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Uma mulher de 61 anos foi condenada por impedir o enterro legal e digno do seu marido, de 71 anos, encontrado em avançado estado de decomposição no quarto do casal.
Sally Smithson, 61 anos, confessou-se culpada de uma acusação de impedir o enterro legal e digno de um corpo depois que o seu companheiro, de 71 anos, foi encontrado em estado avançado de decomposição.
O corpo foi descoberto na casa em Oxfordshire, no Reino Unido, que John Blackwell e Sally Smithson partilhavam a 21 de outubro do ano passado, mas terá morrido cerca de três semanas antes, no dia 1 desse mesmo mês. A última vez que o homem foi visto com vida, contudo, tinha sido mais de um mês antes da data da morte, a 19 de setembro.
As suspeitas começaram logo por volta dessa altura, quando os serviços de limpeza à casa começaram a ser sistematicamente cancelados.
Já em outubro, os vizinhos começaram a notar também os comportamentos erráticos de Smithson, que relatam que a mulher estaria constantemente a espreitar pelas janelas.
Para evitar que houvesse suspeitas, Sally começou até a responder a mensagens enviadas ao marido, numa tentativa de encobrir a verdade. Quando questionada sobre o paradeiro de John, Smithson dizia que ele tinha "saído" ou que estava a recuperar de uma visita ao hospital.
A denúncia acabou por chegar mesmo assim, vinda da empregada de limpeza do casal, que alertou a polícia. Quando as autoridades chegaram, Smithson confessou rapidamente. O marido estava no andar de cima. Tinha morrido três semanas antes.
"A polícia encontrou o corpo dele no chão do quarto. Ele estava deitado de costas e nu. Estava num estado avançado de decomposição. Não havia sinais de ferimentos", afirmou o procurador Charles Ward-Jackson durante o julgamento, citado pelo The Mirror.
As autoridades determinaram que John terá morrido de ataque cardíaco e que não houve qualquer crime na sua morte.
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