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Dengue,Depressão,Diabetes,Difteria,Disenteria,Doen ça de Cazenave,Doença de Chagas...

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Diabetes

A diabetes é uma doença crónica caracterizada pelo aumento dos niveis de acúcares no sangue.

A diabetes resulta de uma deficiente capacidade de utilização pelo organismo da nossa principal fonte de energia -os açúcares (glucose) - Nalguns casos a diabetes deve-se à insuficiente produção de insulina (hormona que regula a utilização dos açúcares), mas noutros casos deve-se à sua insuficiente utilização.

Aparece cada vez mais cedo e associada ao aumento de peso, à hipertensão, ao colesterol elevado e ao sedentarismo, facilita o aparecimento de doenças do aparelho circulatório causando grandes incapacidades de longa duração.


Em caso de dúvida, consulte o seu médico, enfermeiro ou farmacêutico.
 

migel

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Mutação protege da diabetes

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Investigação Investigadores do Instituto Alemão de Pesquisa da Alimentação de Potsdam identificaram uma mutação genética que protege os ratos de desenvolver doenças como a diabetes e obesidade, mesmo submetidos a dieta com alto nível de gorduras.

Fonte:Açoriano Oriental


 

migel

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Pensado para o auxilio aos Diabéticos de Tipo 2

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Kit de Iniciação à Insulina chega aos Hospitais e Centros de Saúde Estará disponível nos Hospitais e Centros de Saúde, a partir do próximo dia 27 de Outubro, um Kit de Iniciação à Insulina. Dirigido aos diabéticos de tipo 2 que iniciam a injecção de insulina para controlo da doença, este kit será composto por uma bolsa que incluirá um aparelho de glicemia (com tiras de glicemia e de corpos cetónicos no sangue e lancetas), informação sobre a Diabetes, informação sobre a hipoglicémia e sobre a cetoacidose diabética – duas das mais graves complicações na fase de ajuste das doses de insulina no inicio do seu tratamento. O Kit contém ainda amostras de creme para o pé diabético (Ureadin Rx Db, da Isdin). Para os profissionais de saúde, este kit possui também uma separata da revista Postgraduate Medicine onde são indicadas algumas estratégias práticas para o uso da Insulina, bem como dois guias de tratamento da hipoglicemia e cetoacidose diabética.

A diabetes tipo 2 ocorre em indivíduos que herdaram uma tendência para a diabetes (têm, frequentemente, um familiar próximo com a doença: pais, tios, ou avós) e que, devido a hábitos de vida e de alimentação errados, vêm a sofrer de diabetes quando adultos. Quase sempre têm excesso de peso e, em alguns casos, são mesmo obesos. Fazem pouco exercício físico e consomem calorias em doces e/ou gorduras em excesso, para aquilo que o organismo gasta na actividade física. Têm, com frequência, a tensão arterial elevada (hipertensão arterial) e por vezes “gorduras” (colesterol ou triglicéridos) a mais no sangue (hiperlipidemia). Na diabetes tipo 2 o pâncreas é capaz de produzir insulina contudo, a alimentação incorrecta e a vida sedentária, com pouco ou nenhum exercício físico, tornam o organismo resistente à acção da insulina (insulino-resistência), obrigando o pâncreas a trabalhar mais (e mais), até que a insulina que produz deixa de ser suficiente. Nessa altura surge a diabetes.

A insulina é uma hormona produzida nas células beta do pâncreas e que tem como principais funções a diminuição da glicemia (aumentando o consumo de glicose pelas células; aumentando a capacidade do organismo para armazenar glicose no fígado e nos músculos e diminuindo a produção de glicose no fígado) e o impedimento da produção de corpos cetónicos pelo fígado, estimulando a utilização de corpos cetónicos pelas células.




Quando o pâncreas do diabético de tipo 2 deixa de ter a capacidade de produzir insulina na quantidade necessária à regulação da glicose no sangue, torna-se necessário o uso da insulina. Pode ser indicado o uso da insulina assim que detectada a doença ou apenas mais tarde nos casos em que a dieta e o exercício físico não sejam capazes de controlar a Diabetes.

A Organização Mundial de Saúde estima que existem mundialmente 185 milhões de pessoas com diabetes, mas que só 40% estão diagnosticadas e tratadas. Prevê-se que este número crescerá até aos 500 milhões em 2025 devido ao envelhecimento da população, estilo de vida sedentário e aumento da obesidade. Em Portugal existem mais de 500 mil diabéticos e este número terá tendência para aumentar nos próximos anos.

Como obter o Kit de Iniciação à Insulina
O doente diabético tratado com insulina pode contactar o seu profissional de saúde, ou o seu educador da diabetes do hospital ou centro de saúde da sua área de residência.
Também pode contactar a linha gratuita de apoio ao cliente do Abbott Diabetes Care – 800 200 891 para obter toda a informação necessária.

Fonte:MediaHealth Portugal

 

migel

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Diabetes em debateno Auditório da Povoação

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Terceira edição das Palestras de Comemoração do Dia Mundial da Diabetes. A Direcção da Associação de Diabéticos de São Miguel e Santa Maria promove, dia 31 de Outubro, pelas 20h00, no Auditório Municipal da Povoação, a terceira edição das Palestras de Comemoração do Dia Mundial da Diabetes.O programa do encontro com o tema genérico “Diabetes – Diagnóstico, Tratamento e Cuidados”, tem previstos dois painéis temáticos - o primeiro sobre “Diabetes e Alimentação” e o segundo sobre “O Diabético e os Cuidados Específicos”. Entre os palestrantes estão Rui César, director do Serviço de Endocrinologia do Hospital Divino Espírito Santo, e Gil Borges, coordenador local do Programa de Prevenção e Controlo de Diabetes e Combate à Obesidade dos Açores.||

Fonte:Açoriano Oriental


 

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Risco de contágio da doença de Dengue nos Açores é reduzido

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Mário Freitas, delegado de Saúde de São Miguel, afirma que o risco da doença de Dengue chegar aos Açores é muito reduzido porque até ao momento ainda não foi identificada nenhuma situação a nível nacional, apesar da existência do mosquito contaminador no arquipélago da Madeira A Delegação de Saúde da Ilha de São Miguel considera que a possibilidade do vírus de Dengue chegar aos Açores “é reduzido” devido ao cumprimento das regras sanitárias implementadas pela Direcção-Geral de Saúde nas ligações marítimas e aéreas entre os dois arquipélagos.
“As medidas que estão a ser adoptadas são bastante eficazes em termos de controlo. Apesar do aparecimento do vector na Madeira, ou seja, do insecto que transmite a doença, este poderá não estar infectado”, salienta.
Mário Freitas, delegado de Saúde de São Miguel, explica que o Dengue é transmitido através de um mosquito denominado de “Ae. aegypti”, que segundo a Direcção-Geral da Saúde em Portugal apenas foi identificado no arquipélago da Madeira.
A transmissão do vírus acontece “através da picada de um mosquito a outros indivíduos, que vão ficar doentes, criando-se uma cadeia de transmissão da doença”.
O vírus de Dengue tem um período de incubação de três a 15 dias, sendo que o tempo médio é de cinco a seis dias.
O mosquito ataca sobretudo ao início da manhã e final da tarde, sendo que as pessoas com maior probabilidades de contrair o vírus “são crianças, idosos e viajantes”.
Os efeitos da doença são apresentados, essencialmente, de forma clássica ou hemorrágica.
“O Dengue clássico acontece numa primeira contaminação, enquanto o Dengue hemorrágico acontece numa segunda contaminação. Os sintomas da doença são febre alta, com dores de cabeça por trás dos olhos, dores musculares, náuseas e vómitos, enquanto o Dengue hemorrágico é uma situação mais complicada, com dores abdominais muito severas, vómitos frequentes e alterações ao nível do pulso e respiração”, alerta o delegado de Saúde de São Miguel.
A prevenção da doença é efectuada através da utilização de repelentes de insectos, porque não existe nenhuma vacina contra este vírus.
“As pessoas devem tentar evitar ao máximo a picada do mosquito em zonas de risco”, frisa.
Mário Freitas sublinha que até ao momento ainda não existem casos documentados de pessoas com o vírus de Dengue.
“Apenas existe um sinal de alerta em Portugal emitido pelo director-geral da Saúde, relativamente aos transportes aéreos e marítimos”.
No entanto, o delegado de Saúde indica que “é importante que as pessoas utilizem a consulta do viajante na ilha de São Miguel, como uma acção preventiva para todas as pessoas que se desloquem para zonas de risco.
Mário Freitas revelou que a consulta do viajante na ilha de São Miguel está a ser muito requisitada por pessoas que viajam em lazer ou por motivos profissionais.
“A procura é absolutamente impressionante. Tínhamos pensado em fazer a consulta de forma quinzenal, mas não houve possibilidade e durante os primeiros dez dias as consultas foram realizadas todos os dias. Nos primeiros dez dias foram realizadas cinquenta consultas em São Miguel, o que é um número impressionante”, refere.
A procura registada por este género de consulta motivou uma alteração da frequência das consultas, que passaram de quinzenais para semanais, existindo actualmente uma média de oito a nove consultas por semana.
“É um número bom, porque as pessoas perceberam que é importante deslocarem-se à consulta para gerir os riscos das viagens”.
Mário Freitas aponta que “tanto as pessoas que viajam para África, América do Sul, Ásia e inclusivamente a Madeira, após as notícias vindas a público devem dirigir-se às consultas do viajante”, recomendou o delegado de Saúde de São Miguel.
Devido à existência deste novo serviço de apoios aos viajantes, a Delegação de Saúde de São Miguel vai promover a 14 de Novembro, na Lagoa, um workshop denominado “Viagens à Saúde”, dedicado a esclarecer as dúvidas existentes nas agências de viagens e órgãos de comunicação social.
“Neste momento é importante falarmos sobre os cuidados que as agências de viagens devem transmitir aos seus clientes e recomendamos que aconselhem a consulta do viajante”, afirmou.
Em Fevereiro de 2009 será realizado um colóquio destinado aos profissionais de Saúde. ||

Doença de Dengue aumenta no Brasil

Os últimos relatórios de saúde no Brasil apontam para um aumento do surto de Dengue, que atingiu 279.241 pessoas em 2006.
O mosquito actualmente é identificado em regiões tropicais da América do Sul e África, sendo ainda registada a sua presença na ilha da Madeira e Florida, nos Estados Unidos da América.
O mosquito dentro de uma habitação procura pousar em armários e outros lugares escuros, enquanto fora de casa procura fazê-lo em locais frescos e sombrios, conforme explicou Mário Freitas.
“O mosquito reproduz-se em locais onde exista água, por isso é necessário ter muita atenção com cisternas e bidões abandonados”. ||

Fonte:Açoriano Oriental


 

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185 milhões de diabéticos

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DIABETES CONSOME 13% DO ORÇAMENTO EUROPEU DA SAÚDE A Organização Mundial de Saúde calcula que existam 185 milhões de diabéticos em todo o mundo, mas apenas 40% estão diagnosticados e tratados. Em Portugal, há mais de 750 mil diabéticos – o número tem tendência a aumentar nos próximos anos – sendo que 90% são do tipo 2. Estes foram alguns dos dados apresentados no workshop “Diabetes Care: Autocontrolo e Nutrição”, dirigido a profissionais de saúde que trabalham a área da diabetes e promovido pela Bayer Diabetes Care, onde foram abordadas áreas como Nutrição e Diabetes, Autocontrolo e Humor, Emoções positivas e Soluções em Diabetes.

“Os números ligados à diabetes são alarmantes e vão duplicar nos próximos 20 anos. A doença é, actualmente, umas das principais causas de morte nos países desenvolvidos e consome entre 7 a 13% do orçamento da saúde na Europa”, afirma o Dr. Álvaro Coelho, médico internista do Centro Hospitalar de Coimbra e orador convidado para falar sobre autocontrolo. “Os enfermeiros têm um papel fundamental na formação dos diabéticos, pois lidam com eles no dia-a-dia. Para que a diabetes esteja controlada e não desenvolva outras complicações é muito importante que o doente saiba fazer o autocontrolo através das medições de glicemia e que cumpra as recomendações da equipa de saúde”, acrescenta.

A alteração dos hábitos alimentares, de forma a dar melhor qualidade de vida ao diabético, não é fácil de introduzir na maior parte dos casos. A alimentação mediterrânica é considerada uma das melhores e mais completas, mas os portugueses precisam melhorar os seus hábitos alimentares, evitando abusar do sal e gorduras. “O nosso prato deve ter as cores do arco-íris, ou seja, devemos comer um pouco de tudo e de forma variada. As palavras-chave para se conseguir uma boa alimentação são qualidade, variedade, equilíbrio, harmonia e prazer”, explica Gil Edgar, gastrónomo da Fundação Portuguesa de Cardiologia/Delegação Centro.

Reconhecendo necessidades individuais, a Bayer Diabetes Care trabalha com profissionais de saúde e pessoas com diabetes para criar e melhorar a gama de produtos, serviços e sistemas de suporte ao controlo da diabetes. Para qualquer informação não hesite em contactar a Linha de Apoio ao Cliente 808 269 269.

Fonte:Inforpress

 

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Dia da diabetes

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Rastreio na Ribeira Grande O Centro de Saúde da Ribeira Grande vai associar-se ao Dia Mundial da Diabetes, que hoje se assinala, promovendo um rastreio à obesidade, hipertensão arterial, diabetes, colesterol e trigliceridos.
O rastreio decorrerá no Teatro Ribeiragrandense, entre as 9 e as 16 horas.

Fonte:Correio dos Açores

 

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Cegueira da diabetes com porta para a cura

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Um grupo de investigadores da Universidade de Coimbra identificou mecanismos de morte celular que desenvolvem a retinopatia diabética. Investigadores da Universidade de Coimbra identificaram os mecanismos de morte celular que dão lugar à retinopatia diabética,
a maior causa de cegueira a nível mundial. Isso permitirá novo fármaco para combater a doença

Um grupo de investigadores da Universidade de Coimbra identificou mecanismos de morte celular que desenvolvem a retinopatia diabética, doença que é a principal causa de cegueira a nível mundial na população adulta. A descoberta abre caminho ao desenvolvimento de um novo fármaco para impedir os problemas de visão causados pela diabetes e travar esta doença neurodegenerativa antes de se revelar, revelou à Lusa o coordenador da investigação, Paulo Santos.
“Esta descoberta representa um novo paradigma para esta área da medicina porque, até aqui, era assente que os danos na visão provocados pela diabetes se deviam única e exclusivamente a alterações vasculares no vaso da retina”, refere uma nota de imprensa da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade de Coimbra (FCTUC).
A investigação, financiada pela Fundação para a Ciência e Tecnologia, prova que o fenómeno da morte de neurónios e consequentes problemas de visão provocados pela diabetes é muito anterior às alterações nos vasos da retina, acrescenta. “A doença perturba o funcionamento do ATP (a molécula que fornece energia e que funciona como neurotransmissor), o que gera a libertação de uma substância nociva responsável pela morte dos neurónios”, explicou Paulo Santos, docente do Departamento de Zoologia da FCTUC.
Ao descobrir e identificar os mecanismos “é agora possível desenvolver uma molécula capaz de bloquear a libertação dessa substância responsável pela morte das células ou, em caso de libertação, anular a sua acção, sendo possível evitar ou retardar a perda das capacidades visuais dos diabéticos”. A metodologia aplicada na investigação, desenvolvida ao longo dos últimos três anos, envolveu testes in vivo (em modelos animais) e in vitro. Os investigadores induziram a diabetes, isolaram a retina e estudaram todo o complexo processo até à morte dos neurónios.
“Esta pode ser uma das vias a utilizar para travar a propagação da doença. É uma porta que se abre”, referiu o investigador à agência Lusa, salientando que se trata de uma patologia que é a principal causa de cegueira na população adulta mundial, e muito incapacitante mesmo que não chegue ao nível extremo. Em Portugal há cerca de 500 mil diabéticos e a maioria deles desenvolve a retinopatia diabética. ||

Fonte:Açoriano Oriental


 

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5% dos portugueses sofre de depressão grave

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CRISE ECONÓMICA ACTUAL FAVORACE AUMENTO DO RISCO DE DEPRESSÕES Segundo a Sociedade Portuguesa de Psiquiatria e Saúde Mental, cerca de 10% dos portugueses (1 milhão de pessoas) já sofreu, em algum período da vida, de perturbações psiquiátricas. Actualmente, 5% da nossa população sofre de depressão grave, cerca de 1% tem esquizofrenia e 2% sofre de distúrbio bipolar. A maioria das perturbações psiquiátricas começa a manifestar-se antes da adolescência, mas pode também surgir na fase adulta. Na origem estão determinantes genéticas e factores psicológicos, tóxicos, físicos e sociais. Sinais como alterações de sono, falta de apetite, comportamentos fora do comum ou oscilações de humor podem indicar perturbações mentais. Os especialistas defendem, ainda, que a actual crise económica e a pressão financeira nas famílias é um factor motivante de depressões.

A Bristol-Myers Squibb convida-o/a a estar presente no dia 25 de Novembro, terça-feira, às 10.30 horas, no Espaço Restelo (Sala Magna) para um pequeno-almoço de debate sobre “Perturbações Mentais e o Estigma Social”. O encontro conta com a presença da Professora Doutora Maria Luísa Figueira, Chefe de Serviço de Psiquiatria do Hospital Santa Maria, Dr. José Manuel Jara, Director de Serviço de Psiquiatria do Hospital Júlio de Matos, e Lisette Canas, mãe de um doente com esquizofrenia e membro das Associações de Famílias Pró-Saúde Mental.


PROGRAMA
10:30h – Recepção aos Jornalistas
10:45h – Início do debate
Professora Doutora Maria Luísa Figueira– O futuro das doenças mentais e o Estigma Social
Dr. José Manuel Jara – A psiquiatria, a recuperação da saúde mental e os Media
Lisette Canas – “Viver com o doente mental”: testemunho na 1ª pessoa
11:45 – Conclusão e espaço para entrevistas individuais

Fonte:Inforpress

 

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BREEZE2 ajuda a controlar os níveis de glicemia

BREEZE2 ajuda a controlar os níveis de glicemia

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DIABÉTICOS TÊM 26% MAIS RISCOS DE COMPLICAÇÕES COM GRIPE Nesta altura do ano, as alterações de temperatura são ideais para gripes e constipações. No caso das pessoas com diabetes os cuidados devem ser redobrados pois, as infecções descompensam o quadro do diabético, aumentando a possibilidade de complicações devido à subida dos níveis de glicemia. Estas infecções quando mal tratadas podem levar a pneumonias, uma patologia que vitima cerca de 3800 portugueses todos anos. Segundo um estudo da Universidade de Aarhus (Dinamarca) os diabéticos apresentam uma probabilidade 26% maior de internamento por doença respiratória, que uma pessoa não diabética. De acordo com os autores do estudo, o risco de hospitalização relacionada com pneumonia aumenta em 4,4 vezes em pessoas com diabetes tipo 1 e em 1,2 vezes em pessoas com diabetes tipo 2.
Para prevenir as complicações que podem resultar de infecções respiratórias, os indivíduos com diabetes devem elaborar um plano para controlar a glicemia. Com o objectivo de facilitar esta tarefa, a Bayer Diabetes Care tem o medidor de glicemia BREEZE2, com Tecnologia Autocodificação e Disco com 10 Tiras Integradas, que evita até 46% de erro nos resultados, com apenas 1 microlitro de sangue e em apenas 5 segundos. É ergonómico, tem visor de leitura fácil, botões de função única e não são necessários códigos (autocodificação). É ainda o primeiro mecanismo do género a receber a menção “Ease of Use” da Arthritis Foundation.
As constipações podem ser menos frequentes e atenuadas, através de vacinas chamadas polivalentes orais. A vacina contra a gripe faz-se todos os anos, no final de Setembro, princípio de Outubro e é recomendada a grupos de risco como diabéticos, cardíacos, idosos e crianças. Para além da vacinação, as pessoas com diabetes devem verificar os níveis de açúcar no sangue, em intervalos regulares, não deixar de tomar a medicação, excepto por recomendação do médico, cumprir o plano de refeições e beber líquidos frequentemente. Caso o nível de glicemia for superior a 250 mg/dL em duas medições consecutivas, sentirem febre, diarreia ou vómitos, devem consultar de imediato o médico.

Fonte:Inforpress


 

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Para ter cuidado

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Diabetes potencia a gripe Segundo um estudo da Universidade de Aarhus, na Dinamarca, os diabéticos apresentam uma probabilidade 26% superior de internamento por doença respiratória que uma pessoa não diabética. De acordo com os autores do estudo, divulgado pela Bayer Diabetes Cae, o risco de hospitalização relacionada com pneumonia aumenta em 4,4 vezes em pessoas com diabetes tipo 1 e em 1,2 vezes em pessoas com diabetes tipo 2. As constipações podem ser menos frequentes e atenuadas, através de vacinas chamadas polivalentes orais. A vacina contra a gripe faz-se todos os anos, no final de Setembro, princípio de Outubro, e é recomendada a grupos de risco como diabéticos, cardíacos, idosos e crianças. Para além da vacinação, as pessoas com diabetes devem verificar os níveis de açúcar no sangue, em intervalos regulares, não deixar de tomar a medicação, excepto por recomendação do médico, cumprir o plano de refeições e beber líquidos frequentemente. Caso o nível de glicemia for superior a 250 mg/dL em duas medições consecutivas, sentirem febre, diarreia ou vómitos, devem consultar de imediato o médico. Para prevenir as complicações que podem resultar de infecções respiratórias, os indivíduos com biabetes devem elaborar um plano para controlar a glicemia. Com o objectivo de facilitar esta tarefa, a Bayer Diabetes Care colocou no mercado o medidor de glicemia Breeze2, com tecnologia de autocodificação e disco com 10 tiras integradas, que evita até 46% de erro nos resultados, com apenas um microlitro de sangue e em apenas cinco segundos. Trata-se do primeiro mecanismo do género a receber a menção "Ease of Use" da Arthritis Foundation.

Fonte:Correio dos Açores


 

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Expedição aos Andes

Expedição aos Andes

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Diabéticos podem fazer esforços Uma expedição de diabéticos portugueses parte hoje para os Andes argentinos, na América do Sul, na tentativa de alcançar o cume do Aconcágua, a montanha mais alta do hemisfério Sul, com cerca de sete mil metros.

O grupo, de três diabéticos, pretende “alcançar o cume, a 6.972 metros de altitude”, na tentativa de registar o feito de serem “os primeiros diabéticos dependentes de insulina a chegar ao cume daquela montanha andina pela Rota dos Polacos Transversal”, o segundo caminho mais difícil, explicou o participante Frederico Teixeira.

A expedição será acompanhada pela médica Sílvia Saraiva, que considera importante “desmistificar a diabetes como doença incapacitante”.

A médica e organizadora da expedição pretende “promover o avanço científico da diabetes, estudando o seu controlo em situações de exercício extenuante e em condições climatéricas extremas”.

Sílvia Saraiva tem como objectivo, para além do registo do feito, mostrar que “o facto de serem portadores da doença não é impeditivo de fazerem qualquer tipo de actividade”.

Na sua opinião, os portadores da diabetes podem fazer “qualquer tipo de esforço.

Fonte:Açoriano Oriental/Lusa


 

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Dia Europeu da Disfunção Eréctil

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Objectivo é fazer uma triagem em termos de doenças que possam estar na origem de disfunções erécteis, como são os casos da diabetes e da hipertensão São as mulheres que, cada vez mais, tendem a “perder vergonhas” e a enfrentar as disfunções sexuais que afectam 500 mil homens portugueses, levando-os a consultas médicas e seguindo-os nos tratamentos. O facto é constatado pela Sociedade Portuguesa de Andrologia (SPA), que ontem e hoje - Dia Europeu da Disfunção Eréctil - está em Lisboa com uma Unidade Móvel de apoio a rastrear factores de risco e a aconselhar os homens e casais que por lá passam. No Parque Eduardo VII, junto à Praça Marquês de Pombal, uma equipa de enfermeiros avalia dados como a pressão arterial e glicémica, sendo depois as pessoas encaminhadas para outra sala, onde falam com um psicólogo. “O nosso objectivo é fazer uma triagem em termos de doenças que possam estar na origem de disfunções erécteis, como são os casos da diabetes e da hipertensão, por exemplo”, disse à Lusa Pepe Cardoso, médico andrologista da SPA.||

Fonte:Açoriano Oriental
[Fim de Notícia]


Lusa

 

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Catorze por cento dos açorianos sofre de diabetes

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A diabetes afecta 14,3 por cento da população açoriana, entre os 20 e os 79 anos, mas 5,1 por cento ainda não sabe que tem a doença. A diabetes afecta 14,3 por cento da população açoriana, entre os 20 e os 79 anos, mas 5,1 por cento ainda não sabe que tem a doença.
Os dados do Estudo da Prevalência da Diabetes em Portugal, promovido pela Sociedade Portuguesa de Diabetologia e Associação Protectora dos Diabéticos de Portugal, mostram que os Açores são uma das zonas do país com maior prevalência da doença crónica.
O estudo, integrado no Programa Nacional de Prevenção e Controlo da Diabetes da Direcção-Geral da Saúde, partiu de uma amostra de mais de cinco mil pessoas, entre os 20 e os 79 anos. A informação recolhida indica que, no total, mais de 905 mil pessoas em Portugal são diabéticas, ou seja, 11, 7 por cento da população portuguesa. E apesar do tratamento de dados por região ainda não estar concluído, já se sabe que a Madeira possui uma prevalência inferior (10,9 por cento) à nacional, bem como à dos Açores.
Para Luís Gardete Correia, o médico que liderou a equipa que desenvolveu o estudo, a percentagem da população açoriana que sofre da doença atingiu “um valor deveras preocupante”. Na sua opinião, “esta informação que não existia antes” deve agora ser usada para “definir estratégias”, afirmou à Rádio Açores/ TSF.
Rui César, médico endocrinologista responsável pelos programas regionais de Prevenção e Controlo da Diabetes e de Luta Contra a Obesidade, considera que os valores apurados estão relacionados com o elevado número de obesos existente na Região. “Nós temos mais obesos e, por isso, não admira que havendo mais obesidade haja mais diabetes”, sublinha Rui César.
Luís Gardete Correia, por sua vez, explica que o estilo de vida das pessoas é o detonador da doença. “As pessoas passaram de um estilo de vida activo e de uma alimentação tradicional para uma alimentação muito rica em gorduras e em açúcares, começaram a andar mais de automóvel e, portanto, começaram a engordar”, refere o médico. Ora, “os nossos organismos não foram feitos para este tipo de vida”, sublinha Luís Gardete Correia, para quem a diabetes “é o preço da urbanização e da melhoria da qualidade de vida que tivemos nas últimas décadas”.
Rui César destaca que, apesar da elevada prevalência da doença nas ilhas, é positivo que, nos Açores, a percentagem de pessoas com a doença diagnosticada seja mais elevada (9,2 por cento na Região e 6,6 por cento a nível nacional). O médico deixa, no entanto, o alerta: “as pessoas têm de fazer alguma coisa para saber se são diabéticas, porque quanto mais cedo souberem da sua doença, mais cedo podem agir e evitar a sua progressão”. Como adiantou ontem o médico, os programas regionais de prevenção e controlo da diabetes e de combate à obesidade estão a ser repensados em conjunto com Direcção Regional da Saúde. Considerando os elevados números apresentados, o secretário regional da Saúde anunciou que vão ser adquiridos equipamentos para acompanhar os diabéticos e ao nível dos doentes potenciais serão desenvolvidas acções de rastreio, em articulação com os centros de saúde.||

Primeiro estudo sobre a prevalência da doença

Até ao momento, os números nacionais de diabéticos tinham por base estudos espanhóis e o último inquérito de saúde do Instituto Ricardo Jorge havia registado uma percentagem de 6,5 por cento de portugueses com a doença, adiantou ontem a Agência Lusa.
O actual estudo, desenvolvido pela Sociedade Portuguesa de Diabetologia e pela Associação Protectora dos Diabéticos de Portugal, foi realizado de forma aleatória em 122 locais do país, tendo em conta a densidade populacional, zonas urbanas e zonas rurais, com uma amostra de 5167 pessoas representativas do país inteiro. Registou 6,6 por cento de diabéticos diagnosticados, mas também detectou 5,1 por cento de pessoas que tinham a doença e não sabiam. ||

Fonte:Açoriano Oriental


 

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“Você e a diabetes”

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Novo DVD responde às principais questões dos doentes diabéticos A pensar na melhoria da qualidade de vida dos cerca de 900 mil portugueses diabéticos, o Abbott Diabetes Care criou o DVD “Você e a diabetes”. Este DVD, que pode ser obtido gratuitamente, fornece diversas informações sobre como lidar com esta patologia que exige cuidados especiais no dia-a-dia do doente.

Totalmente em português e dirigido não só a adultos mas também a um público mais jovem, este DVD é composto por diferentes tópicos onde são abordadas questões como “alimentação saudável”, “exercício”, “regimes de tratamento”, “gravidez”, “complicações a longo prazo”, “cuidado com o coração” e “álcool”, entre outras.

De acordo com António Freitas, responsável pela área Diabetes Care do Abbott Laboratórios, “este DVD pretende ser uma ferramenta útil no auxílio aos doentes diabéticos, abordando as principais questões inerentes à doença. Verificamos que muitas pessoas ficam bastante assustadas quando são confrontadas com o diagnóstico da diabetes pelo que nos pareceu bastante pertinente esclarecer desta forma simples, mas ao mesmo tempo completa, as principais questões com as quais os diabéticos se confrontam”.

Para saber onde obter este DVD os doentes diabéticos devem consultar o seu profissional de saúde ou ligar para a Linha Gratuita de Apoio ao Cliente do Abbott Diabetes Care – 800 200 891.

Fonte:MediaHealth Portugal


 

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Diabetes

Diabetes

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“Diabetes é uma doença que arrasta muitos preconceitos”


A diabetes “é uma doença que se está a alastrar muito na Região e ainda arrasta muitos preconceitos”, alerta Eduardo Moreira, vice-presidente da Associação de Diabéticos de São Miguel e Santa Maria. “Muitas pessoas no arquipélago são diabéticas, mas não estão registadas como tal”, diz o vice-presidente da associação que explicou que a associação pretende combater o facto de “muitas pessoas viverem num esquema sombrio porque não gostam que se saiba que são diabéticos”. Relativamente às causas deste comportamento, Eduardo Moreira revela que “isto acontece pela posição social das pessoas. E em casos mais graves a doença é escondida por causa dos seguros. Como as pessoas têm compromissos com a banca e têm seguros de vida, isto faz com que as pessoas escondam a doença”. Desta forma, segundo o responsável, a associação pretende “agrupar cada vez mais os diabéticos na defesa dos seus interesses, uma vez que os diabéticos têm vindo a perder muitas regalias que possuíam, como medicamentos muito mais baratos e comparticipados”. Realçou ainda que “quanto mais desagregados estivermos mais difícil será reivindicarmos os nossos direitos junto das entidades responsáveis do país”. A Associação de Diabéticos de São Miguel e Santa Maria nasceu há cerca de quatro anos, a 29 de Novembro de 2005, com o objectivo de contribuir para a luta contra a diabetes e apoiar os diabéticos. Surgiu na sequência dos encontros de diabéticos que se faziam no antigo hospital de Ponta Delgada, coordenados pelo médico Rui César. A instituição particular de solidariedade social sem fins lucrativos tem desenvolvido ao longo dos anos diversas actividades com vista à integração social e comunitária dos diabéticos e defesa dos seus interesses. “Já fizemos diversas sessões de esclarecimento das quais constam palestras, jornadas e rastreios. E colaborámos sempre que fomos solicitados pelo Programa de Prevenção e Controle de Diabetes e Combate à Obesidade nos Açores”, frisou o vice-presidente. Com cerca de 260 associados, esta foi uma associação que inicialmente surgiu apenas em São Miguel. “Foi uma associação que demorou imenso tempo a ser constituída e inicialmente era só de São Miguel. Mas depois, com o decorrer do tempo, surgiram também associados na ilha de Santa Maria”, explicou. A Associação de Diabéticos de São Miguel e Santa Maria agora não tem projectos entre mãos, porque estão a tentar eleger uma nova direcção. “Temos uma nova assembleia geral marcada para dia 11 de Julho”, informou Eduardo Moreira. O actual vice-presidente da instituição está à espera que surja uma lista candidata que assuma os destinos da associação, porque “é uma pena pôr fim a um trabalho de quatro anos feito com muito carinho” pela comissão instaladora. “Quero fazer um apelo para que até dia 11 de Julho surja uma nova equipa empenhada e que se dedique aos interesses dos associados e da associação. Precisamos de novas pessoas para dar uma reviravolta na associação”, conclui Eduardo Moreira. A diabetes é um grupo de doenças crónicas, demonstradas pelos valores elevados de açúcar no sangue. Alguns sintomas da doença são muita sede, muita fome, cansaço e perda rápida de peso. Relativamente às consequências da doença podem ser a cegueira, enfartes e até o coma.

Fonte:Açoriano Oriental

 

migel

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Diabetes explicada aos jovens em Vila Franca

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5ª. Semana Educativa para Jovens Diabéticos Tipo 1 Vila Franca do Campo recebe a partir deste sábado e até ao dia 28 do corrente mês a 5ª. Semana Educativa para Jovens Diabéticos Tipo 1.
No primeiro dia, sábado, vai decorrer o workshop "Importância do Controlo e Autocontrolo na Diabetes Tipo 1", coordenado pelo médico Rui César. Para domingo está agendado um passeio pela Coroa das Sete Cidades. Quanto ao dia 24, terá lugar a partir das 10h00 um safari vulcânico que será guiado pelo professor Victor Hugo Forjaz. Às 17h00 cabe ao médico João Anselmo orientar o workshop "Inovações na Terapêutica da Diabetes".
Para os restantes dias da semana estão agendadas outras actividades ao ar livre, como a descida à Lagoa do Fogo. Além disso, vão ter lugar outros workshops com o intuito de alertar os mais jovens para a diabetes.
Esta iniciativa realiza-se no âmbito das actividades do Programa Regional de Prevenção e Controle da Diabetes e Combate à Obesidade dos Açores, e do Serviço de Endocrinologia e Nutrição.

Fonte:Açoriano Oriental


 

migel

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Existem 12.500 casos diagnosticados em Portugal

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FILHOS DE PORTADORES DE DII TÊM 9% A 36% PROBABILIDADE DE DESENVOLVER A DOENÇA Mulheres com Doenças Inflamatórias do Intestino (DII) – Doença de Crohn e Colite Ulcerosa – podem engravidar desde que a patologia esteja controlada e numa fase de remissão, isto é, sem sintomas. Regra geral, as taxas de infertilidade, nestes casos, são semelhantes às da população em geral, aproximadamente 8 – 10%. No entanto, o risco do bebé vir a desenvolver a doença é de 9% a 36%, dependendo de um ou os dois progenitores serem portadores de DII.

“A evolução terapêutica neste campo da medicina coloca um número crescente de mulheres em remissão e num estado de considerar a gravidez. De facto, o período de gestação não afecta a Colite Ulcerosa ou a Doença de Crohn, desde que a concepção ocorra com a doença controlada”, explica o Professor Dr. Fernando Magro, Médico Gastrenterologista do Hospital de S. João.

As terapêuticas biológicas, como o Infliximab, têm-se revelado extremamente eficazes no tratamento da DII e em colocar os doentes em remissão clínica. O tratamento com o fármaco pode e deve ser mantido durante o período de gravidez e amamentação, uma vez que não existem evidências clínicas de que ponha em risco a mãe ou o feto. A interrupção da terapêutica tem um impacto negativo na evolução da doença. Deve evitar-se terapêutica com corticóides quando a mulher está a ponderar engravidar, uma vez que podem causar problemas de saúde à mãe e/ou ao bebé.

Actualmente, existem 12.500 portugueses com DII, sendo que 6.500 sofrem de Colite Ulcerosa e 6.000 de Doença de Crohn. Estas patologias caracterizam-se por uma inflamação crónica, de causa desconhecida, que afecta sobretudo o intestino delgado, no caso da Doença de Crohn, e o cólon e recto, na Colite Ulcerosa.

Fonte:Inforpress


 

maioritelia

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Estudo: Dieta mediterrânica pode ajudar contra depressão

Fortemente relacionada com a redução do risco de doenças cardiovasculares, a dieta mediterrânica mostrou ter efeitos protectores contra a depressão num estudo realizado com 10.094 pessoas. O trabalho foi publicado na edição de Outubro do Archives of General Psychiatry, uma das publicações da Associação Médica Americana.
Investigadores das Universidades de Las Palmas e de Navarra (ambas em Espanha) avaliaram dados de 10.094 espanhóis, que preencheram questionários de 1999 a 2005 sobre a sua dieta. Os estudiosos calcularam a adesão à dieta mediterrânica baseados em nove itens: maior ingestão de gorduras monosaturadas em comparação às saturadas, consumo moderado de álcool e lacticínios, baixa ingestão de carne vermelha e elevado consumo de legumes, frutas, oleaginosas (como nozes e castanhas), cereais e peixes.

Após acompanharem os voluntários por cerca de quatro anos, identificaram 480 novos casos de depressão - a maioria (324 ocorrências) em mulheres. Os que seguiram a dieta apresentaram um risco 30% menor de desenvolver depressão. Para chegar aos resultados, foram ajustados outros factores influenciáveis, como o estilo de vida, estado civil, doenças crónicas e uso de antidepressivos.
 

migel

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"Dia Mundial da Dor Neuropática” – 13 de Outubro

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ImagemSabe que a sensação de choque eléctrico pode ser dor? Sabe que a sensação de formigueiro pode ser uma dor? Sabe que quando sente uma picada ou uma sensação de queimadura pode ser dor? Arranca hoje a campanha “A sua dor é real e tem um nome”, campanha da Associação Portuguesa para o Estudo da Dor (APED), do Instituto Português de Reumatologia (IPR), da Sociedade Portuguesa de Medicina Física e Reabilitação (SPMFR) e da Pfizer, que pretende alertar os portugueses para a dor neuropática e os sintomas sugestivos desta doença.

Os resultados do estudo mostram que mais de 70% da população nunca ouviu falar de dor neuropática, é urgente sensibilizar os portugueses para dor neuropática, uma doença com um impacto muito significativo na qualidade de vida dos doentes e que tem uma taxa de subdiagnóstico muito elevada.

A campanha “A sua dor é real e tem um nome”, da Associação Portuguesa de Estudo da Dor (APED), do Instituto Português de Reumatologia (IPR), da Sociedade Portuguesa de Medicina Física e de Reabilitação (SPMFR) e da Pfizer, chega a Portugal para colmatar as necessidades sentidas pelos inquiridos no estudo de percepção. Despertar e informar a população sobre uma doença que se estima que possa afectar até 7% da população.

O site exclusivamente dedicado à dor neuropática, Pfizer Animal Health, tem o objectivo de tornar a informação sobre dor neuropática acessível a todos. Neste, os visitantes podem responder a um questionário sobre dor neuropática, esclarecer dúvidas em relação aos sugestivos sintomas da doença e ler sobre casos clínicos de dor neuropática que podem ajudar o visitante a identificar-se.

De forma a chegar de forma personalizada à população, a campanha de sensibilização vai também marcar presença em Centros de Saúde, hospitais e centros comerciais, a partir de 12 de Outubro e até à primeira semana de Novembro os visitantes do “Espaço Dor” podem informar-se sobre os sintomas sugestivos da dor neuropática. Os interessados vão ter oportunidade de responder a um questionário que ajuda a reconhecer se a pessoa tem os sintomas sugestivos desta doença.

12 a 18 de Outubro – Centro Comercial Vasco da Gama (Lisboa)
19 a 25 de Outubro – Centro Comercial Norte Shopping (Porto)
16 Outubro a 1 de Novembro – Centro Comercial Coimbra Shopping (Coimbra)
2 a 8 de Novembro – Centro Colombo (Lisboa)

Sensações como picadas, formigueiro, queimaduras e choques eléctricos não acontecem por acaso. São sintomas reais, que podem indicar a presença de dor neuropática.

Na Semana Europeia da Luta Contra a Dor, de 12 a 18 de Outubro, a Associação Portuguesa para o Estudo da Dor (APED), o Instituto Português de Reumatologia (IPR), a Sociedade Portuguesa de Medicina Física e Reabilitação (SPMFR) e a Pfizer, lançam a campanha “A sua dor é real e tem um nome”, alertando todos portugueses para a dor neuropática e sintomas que a sugerem.

A dor neuropática é um tipo de dor crónica causada por uma lesão nos nervos ou em zonas do sistema nervoso central (como a medula ou cérebro) que percepcionam sinais de dor, o que provoca no doente uma dor persistente, normalmente caracterizada por sensações de picadas, queimadura, choques eléctricos ou formigueiro. Ao contrário da dor aguda, que habitualmente constitui uma resposta normal do organismo que avisa quando qualquer coisa não está a funcionar em condições e desaparece após cura da lesão, a dor crónica não tem qualquer função protectora e persiste após a cura da lesão. É uma doença ignorada pela maioria da população, que sofre desnecessariamente. A APED, o IPR, a SPMFR e a Pfizer, através da campanha, desejam sensibilizar para a existência desta patologia e para a possibilidade de tratamento de forma a melhorar a qualidade de vida dos doentes, diminuindo a taxa de subdiagnóstico associada à dor neuropática.

Segundo o Dr. José Romão, presidente da APED, “devido ao desconhecimento generalizado sobre esta doença, existe uma grande dificuldade de descrição dos sintomas por parte do doente, que também torna mais difícil a identificação da doença por parte do médico. Assim sendo, a campanha pretende revelar e incentivar a utilização de uma linguagem comum para descrição de sintomas que facilitem o diagnóstico e tratamento adequados.”

Já para o Dr. Luís Cunha Miranda, director clínico adjunto do IPR, “a campanha pretende colocar este tema na ordem do dia e informar os portugueses sobre esta patologia, o que vai acelerar o processo de diagnóstico, que, quando existe, acontece depois de várias tentativas falhadas de tratamento desadequado à dor neuropática.” Em termos económicos a dor neuropática é também um problema grave, nos Estados Unidos em 2002 os gastos com esta doença foram de 150 biliões de dólares, e mais recentemente, em Espanha, o custo mensal era de 363€ por doente.[1] Em Portugal, infelizmente ainda não existem dados.

Estudos indicam que a dor constitui a principal causa de consulta médica, e embora não haja muitos dados epidemiológicos sobre a doença, estima-se que poderá atingir cerca de 8% da população.[2] Um estudo efectuado na União Europeia concluiu que o reconhecimento da dor neuropática é ainda um problema e afecta 65% dos especialistas em Medicina Geral e Familiar, que é a especialidade que está responsável pela avaliação inicial de 75% dos doentes e acompanhamento de 54% destes. Os especialistas em dor são os que melhor reconhecem a dor neuropática, mas seguem apenas 1% dos doentes.[3] Sobre isto o Dr. Jorge Laíns, presidente da SPMFR, confirma que “a dor neuropática é, não só um tema desconhecido pela população, mas também pouco presente no dia-a-dia de um profissional de saúde”. Assim sendo reforça a “importância da divulgação de palavras-chave representativas, que despertem no médico o reconhecimento de sintomas muito provavelmente ligados à dor neuropática, como são a picada, o formigueiro, o choque eléctrico e a queimadura.”

Esta é uma campanha desenvolvida a nível Europeu, com presença em 17 países, e que em Portugal vai estar na televisão, imprensa e na Internet, através de uma campanha digital e do lançamento de um site exclusivamente dedicado à dor neuropática, cujo endereço é: Pfizer Animal Health. Neste, os visitantes podem responder a um questionário sobre dor neuropática, esclarecer dúvidas em relação a sintomas e ler sobre casos clínicos de dor neuropática que podem ajudar o visitante a identificar os sintomas que tem.

? Um toque superficial (com roupa/cobertor) provoca dor?
? Sofre de sensação de queimadura ou ardor?
? Sente uma sensação de picada ou formigueiro (como formigas a caminhar ou um choque eléctrico)?

São algumas das questões que identificam sintomas sugestivos de Dor Neuropática.

Manter um diário da dor (registando a pior dor do dia, o que o doente fez que possa ter despoletado ou aliviado a dor, etc.) e falar abertamente da dor, são sugestões que podem ajudar o doente a gerir a dor neuropática. No entanto, e porque a dor neuropática surge de forma diferente em cada pessoa, o primeiro conselho da campanha é a marcação de uma consulta médica. Nesta, o médico pode perceber e encontrar o tratamento certo para o doente, que pode variar entre: terapias físicas (por exemplo, tratamento por calor e/ou frio, estimulação nervosa transcutânea eléctrica), cinesiterapia, métodos psicológicos (técnicas de relaxamento e métodos psicoterapêuticos), acupunctura, ou medicamentos.

O Dia Mundial da Dor Neuropática assinala-se pela segunda vez, a 13 de Outubro de 2009. É um dia instituído pela Neuropathic Network (NPN), uma coligação de várias organizações que apoia activamente pessoas com dor neuropática, para culminar a campanha de sensibilização “Can you feel my pain” lançada o ano passado a nível europeu (Escócia, Suécia, Alemanha e Países Baixos). A campanha chega agora a Portugal.

Fonte:Grupogci

 
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