos. "Tentámos desde o princípio endurecer a corrida. Houve sempre alguém da equipa na frente. Tivemos dois fugitivos, o que foi perfeito para nós, porque pudemos limitar-nos a 'ir na roda'. A equipa fez um trabalho de grande qualidade para mim, protegeram-me sempre do vento para eu poder sprintar. E no final, a um quilómetro da meta, pude arrancar com um ciclista da Efapel, e ganhei", descreveu o novo líder da geral, que destronou o norte-americano Luke Lamperti (Trinity), agora segundo a sete segundos.

A jornada 'amanheceu' cinzenta em Vendas Novas, com uma chuva ténue a assinalar a partida do pelotão para os 191,4 quilómetros até Estremoz. Na jornada mais longa da 40.ª edição, a fuga tardou em formar-se, sendo preciso esperar pelo quilómetro 51 para Clément Alleno (Burgos-BH) se distanciar finalmente do pelotão, já depois de Rafael Reis (Glassdrive-Q8-Anicolor) ter amealhado pontos para segurar por mais um dia a camisola da montanha.

Miguel Fernández, também da Burgos-BH, e Carlos Álvarez (JV Perfis Windmob) seguiram-lhe no encalço, acabando por juntar-se ao francês aos 67 quilómetros.

O ritmo alto da primeira hora de prova, cumprida a 46 km/h, pareceu 'adormecer' a Trinity de Lamperti, que permitiu aos fugitivos alcançarem uma vantagem superior a cinco minutos.

Já depois de a Tavfer-Ovos Matinados-Mortágua se ter juntado à equipa britânica na perseguição, Álvarez abdicou da fuga, deixando o duo da Burgos-BH isolado na frente, com uma vantagem próxima dos dois minutos a pouco mais de 40 quilómetros da meta.

Primeiro a assumir a frente da corrida, Clément Alleno foi o último a resistir, numa altura em que Orluis Aular já andava a amealhar segundos de bonificação na meta volante de Redondo, acabando por ser alcançado já dentro dos derradeiros 6.000 metros da tirada.

Na rápida aproximação a Estremoz, os 'comboios' dos sprinters hesitaram e o valoroso Francisco Guerreiro atacou. "A um quilómetro, houve uma hesitação por parte das equipas e tentei a minha sorte de longe. Arranquei, fui sempre ao máximo até aos últimos 500 metros. Quando olhei para trás, tínhamos uma boa vantagem e reparei que o ciclista da Burgos vinha na minha 'roda'. Nos últimos 200 metros, tentei respirar um bocado, arranquei, mas ele estava mais forte e ganhou", descreveu à Lusa.

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Resumo 3.ª etapa da 40.ª Volta ao Alentejo

 

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Aular mais perto da história após quarta etapa ganha por Bustamante

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Orluis Aular (Caja Rural) recuperou este sábado a 'sua' amarela, na quarta etapa ganha pelo colombiano Adrián Bustamante (Kelly-Simoldes-UDO), e ficou a pouco mais de 150 quilómetros de entrar na história da Volta ao Alentejo em bicicleta.

O venezuelano foi 'só' segundo na tirada, atrás do estreante Bustamante, mas beneficiou da revolução na geral causada pelo ataque de Mauricio Moreira (Glassdrive-Q8-Anicolor) no Cabeço do Mouro para dar um passo decisivo para o bis na 'Alentejana'.

O campeão em título, que cortou a meta com as mesmas 3:41.29 horas do colombiano da Kelly-Simoldes-UDO, à frente do holandês Alex Molenaar (Electro Hiper Europa), lidera a geral com 10 segundos de vantagem sobre Bustamante, que hoje acelerou nos derradeiros 150 metros da 'empinada' chegada a Castelo de Vide para celebrar a sua primeira vitória em Portugal.

"Foi uma etapa dura, uma etapa rainha nesta Volta ao Alentejo, que definia muito a classificação geral. Sentia-me muito bem, estava com 'ganas' de recolocar-me na geral e dar um triunfo à equipa. É uma recompensa para eles, por toda a confiança e apoio que me deram para eu poder estar aqui na Europa", disse à Lusa Bustamente, confessando que ainda duvidou que o triunfo pudesse ser seu, devido à ponta final de Aular.

Esperava-se que a quarta etapa fosse aquela que mais peso teria na definição da geral final e os 148,2 quilómetros entre o Crato e Castelo de Vide, pontuados por cinco contagens de montanha, não defraudaram, com Moreira a ser o maior responsável pela revolução na classificação, mas a não ver a sua ousadia recompensada, nem com a vitória na etapa -- foi quinto, a dois segundos - nem com a desejada amarela - é quarto classificado, a 22 segundos do dorsal '1'.

Antes das montanhas que 'engoliram' o anterior líder, o francês Cyril Barthe (Burgos-BH), Iúri Leitão (Caja Rural), que já tinha tentado fugir ao pelotão sem sucesso, conseguiu finalmente isolar-se ao quilómetro 29, sendo alcançado, pouco depois, por Pedro Silva (Glassdrive-Q8-Anicolor) e Pedro Pinto (Efapel).

Os três chegaram a ter mais de cinco minutos de vantagem, mas a contagem de segunda categoria de Cabeço do Mouro e o ataque de 'Mauri', ao qual responderam 16 ciclistas, condenaram irremediavelmente a iniciativa e relançaram a luta pela geral.

Na subida ao Porto de Espada, a terceira contagem da jornada, o grupo do vencedor da Volta juntou-se ao trio da dianteira, com a frente de corrida a incluir ainda nomes como Joaquim Silva (Efapel) ou Delio Fernández (AP Hotels&Resorts-Tavira-Farense).

Alex Molenaar foi o primeiro a quebrar a harmonia dos fugitivos, passando adiantado na meta volante de Castelo de Vide, onde Aular somou mais dois segundos de bonificação. A subida à Serra de São Paulo, a menos de 20 quilómetros da meta, fez a derradeira seleção no grupo, com Moreira, Bustamente e Finlay Pickering (Trinity) a juntarem-se aos dois.

Pickering haveria de ser 'substituído' por Giovanni Carboni (Kern Pharma) no quinteto da frente, que discutiu entre si a etapa, com o pelotão e o destronado Barthe a chegarem a mais de dois minutos.

A amarela regressou, assim, ao corpo de Aular, o homem que a vestiu no pódio final na passada edição e que espera no domingo voltar a envergá-la no mesmo cenário, na Praça do Giraldo, em Évora, de modo a tornar-se no primeiro ciclista a vencer a 'Alentejana' duas vezes consecutivas.

"Gostaria de fazer história, mas amanhã [domingo] é outro dia e até passar o risco...", lembrou o venezuelano de 26 anos, que tem 12 segundos de vantagem sobre Molenaar, o terceiro classificado.

Para ver confirmado o seu triunfo, o campeão em título tem ainda 154,9 quilómetros pela frente, a percorrer no domingo entre Monforte e Évora.

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Resumo 4.ª etapa da 40.ª Volta ao Alentejo​


 

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Orluis Aular faz história ao conquistar Volta ao Alentejo pelo 2º ano seguido

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O venezuelano Orluis Aular (Caja Rural) tornou-se este domingo no primeiro ciclista a vencer por duas vezes consecutivas a Volta ao Alentejo, ao ser segundo na última etapa da 40.ª edição, ganha pelo compatriota Leangel Linarez (Tavfer-Ovos Matinados-Mortágua).

Numa 'Alentejana' decidida pelas bonificações, Aular, de 26 anos, defendeu com sucesso o título de campeão, conquistando a geral com 17 segundos de vantagem sobre o colombiano Adrián Bustamante (Kelly-Simoldes-UDO) e o holandês Alex Molenaar (Electro Hiper Europa), respetivamente segundo e terceiro.

O campeão venezuelano de fundo e contrarrelógio é o segundo ciclista a vencer por duas vezes a prova alentejana, depois do espanhol Carlos Barbero (2014 e 2017), mas o primeiro a fazê-lo consecutivamente.

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