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Notícias Preço do petróleo? Casa Branca está a rever "todas as opções credíveis"

Lordelo

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O governo "tem uma estratégia desde o início" nesta matéria, assegurou Taylor Rogers numa declaração transmitida à agência de notícias francesa AFP, insistindo que a subida era um fenómeno "de curto prazo".


Mas, o presidente americano não tem muitos instrumentos para influenciar realmente os preços do crude, que subiram mais de um terço desde o início da guerra, e os preços na bomba.


Donald Trump, que reabasteceu em parte as reservas estratégicas de petróleo dos EUA (SPR, Strategic Petroleum Reserve), dispõe agora de 415 milhões de barris, o suficiente para encher mais de 600 milhões de automóveis depois do petróleo refinado.


E poderia recorrer a elas para tentar baixar os preços.


Washington também prometeu escoltar os navios mercantes que tentem passar pelo estreito de Ormuz, um ponto de passagem vital para o petróleo, "assim que for razoável".


Além disso, a administração Trump, destinou 20 mil milhões de dólares (17,2 mil milhões de euros) para o seguro dos navios no Golfo, na esperança de encorajar um tráfego praticamente parado.


Outra medida possível seria levantar as sanções sobre os hidrocarbonetos russos. Os Estados Unidos já autorizaram durante um mês a entrega de petróleo russo sob sanção para a Índia.


Mas, "não há realmente nenhum substituto para a retoma das exportações de petróleo e gás do Golfo", afirma, numa entrevista à AFP, Clayton Seigle, investigador do Center for Strategic and International Studies, para quem Donald Trump não "avaliou totalmente" o impacto da ofensiva contra o Irão.


A Casa Branca não sinalizou até agora qualquer intenção de recorrer de forma iminente às reservas estratégicas.


A nível internacional, os ministros das Finanças do G7 disseram estar "prontos" a recorrer, se necessário, às reservas estratégicas, mas consideram que o momento ainda não chegou.


"Uma liberação das reservas estratégicas pode ajudar a atenuar algumas perturbações no fornecimento, mas isso claramente não é suficiente para compensar a perda de 20 milhões de barris de petróleo por dia no estreito de Ormuz", sublinha Andy Lipow, analista na Lipow Oil Associates, questionado pela AFP.


A produção de petróleo dos Estados Unidos evolui hoje a um nível recorde e o país é um exportador líquido. Contudo, isso não o protege totalmente do choque de oferta mundial.

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