Portal Chamar Táxi

Como funciona a eleição na Venezuela

kok@s

GForum VIP
Entrou
Dez 9, 2019
Mensagens
10,086
Gostos Recebidos
436

Nicolás Maduro promete defender a Venezuela "com a própria vida"




O Presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, prometeu hoje defender o país contra as agressões dos Estados Unidos, que anunciaram um bloqueio total dos navios venezuelanos que entram e zarpam do país.


Nicolás Maduro promete defender a Venezuela com a própria vida







O Presidente expressou a "lealdade ao Comandante Hugo Chávez" (1954-2013) e afirmou que está disposto a defender a Venezuela correndo o risco de perder "a própria vida".



De acordo com o jornal El Universal, de Caracas, o chefe de Estado da Venezuela disse que não vai desiludir o antigo Presidente Hugo Chávez.



"Quebraremos a maldição da traição e seremos leais (a Hugo Chávez) nesta vida e na próxima, em todas as vidas que tivermos", declarou Maduro sobre a defesa da Venezuela.


As declarações foram publicadas depois de o Exército norte-americano ter matado várias pessoas num novo ataque contra embarcações no oceano Pacífico.



Os ataques, que se juntam às operações nas Caraíbas já fizeram mais de 90 mortos e têm como objetivo pressionar o Governo do Presidente venezuelano Nicolás Maduro e fazem parte da guerra de Washington contra o alegado narcotráfico.





nm
 

kok@s

GForum VIP
Entrou
Dez 9, 2019
Mensagens
10,086
Gostos Recebidos
436

Intervenção armada dos EUA na Venezuela seria "catástrofe humanitária"




O presidente do Brasil, 'Lula' da Silva, alertou hoje, durante a intervenção na abertura da cimeira do Mercosul, em Foz do Iguaçu, que "uma intervenção armada dos Estados Unidos na Venezuela seria uma catástrofe humanitária".


Intervenção armada dos EUA na Venezuela seria catástrofe humanitária





"Quatro décadas após a Guerra das Malvinas, o continente sul-americano é novamente assombrado pela presença militar de uma potência" estrangeira, afirmou o chefe de Estado brasileiro, acrescentando, citado pela agência francesa de notícias, a France-Presse (AFP): "Uma intervenção armada na Venezuela seria uma catástrofe humanitária para o hemisfério sul e um precedente perigoso para o mundo".



As declarações de 'Lula' da Silva surgem no dia a seguir ao presidente norte-americano, Donald Trump, não ter excluído a possibilidade de uma guerra contra a Venezuela: "Não, não excluo essa possibilidade", afirmou em entrevista à NBC, gravada na quinta-feira e transmitida na sexta-feira.



Na quinta-feira, Lula tinha-se mostrado disposto a servir de mediador em prol de uma "solução pacífica" entre os Estados Unidos e a Venezuela para "evitar um conflito armado na América Latina".


Washington destacou um importante contingente militar para as Caraíbas desde o verão e realizou uma série de ataques contra embarcações de supostos traficantes de droga nas Caraíbas e no Pacífico.



Pelo menos 104 pessoas foram mortas nesses ataques desde o início das operações, sem que o governo americano tenha fornecido qualquer prova de que os navios visados estivessem realmente envolvidos em qualquer tipo de tráfico.



Trump anunciou ainda, no início da semana, um "bloqueio total" contra petroleiros sob sanções que se dirigissem para a Venezuela ou partissem de lá, ao mesmo tempo que tem deixado no ar, há semanas, a possibilidade de uma intervenção terrestre.


Os Estados Unidos acusam o presidente venezuelano Nicolás Maduro de liderar uma rede de tráfico de drogas, algo negado pelo chefe de Estado venezuelano.



A cimeira do Mercosul decorre hoje em Foz do Iguaçu e assinala a passagem de testemunho do Brasil para o Paraguai, frustrada que está a possibilidade de assinatura do acordo comercial com a União Europeia.


Embora o Conselho Europeu tenha anunciado na quinta-feira que não tinha o apoio necessário para aprovar a assinatura do acordo já hoje, tendo proposto adiá-la para 12 de janeiro no Paraguai, os chefes de Estado dos quatro países do Mercosul confirmaram a sua presença na cimeira.


Além do presidente anfitrião, os líderes da Argentina, Javier Milei, do Paraguai, Santiago Peña, e do Uruguai, Yamandú Orsi, marcaram presença em Foz do Iguaçu.



Apesar do aviso de Lula da Silva de que o Mercosul abandonaria o acordo se não fosse assinado hoje, na reunião prévia da cimeira entre os ministros dos negócios estrangeiros da organização, realizada na sexta-feira, foi expressada desilusão com o adiamento, mas também a mensagem de que os países sul-americanos vão esperar que a UE supere as suas divergências.



nm
 

kok@s

GForum VIP
Entrou
Dez 9, 2019
Mensagens
10,086
Gostos Recebidos
436

Maduro acusa EUA de pirataria após notícia de novo petroleiro apreendido




O Presidente venezuelano, Nicolás Maduro, condenou hoje a apreensão de petroleiros pelos Estados Unidos, que considera atos de pirataria, após a notícia de um terceiro navio intercetado no âmbito do destacamento militar norte-americano nas Caraíbas e Pacífico.


Maduro acusa EUA de pirataria após notícia de novo petroleiro apreendido







Numa mensagem na rede Telegram, Maduro não se referiu diretamente às operações realizadas no fim de semana pelos Estados Unidos, que no sábado apreenderam um petroleiro de bandeira panamiana.




Mas, lamentou que o seu Governo tenha passado "25 semanas a denunciar, confrontar e derrotar uma campanha de agressão", que vai do "terrorismo psicológico aos piratas que atacaram petroleiros".




Ao mesmo tempo, avisou que as autoridades venezuelanas estão "preparadas para acelerar a marcha da revolução profunda", aludindo ao movimento e projeto político chavista.



Os Estados Unidos intercetaram hoje um terceiro petroleiro, cujo estado é desconhecido, assim como a informação de que transportava petróleo bruto venezuelano, disse um responsável norte-americano à cadeia televisiva CNN.




A agência espanhola EFE pediu confirmação ao Pentágono e à Guarda Costeira norte-americana, que encaminharam todas as questões sobre a operação para a Casa Branca, que por sua vez ainda não se pronunciou.




A secretária da Segurança Interna, Kristi Noem, já tinha revelado no sábado a apreensão do petroleiro Centuries, de bandeira panamiana, que, segundo a Casa Branca, era uma embarcação que navegava sob "bandeira falsa" e fazia parte da "frota fantasma venezuelana usada para traficar petróleo roubado e financiar o regime narcoterrorista de Maduro".



A porta-voz adjunta do Governo, Anna Kelly, insistiu que a embarcação "transportava petróleo da PDVSA [empresa estatal venezuelana], uma empresa sancionada", apesar de outros relatos indicarem que o navio confiscado não consta da lista negra de Washington.



Em 10 de dezembro, Washington apreendeu o navio sancionado Skipper e confiscou o crude que transportava.


Dias depois, o Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou um embargo total à entrada e saída de petroleiros sancionados pela administração norte-americana, no âmbito da pressão que exerce sobre o Governo de Maduro, que Washington acusa de liderar uma rede de narcotráfico.



Caracas considerou que as duas primeiras apreensões foram um "roubo" e insistiu que tomará "todas as medidas adequadas" contra aquilo a que chama de atos de "pirataria".




Na sexta-feira, o secretário de Estado norte-americano, Marco Rubio, reiterou que o Governo de Caracas está a cooperar ativamente com grupos armados ligados ao tráfico de droga, como dissidentes das FARC e o Exército de Libertação Nacional (ELN) da Colômbia, para exportar droga para os Estados Unidos.



Desde agosto, os Estados Unidos mantêm um grande contingente militar no âmbito de uma campanha declarada como antidrogas ilícitas, na qual destruíram cerca de 30 embarcações alegadamente envolvidas no narcotráfico e mataram mais de uma centena de tripulantes.




nm
 

kok@s

GForum VIP
Entrou
Dez 9, 2019
Mensagens
10,086
Gostos Recebidos
436

EUA reiteram: Presidente da Venezuela "tem de sair"




A secretária de Segurança Interna dos Estados Unidos, Kristi Noem, afirmou hoje que o presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, "tem de sair", acusando-o de "manter atividades ilegais".


EUA reiteram: Presidente da Venezuela tem de sair







Noem expressou a posição numa entrevista à cadeia de televisão Fox News, numa altura em que os Estados Unidos aumentam a pressão militar, política e económica sobre Caracas, com a apreensão no mar do Caribe de petroleiros que transportam petróleo venezuelano.



"Não estamos apenas a intercetar esses navios. Também estamos a enviar uma mensagem para todo o mundo: a atividade ilegal em que Maduro está envolvido não pode ser tolerada. Ele tem de sair. Vamos defender o nosso povo", afirmou.



A responsável pela Segurança Nacional dos Estados Unidos insistiu que o governo de Maduro "usa os dólares" do negócio do petróleo para propagar drogas que "estão a matar a próxima geração de americanos".


"Portanto, não se esqueçam do que se trata. Este é um inimigo dos Estados Unidos contra o qual estamos a tomar medidas enérgicas", sublinhou.



Embora o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, tenha afirmado que Maduro "tem os dias contados", o objetivo oficial da estratégia da administração de Washington em relação à Venezuela é travar o narcotráfico e recuperar os "direitos petrolíferos" das empresas norte-americanas.



Os EUA afirmaram no domingo que mantêm uma "perseguição ativa" para intercetar um terceiro petroleiro perto da costa venezuelana, depois de Trump ter anunciado um bloqueio à entrada e saída da Venezuela de todos os navios sancionados pelo Governo norte-americano.


O bloqueio petrolífero foi ordenado após meses de mobilização militar dos Estados Unidos no Caribe, visando intercetar embarcações supostamente carregadas de drogas que Washington associa ao governo de Maduro, acusado de liderar o chamado Cartel dos Sóis, o que Caracas nega veementemente.


Por sua vez, Maduro acusou os Estados Unidos de "pirataria" pela apreensão de navios com petróleo venezuelano e anunciou medidas para que esses atos não fiquem impunes, entre elas uma denúncia ao Conselho de Segurança da ONU.



No domingo, Caracas anunciou o envio de petróleo venezuelano para os Estados Unidos através da Chevron, enquanto Washington prosseguia a perseguição de um terceiro petroleiro nas Caraíbas, intensificando o bloqueio a navios ligados à empresa estatal PDVSA.



A vice-presidente executiva e ministra dos Hidrocarbonetos da Venezuela, Delcy Rodríguez, informou no seu canal na plataforma Telegram que o navio "Canopus Voyager" partiu "com petróleo venezuelano rumo aos Estados Unidos", em "rigoroso cumprimento das normas" e dos compromissos da indústria petrolífera nacional.



Apesar das sanções impostas ao crude venezuelano, a Chevron opera no país em associação com a estatal PDVSA ao abrigo de uma licença especial emitida pelo Departamento do Tesouro dos EUA.



nm
 

kok@s

GForum VIP
Entrou
Dez 9, 2019
Mensagens
10,086
Gostos Recebidos
436

Caracas avisa Trindade que responderá se houver ataque contra a Venezuela




O Governo venezuelano advertiu esta segunda-feira Trindade e Tobago que responderá, se o país ceder o seu território aos Estados Unidos para um ataque contra a Venezuela.


Caracas avisa Trindade que responderá se houver ataque contra a Venezuela





"A Venezuela não luta com ninguém, mas não nos deixam alternativa. Se Trindade emprestar o seu território para um ataque à Venezuela, teremos que responder e não temos outra opção para evitar que nos ataquem", afirmou o ministro venezuelano do Interior, Diosdado Cabello.



Já estão a "utilizar o território de Trindade" contra a Venezuela, algo com o qual, o povo do país vizinho "não está de acordo", disse Diosdado Cabello, acrescentando que as duas nações "sempre viveram em paz".



Na última sexta-feira, a primeira-ministra de Trindade e Tobago, Kamla Persad-Bissessar, afirmou que a "melhor defesa" para o país é a atual cooperação militar com os Estados Unidos.


"Não vou declarar guerra à Venezuela, mas tenho o dever de proteger o povo de Trindade e Tobago e, neste momento, este é o melhor mecanismo de defesa que podemos ter", comentou.







Esta segunda-feira, a secretária-geral da Comunidade do Caribe (Caricom), Carla Barnett, exortou à unidade entre os 15 membros da organização perante os "ventos geopolíticos adversos sem precedentes" que assolam a região, numa mensagem de fim de ano divulgada no dia seguinte à eclosão de divisões no seio da organização regional, com trocas de acusações entre Trindade e Tobago e Antígua e Barbuda, devido às respetivas posições em relação aos Estados Unidos e à Venezuela.



Trindade e Tobago e a Guiana apoiam os Estados Unidos na ofensiva contra a Venezuela, enquanto muitos outros membros da Caricom se têm mostrado cautelosamente críticos, alertando que um conflito terá consequências para toda a região das Caraíbas.



A origem da escalada das tensões internas na organização é atribuída a um comunicado de Persad-Bissessar, em que a chefe do Governo de Trindade afirmou que a Caricom "perdeu o rumo" e já "não é um parceiro confiável".



nm
 

kok@s

GForum VIP
Entrou
Dez 9, 2019
Mensagens
10,086
Gostos Recebidos
436

EUA anuncia ataque contra embarcação nas Caraíbas. Há um morto




As Forças Armadas dos Estados Unidos informaram na segunda-feira que realizaram outro ataque contra uma embarcação que, segundo a fonte militar, se encontrava a contrabandear droga no leste do Oceano Pacífico, matando uma pessoa.


EUA anuncia ataque contra embarcação nas Caraíbas. Há um morto







De acordo com o Comando Sul dos Estados Unidos numa publicação nas redes sociais: "A inteligência confirmou que a embarcação de baixo perfil estava a transitar por rotas conhecidas de narcotráfico no leste do Pacífico e estava envolvida em operações de narcotráfico".



A entidade não forneceu quaisquer provas de que a embarcação estivesse envolvida no contrabando de drogas.



Um vídeo publicado pelo Comando Sul dos EUA mostra salpicos de água perto de um dos lados da embarcação e, após uma segunda salva, a parte traseira da mesma foi envolvida pelas chamas, que em seguida envolveram a embarcação. No último segundo do vídeo, a embarcação pode ser vista à deriva com uma grande mancha de fogo ao redor.



Vídeos de ataques anteriores a embarcações pelas forças norte-americanas mostraram pequenos barcos a explodir repentinamente, sugerindo ataques com mísseis. Outros vídeos mostraram projéteis semelhantes a foguetes a atingir as embarcações.



A Administração do Presidente norte-ameriano Donald Trump tem afirmado que estes ataques têm como objetivo impedir o fluxo de drogas para os Estados Unidos e aumentar a pressão sobre o Presidente venezuelano, Nicolás Maduro, que a Casa Branca acusa de ser o líder de um cartel de narcotráfico.


Pelo menos, 105 pessoas foram mortas em 29 ataques conhecidos desde o início de setembro.




Estes ataques têm enfrentado o escrutínio crescente de políticos e ativistas de direitos humanos, dentro e fora dos Estados Unidos, que alegam que estes ataques configuram a prática de execuções sumárias extrajudiciais.



Paralelamente, a Guarda Costeira dos Estados Unidos intensificou esforços para interceptar petroleiros no Mar das Caraíbas, como parte da campanha crescente da Administração Trump contra Maduro.





nm
 

kok@s

GForum VIP
Entrou
Dez 9, 2019
Mensagens
10,086
Gostos Recebidos
436

Maduro alerta para impacto mundial do bloqueio dos EUA aos petroleiros




O presidente venezuelano, Nicolás Maduro, alertou hoje os países da América Latina e do Caribe sobre o impacto na "economia mundial" do bloqueio ordenado pelos Estados Unidos aos petroleiros sancionados que entram ou saem da Venezuela.


Maduro alerta para impacto mundial do bloqueio dos EUA aos petroleiros





De acordo com uma carta lida hoje pelo ministro dos Negócios Estrangeiros da Venezuela, Yván Gil, Maduro alertou que as ações dos Estados Unidos --- que confiscaram dois navios que transportavam petróleo venezuelano no mar do Caribe --- afetarão o fornecimento de petróleo e "aumentarão a instabilidade dos mercados internacionais".



Neste contexto, alertou para "uma escalada de agressões" de "extrema gravidade" com efeitos, acrescentou Maduro, não só na Venezuela, mas também "ameaçando desestabilizar toda a região.



Na mensagem, transmitida pelo canal estatal VTV, o Governo de Caracas defende que a energia "não pode ser convertida em arma de guerra nem em instrumento de coerção política".



Na carta, Maduro insta os países destinatários da carta a condenarem as "ações de agressão" e a exigirem o "cessar imediato do destacamento militar, do bloqueio e dos ataques armados" dos EUA.



Também pediu que fossem ativados os mecanismos do sistema multilateral das Nações Unidas para sancionar e prevenir esses atos.



Maduro lembrou que, no passado dia 14 de agosto, os Estados Unidos ordenaram o "maior destacamento naval e aéreo no mar das Caraíbas das últimas décadas" sob a "suposta justificação de uma operação antidroga", o que, alegou, constitui "uma ameaça do uso da força".



"A Venezuela não cometeu nenhum ato que justifique essa intimidação militar", defendeu o governante, que reafirmou a "vocação de paz" da Venezuela, mas garantiu que o país está preparado para defender a soberania, integridade territorial e recursos "de acordo com o direito internacional".



No domingo, os Estados Unidos realizaram uma operação para intercetar um terceiro petroleiro no mar do Caribe, perto da costa da Venezuela, segundo a imprensa norte-americana, um dia após a apreensão de um petroleiro com bandeira panamenha que, de acordo com Washington, traficava "petróleo sancionado" dentro da "frota fantasma" venezuelana.



Este é o segundo petroleiro que Washington tentaria intercetar neste fim de semana sob as ordens do Presidente Donald Trump e o terceiro após o recrudescimento dos esforços dos Estados Unidos para cortar o fluxo de petróleo da Venezuela, num cenário de crescente pressão que a Casa Branca exerce sobre o governo de Maduro.



No passado dia 10 de dezembro, os Estados Unidos apreenderam o navio sancionado "Skipper" e confiscaram o petróleo venezuelano que transportava.


As autoridades venezuelanas indicaram hoje que estes dois navios continham cerca de quatro milhões de barris de petróleo venezuelano, acusando os Estados Unidos de cometerem "pirataria estatal" e que esta ação é "uma ameaça direta à ordem jurídica internacional e à segurança global".




nm
 

kok@s

GForum VIP
Entrou
Dez 9, 2019
Mensagens
10,086
Gostos Recebidos
436

Donald Trump afirma que demissão de Nicolás Maduro seria "sensata"




O Presidente norte-americano, Donald Trump, afirmou que seria "sensato" o homólogo venezuelano, Nicolás Maduro, abandonar o poder, enquanto Washington aumenta a pressão militar sobre Caracas.


Donald Trump afirma que demissão de Nicolás Maduro seria sensata







"Cabe-lhe a ele (Maduro) decidir o que quer fazer. Acho que seria sensato da parte dele", disse o Presidente norte-americano, questionado na segunda-feira sobre se o objetivo de Washington era forçar o líder venezuelano a abandonar o poder.



Numa conferência de imprensa na Florida, Trump afirmou ainda que os Estados Unidos vão apoderar-se do petróleo dos navios apreendidos nas últimas semanas e também das embarcações apresadas em operações visando as exportações petrolíferas do regime de Maduro.



"Vamos ficar com ele (petróleo). Podemos usá-lo para reservas estratégicas. Também vamos ficar com os navios", declarou



Questionado sobre as suas declarações relativamente a intervenções em terra, além do mar, para conter o narcotráfico, Trump afirmou que se aplicam "a qualquer lugar de onde venham drogas, não apenas à Venezuela".


O bloqueio petrolífero foi ordenado após meses de mobilização militar dos Estados Unidos no Caribe, visando intercetar embarcações supostamente carregadas de drogas que Washington associa ao Governo de Maduro, acusado de liderar o chamado Cartel dos Sóis, o que Caracas nega veementemente.



Depois de Trump ter anunciado um bloqueio à entrada e saída da Venezuela de todos os navios sancionados pelo Governo norte-americano, os EUA afirmaram no domingo que mantêm uma "perseguição ativa" para intercetar um terceiro petroleiro perto da costa venezuelana.



Por sua vez, Maduro acusou os Estados Unidos de "pirataria" pela apreensão de navios com petróleo venezuelano e anunciou medidas para que esses atos não fiquem impunes, entre elas uma denúncia ao Conselho de Segurança da ONU.



Enquanto Washington prosseguia a perseguição de um terceiro petroleiro nas Caraíbas, intensificando o bloqueio a navios ligados à empresa estatal PDVSA, no domingo Caracas anunciou o envio de petróleo venezuelano para os Estados Unidos através da Chevron.



A vice-presidente executiva e ministra dos Hidrocarbonetos da Venezuela, Delcy Rodríguez, informou no seu canal na plataforma Telegram que o navio "Canopus Voyager" partiu "com petróleo venezuelano rumo aos Estados Unidos", em "rigoroso cumprimento das normas" e dos compromissos da indústria petrolífera do país.



Apesar das sanções impostas ao crude venezuelano, a Chevron opera no país em associação com a estatal PDVSA ao abrigo de uma licença especial emitida pelo Departamento do Tesouro dos EU A.



Embora Trump tenha afirmado que Maduro "tem os dias contados", o objetivo oficial da estratégia da administração de Washington em relação à Venezuela é travar o narcotráfico e recuperar os "direitos petrolíferos" das empresas norte-americanas.



Também na segunda-feira, a secretária de Segurança Interna dos Estados Unidos, Kristi Noem, afirmou que Maduro "tem de sair", acusando-o de "manter atividades ilegais".



"Não estamos apenas a intercetar esses navios. Também estamos a enviar uma mensagem para todo o mundo: a atividade ilegal em que Maduro está envolvido não pode ser tolerada. Ele tem de sair. Vamos defender o nosso povo", afirmou Noem numa entrevista à cadeia de televisão Fox News.



A responsável pela Segurança Nacional dos Estados Unidos insistiu que o Governo de Maduro "usa os dólares" do negócio do petróleo para propagar drogas que "estão a matar a próxima geração de americanos".


"Este é um inimigo dos Estados Unidos contra o qual estamos a tomar medidas enérgicas", sublinhou.


nm
 

kok@s

GForum VIP
Entrou
Dez 9, 2019
Mensagens
10,086
Gostos Recebidos
436

Maduro diz que Conselho de Segurança deu "apoio esmagador" à Venezuela




O Presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, afirmou hoje que Caracas recebeu "apoio esmagador" do Conselho de Segurança da ONU, reunido de emergência, no contexto da escalada de tensões com os Estados Unidos devido à apreensão de petroleiros venezuelanos.


Maduro diz que Conselho de Segurança deu apoio esmagador à Venezuela





"O Conselho de Segurança está a dar um apoio esmagador à Venezuela e ao direito à livre navegabilidade e ao livre comércio", declarou Maduro durante um ato público transmitido pela televisão estatal VTV, reiterando que "nada nem ninguém poderá derrotar a nação".




O chefe de Estado voltou a classificar de "pirataria" as apreensões de navios petrolíferos por parte dos Estados Unidos, coincidindo com a aprovação, na terça-feira, pela Assembleia Nacional, de uma lei que prevê penas de até 20 anos de prisão para quem "promova, instigue, favoreça, facilite, apoie, financie ou participe em ações de pirataria, bloqueio ou outros ilícitos internacionais" contra entidades que realizem operações comerciais com a Venezuela.



O ministro dos Negócios Estrangeiros venezuelano, Yván Gil, afirmou também que o país obteve "uma grande vitória no seio das Nações Unidas", sustentando que ficou demonstrado que "nenhum país do mundo, nem mesmo os aliados históricos dos Estados Unidos, avaliza o uso ou a ameaça do uso da força" contra uma nação soberana, sob o "falso pretexto" do combate ao narcotráfico.




Segundo Gil, ficou também claro que as ações contra a Venezuela "respondem a uma lógica colonial, impulsionada a partir de Washington sob a Doutrina Monroe", e que foi condenada a "pirataria em alto-mar utilizada para se apropriar dos recursos petrolíferos venezuelanos".



Os petroleiros da gigante norte-americana Chevron continuam a operar na região e a transportar petróleo venezuelano para os Estados Unidos sem restrições.




As declarações surgem na sequência de uma sessão do Conselho de Segurança convocada a pedido de Caracas, na qual Rússia e China criticaram as ações dos Estados Unidos. O embaixador russo na ONU, Vasili Nebenzia, denunciou a "atitude de 'cowboy'" de Washington e apontou a responsabilidade norte-americana pelas "consequências catastróficas" das crescentes pressões sobre a Venezuela.




Nebenzia considerou ainda que as operações dos Estados Unidos na alegada campanha antidroga violam "todas as normas fundamentais do Direito Internacional", classificando o bloqueio a petroleiros sancionados como uma "agressão flagrante".




O representante chinês no CS da ONU, Sun Lei, manifestou oposição a "todos os atos de unilateralismo e intimidação" e reiterou o apoio de Pequim "a todos os países na defesa da sua soberania e dignidade nacional".



Antes, o embaixador venezuelano junto da ONU, Samuel Moncada, acusou os Estados Unidos de conduzirem "a maior extorsão da história" do país e um "crime de agressão em desenvolvimento", alertando que "a agressão é continental" e que a Venezuela é apenas "o primeiro objetivo de um plano maior".




Por seu lado, o embaixador norte-americano na ONU, Mike Waltz, afirmou que Washington imporá sanções "ao máximo" contra a Venezuela, incluindo sobre as receitas do petróleo, que disse serem usadas para financiar o Cartel dos Sóis - que a Casa Branca alega ser liderado por Maduro - e o grupo Tren de Aragua, considerados organizações terroristas pelos Estados Unidos.




A reunião decorreu num contexto de forte agravamento das tensões bilaterais, depois do bloqueio imposto por Washington a todos os petroleiros sancionados que entram ou saem da Venezuela, assim como devido aos ataques das forças armadas norte-americanas contra alegadas embarcações de narcotráfico nas Caraíbas e no Pacífico, em resultado dos quais uma centena de tripulantes destas embarcações foram mortos, numa prática considerada dentro e fora dos Estados Unidos como a de execuções extrajudiciais.



nm
 

kok@s

GForum VIP
Entrou
Dez 9, 2019
Mensagens
10,086
Gostos Recebidos
436

Venezuela anuncia libertação de 99 pessoas (presas após presidenciais)




O ministério venezuelano dos Serviços Penitenciários confirmou esta quinta-feira a libertação de 99 pessoas que tinham sido detidas após as eleições presidenciais de 2024, num contexto de crise política marcado por protestos e denúncias de fraude eleitoral.


Venezuela anuncia libertação de 99 pessoas (presas após presidenciais)







Num comunicado publicado no Instagram, o ministério afirmou que as pessoas agora libertadas permaneciam detidas por alegada participação em "atos de violência e incitação ao ódio" após as eleições presidenciais, quando ocorreram protestos contra a vitória de Nicolás Maduro proclamada pelo órgão eleitoral, instituição controlada por funcionários ligados ao chavismo.




"O Governo Nacional e o sistema de Justiça tomaram a decisão de avaliar caso a caso e conceder, de acordo com a lei, medidas cautelares, o que permitiu a libertação de 99 cidadãos, como expressão concreta do compromisso do Estado com a paz, o diálogo e a justiça", afirma o comunicado.



Várias organizações de defesa das liberdades públicas e dos direitos humanos têm denunciado a perseguição sistemática de pessoas que se opõem ao governo venezuelano de Maduro. Uma delas, o Foro Penal, estima que há atualmente, pelo menos, 889 "prisioneiros políticos" no país.



Outra organização não-governamental venezuelana, a Justiça, Encontro e Perdão (JEP), anunciou em novembro que se encontram detidas 1.080 pessoas por motivos políticos. Entre os detidos, encontram-se 170 funcionários ativos de organismos de segurança do Estado, 11 ativistas, 224 representantes de organizações políticas, 35 antigos integrantes da segurança do Estado, 20 jornalistas e 14 sindicalistas.




"Há 145 pessoas das quais não se tem informação oficial sobre o seu paradeiro. Além disso, registamos 50 venezuelanos com dupla nacionalidade", especificou ainda a organização.



O Comité pela Liberdade dos Presos Políticos (Clippve) denunciou no final de novembro que mais de 180 mulheres estão detidas por motivos políticos da Venezuela, sendo vítimas de maus-tratos, isolamento, falta de assistência médica e assédio. A organização sublinhou que as mulheres estão detidas em condições de superlotação, sem o mínimo de dignidade, sem "acesso a cuidados ginecológicos nem a produtos para lidar com a menstruação".



"A sua saúde é violada todos os dias nas prisões venezuelanas. A violência também é isso. O Estado venezuelano continua a falhar às mulheres que vivem a injustiça da prisão e às que esperam lá fora", sublinhou a Clippve.



nm
 

kok@s

GForum VIP
Entrou
Dez 9, 2019
Mensagens
10,086
Gostos Recebidos
436

Maduro acusa EUA de fabricarem "realidade virtual" para roubarem Venezuela




O Presidente venezuelano, Nicolás Maduro, defendeu na sexta-feira que setores poderosos dos Estados Unidos estão a fabricar uma "realidade virtual" para roubarem os recursos do seu país, enquanto aumenta a tensão com Washington.


Maduro acusa EUA de fabricarem realidade virtual para roubarem Venezuela





"Não é possível que, tanto quanto sabemos, setores poderosos dos Estados Unidos possam fabricar uma realidade virtual e impor um modelo de dominação colonial e esclavagista à Venezuela de Bolívar para roubar os seus recursos naturais", destacou Maduro numa cerimónia de entrega de projetos comunitários financiados pelo governo, transmitida pela emissora estatal VTV.



O governante venezuelano reiterou que há uma "guerra psicológica" a ser travada contra a Venezuela, alegadamente para perturbar a paz do país, acusação que tem feito repetidamente desde o início do envio de tropas norte-americanas para a região em agosto e que o seu Governo considera uma ameaça à "mudança de regime".




Em 17 de dezembro, Trump afirmou que a Venezuela se tinha apropriado dos direitos de exploração de petróleo das empresas norte-americanas e disse que os queria de volta.



Em resposta, Caracas insistiu que os seus recursos pertenciam-lhe e Maduro reiterou na sexta-feira o seu apelo ao diálogo.




Desde o início do destacamento aéreo e naval nas Caraíbas, Maduro tem solicitado o diálogo com Trump em diversas ocasiões.




No final de setembro, o Governo divulgou uma carta enviada pelo Presidente ao seu homólogo norte-americano, convidando-o para negociações e rejeitando as acusações de tráfico de droga feitas por Washington.



Em 03 de dezembro, o presidente venezuelano também relatou uma conversa telefónica com Trump, embora não tenha revelado detalhes da mesma, que descreveu como cordial e conduzida num "tom respeitoso".




Nessa altura, já tinham passado cerca de dez dias desde a conversa, segundo o Presidente venezuelano.




Oficialmente, o objetivo da estratégia do Governo dos EUA em relação à Venezuela, com o destacamento militar, é conter o narcotráfico e recuperar os "direitos petrolíferos" das empresas norte-americanas, mas não menciona abertamente a deposição de Maduro.




Donald Trump afirma que demissão de Nicolás Maduro seria


Donald Trump afirma que demissão de Nicolás Maduro seria "sensata"


O Presidente norte-americano, Donald Trump, afirmou que seria "sensato" o homólogo venezuelano, Nicolás Maduro, abandonar o poder, enquanto Washington aumenta a pressão militar sobre Caracas.



A Venezuela rejeita as acusações de tráfico de droga e denunciou ainda como pirataria a apreensão nos últimos dias, pelos Estados Unidos, de dois navios carregados com petróleo bruto, após o anúncio, na semana passada, de um bloqueio aos petroleiros sancionados que entram e saem do país das Caraíbas.



nm
 

kok@s

GForum VIP
Entrou
Dez 9, 2019
Mensagens
10,086
Gostos Recebidos
436

Venezuela vigia complexos petrolíferos devido a tensões com os EUA




A Força Armada Nacional Bolivariana (FANB) anunciou hoje que está a vigiar duas das principais instalações petrolíferas do país, o Complexo Petroquímico Ana María Campos e o Centro de Refinação Paraguaná, num contexto de tensão com os Estados Unidos.


Venezuela vigia complexos petrolíferos devido a tensões com os EUA





O chefe da Região Estratégica de Defesa Integral (Redi) 1 Ocidental, Pedro González Ovalles, disse que uma Unidade de Reação Rápida (URRA) está destacada para "garantir a segurança integral" do complexo petroquímico e da refinaria, segundo um vídeo partilhado hoje pelo comandante estratégico operacional da FANB, Domingo Hernández Lárez.



O Centro de Refinação Paraguaná, em Falcón (oeste), é "um dos maiores do mundo, responsável por transformar o crude em gasolina, gasóleo, betume e outros derivados" na Venezuela, segundo o Ministério dos Hidrocarbonetos, enquanto o Complexo Petroquímico Ana María Campos, no estado de Zulia (oeste, na fronteira com a Colômbia), abrange fábricas de fertilizantes, plásticos e outros derivados do petróleo.




O anúncio desta operação ocorre no dia seguinte aquele em que o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, divulgou um ataque contra uma "grande instalação" num cais, no âmbito da sua campanha contra o narcotráfico que, segundo ele, sai da Venezuela, mas não precisou se essa ação ocorreu em território venezuelano.




Segundo informou o New York Times, a CIA realizou na semana passada um ataque com drones contra uma instalação portuária na Venezuela.



No entanto, o Governo venezuelano ainda não se pronunciou sobre estas afirmações.




Os Estados Unidos mantêm, desde agosto, uma operação militar no mar das Caraíbas, justificada como parte de uma luta contra o narcotráfico, mas que a Venezuela interpreta como uma tentativa de propiciar uma mudança de regime neste país para assim impor "governos fantoches", que concedam benefícios energéticos venezuelanos a Washington.




Altos cargos venezuelanos, como a vice-presidente executiva e ministra de Hidrocarbonetos, Delcy Rodríguez, fizeram vários apelos aos trabalhadores da indústria petrolífera para que estejam alerta num contexto em que a Venezuela "está assediada e ameaçada" pelos seus recursos energéticos e naturais.




Delcy Rodríguez também pediu recentemente aos trabalhadores do setor para que intensifiquem a vigilância nas instalações petrolíferas do país e mantenham-se atentos a qualquer tentativa de "sabotagem".




Este mês, os Estados Unidos apreenderam dois navios que transportavam petróleo venezuelano e Donald Trump anunciou o bloqueio total aos petroleiros sancionados que entrem e saiam da Venezuela, o que aumentou a pressão sobre o governo do presidente venezuelano, Nicolas Maduro, nas últimas semanas.




nm
 

kok@s

GForum VIP
Entrou
Dez 9, 2019
Mensagens
10,086
Gostos Recebidos
436

Maduro garante "integridade territorial" após alegado ataque dos EUA




O presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, disse que o sistema de defesa venezuelano garante a integridade territorial do país, quando questionado sobre um alegado ataque terrestre dos Estados Unidos, que não confirmou nem desmentiu.


Maduro garante integridade territorial após alegado ataque dos EUA







"O sistema de defesa nacional, que combina forças populares, militares e policiais, garantiu e continua a garantir a integridade territorial, a paz do país e o uso e fruição de todo o nosso território", disse Maduro.



"O nosso povo está seguro e em paz", acrescentou o chefe de Estado, em entrevista transmitida pela emissora pública venezuelana VTV na quinta-feira à noite.



O Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou na segunda-feira que os Estados Unidos destruíram uma área de atracagem utilizada por navios acusados de envolvimento com o tráfico de droga na Venezuela.



Segundo noticiou o jornal New York Times, os serviços de informação norte-americanos (CIA) realizaram um ataque com drones na semana passada contra uma instalação portuária, embora o Governo de Caracas ainda não se tenha pronunciado.



Questionado pelo intelectual franco-espanhol Ignacio Ramonet sobre o alegado ataque, Maduro foi evasivo.



"Este pode ser um assunto que discutiremos dentro de alguns dias. Certamente poderemos discuti-lo dentro de alguns dias", comentou apenas.


Na mesma entrevista, Maduro declarou que está pronto para discutir assuntos relacionados com tráfico de droga, petróleo e acordos económicos com os Estados Unidos.



"O Governo dos Estados Unidos sabe disso, porque já dissemos a muitos dos seus porta-vozes: se quiserem discutir seriamente um acordo para combater o narcotráfico, estamos prontos. Se quiserem petróleo da Venezuela, a Venezuela está pronta para os investimentos norte-americanos, como aconteceu com a Chevron, quando quiserem, onde quiserem e como quiserem", afirmou.



O líder venezuelano disse também que manteve "apenas uma conversa" com Trump, numa tentativa de esclarecer especulações, após um suposto novo telefonema "muito recentemente" referido pelo líder norte-americano.



"Estava a ver especulações sobre uma segunda conversa. Tivemos (...) apenas uma conversa. Ele ligou-me na sexta-feira, 21 de novembro, da Casa Branca. E eu estava no Palácio de Miraflores", relatou.



Na passada segunda-feira, Trump afirmou ter falado "muito recentemente" com Maduro, mas que a conversa não foi produtiva para aliviar a pressão das autoridades de Washington sobre a Venezuela.



Os Estados Unidos mantêm um destacamento militar no mar das Caraíbas, junto às águas venezuelanas, desde agosto, para combater o narcotráfico, mas o Governo venezuelano considera que se trata de um pretexto para procurar uma mudança de regime.



A tensão entre Caracas e Washington aumentou depois de Trump ter anunciado a proibição da entrada e saída de todos os petroleiros sancionados da Venezuela e a apreensão de dois navios que transportavam crude venezuelano nas últimas semanas.




nm
 

kok@s

GForum VIP
Entrou
Dez 9, 2019
Mensagens
10,086
Gostos Recebidos
436

Maduro diz estar pronto para diálogo com EUA: "Quando quiserem"




O presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, declarou que está pronto para discutir assuntos relacionados com tráfico de droga, petróleo e acordos económicos com os Estados Unidos, evitando confirmar a realização de um alegado ataque norte-americano em solo venezuelano.




Maduro diz estar pronto para diálogo com EUA: Quando quiserem







"O Governo dos Estados Unidos sabe disso, porque já dissemos a muitos dos seus porta-vozes: se quiserem discutir seriamente um acordo para combater o narcotráfico, estamos prontos. Se quiserem petróleo da Venezuela, a Venezuela está pronta para os investimentos americanos, como aconteceu com a Chevron, quando quiserem, onde quiserem e como quiserem", afirmou em entrevista emitida na estação televisiva pública VTV na quinta-feira à noite.





O líder venezuelano disse também que manteve "apenas uma conversa" com o homólogo norte-americano, Donald Trump, numa tentativa de esclarecer "especulações", após um suposto novo telefonema "muito recentemente" referido pelo líder norte-americano.



"Estava a ver especulações sobre uma segunda conversa. Tivemos (...) apenas uma conversa. Ele ligou-me na sexta-feira, 21 de novembro, da Casa Branca. E eu estava no Palácio de Miraflores", relatou.



O Presidente venezuelano, que condena reiteradamente ameaças dos Estados Unidos no contexto do destacamento militar de Washington nas Caraíbas para alegadamente combater o tráfico de droga, voltou a considerar que a conversa foi "muito respeitosa" e durou dez minutos.




"A primeira coisa que me disse foi: 'Sr. Presidente Maduro'. E eu disse: 'Sr. Presidente Donald Trump'", contou o líder venezuelano, descrevendo uma conversa agradável, apesar de adicionar que os desenvolvimentos seguintes "não foram agradáveis".




Na passada segunda-feira, Trump afirmou ter falado "muito recentemente" com Maduro, mas que a conversa não foi produtiva para aliviar a pressão das autoridades de Washington sobre a Venezuela, no âmbito de uma campanha de combate ao narcotráfico, ao qual atribuem ligações do regime de Caracas.




Os Estados Unidos mantêm um destacamento militar no Mar das Caraíbas, junto às águas venezuelanas, desde agosto passado, presumivelmente para combater o narcotráfico, mas o Governo venezuelano considera que se trata de um pretexto para procurar uma mudança de regime.




A tensão entre Caracas e Washington aumentou depois de Trump ter anunciado a proibição da entrada e saída de todos os petroleiros sancionados da Venezuela e a apreensão de dois navios que transportavam crude venezuelano nas últimas semanas.




Donald Trump também afirmou na segunda-feira que os Estados Unidos destruíram uma área de atracagem utilizada por navios acusados de envolvimento com o tráfico de droga na Venezuela.




Segundo noticiou o jornal The New York Times, os serviços de informação CIA realizaram um ataque com drones na semana passada contra uma instalação portuária na Venezuela, embora o Governo de Caracas ainda não se tenha pronunciado.




Na entrevista divulgada na quinta-feira, a VTV questionou Maduro se confirmava este ataque, mas o Presidente venezuelano foi evasivo.




"Este pode ser um assunto que discutiremos dentro de alguns dias. Certamente poderemos discuti-lo dentro de alguns dias", comentou apenas.



nm
 

kok@s

GForum VIP
Entrou
Dez 9, 2019
Mensagens
10,086
Gostos Recebidos
436

Fortes explosões ouvidas na capital da Venezuela após ameaças dos EUA




Fortes explosões, com sons semelhantes a aeronaves a sobrevoar Caracas, ocorreram hoje por volta das 02h00 (06h00 em Lisboa) na capital da Venezuela, referiu um jornalista da agência de notícias France-Presse.


Fortes explosões ouvidas na capital da Venezuela após ameaças dos EUA





As explosões acontecem depois do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, que enviou um destacamento militar sem precedentes para as águas das Caraíbas, colocar a hipótese de ataques terrestres contra a Venezuela e afirmar que os dias do homólogo venezuelano, Nicolás Maduro, estavam contados.



Os sons das explosões continuaram a ser ouvidos por volta das 02h15 (06h15 em Lisboa).




Pelo menos sete explosões e aeronaves a baixa altitude foram ouvidas em Caracas, levando moradores de vários bairros da capital a abandonar as habitações e a correr para as ruas.




Nas redes sociais foram publicadas imagens de grandes incêndios com colunas de fumo, mas não é possível localizar com precisão o local das explosões, que parecem ter ocorrido no sul e leste de Caracas.



Alguns cibernautas relataram detonações na principal base militar do país, o Forte Tiuna, a oeste da capital, e na base aérea de La Carlota.




"Forte Tiuna está a explodir", disseram pessoas que gravaram vídeos a partir das janelas de casa.









O governo da Venezuela não respondeu até ao momento a um pedido de comentário sobre as explosões.




Em 22 de dezembro, Donald Trump afirmou que seria sensato o Presidente venezuelano, Nicolás Maduro, abandonar o poder, numa altura em que Washington aumentava a pressão militar sobre Caracas.




"Cabe-lhe a ele [Maduro] decidir o que quer fazer. Acho que seria sensato da parte dele", disse o líder norte-americano, questionado sobre se o objetivo de Washington era forçar o líder venezuelano a abandonar o poder.




Questionado sobre as suas declarações relativamente a intervenções em terra, além do mar, para conter o narcotráfico, Trump afirmou que se aplicam "a qualquer lugar de onde venham drogas, não apenas à Venezuela".




A mobilização militar dos Estados Unidos nas Caraíbas e Pacífico visa intercetar embarcações supostamente carregadas de drogas que Washington associa ao Governo de Maduro, acusado de liderar o chamado Cartel dos Sóis, algo que Caracas nega veementemente.




Na segunda-feira passada, Donald Trump afirmou que os Estados Unidos destruíram uma área de atracagem utilizada por navios acusados de envolvimento com o tráfico de droga na Venezuela, naquela que poderá ser a primeira operação terrestre.




Na sexta-feira, o Presidente colombiano, Gustavo Petro, disse que um míssil norte-americano tinha atingido um alvo na região venezuelana de Alta Guajira, que faz fronteira com a Colômbia, no âmbito da campanha norte-americana contra o tráfico de droga.


nm
 

kok@s

GForum VIP
Entrou
Dez 9, 2019
Mensagens
10,086
Gostos Recebidos
436

"Detenções arbitrárias". Argentina desaconselha viagens à Venezuela




As autoridades da Argentina aconselharam os cidadãos argentinos a não viajarem para a Venezuela devido à "grave situação" enfrentada pelo país e às "detenções arbitrárias de estrangeiros".


Detenções arbitrárias. Argentina desaconselha viagens à Venezuela







"Perante a grave situação na Venezuela e as detenções arbitrárias de estrangeiros, o Governo argentino reitera a sua recomendação contra as viagens para aquele país", afirmou a diplomacia de Buenos Aires, num breve comunicado divulgado na sexta-feira.



O Ministério dos Negócios Estrangeiros já tinha emitido um alerta semelhante em maio, poucos dias antes do anúncio da partida, da Venezuela para a Argentina, da companheira e do filho do agente da polícia argentino Nahuel Gallo, que estava detido no país caribenho desde dezembro de 2024 e acusado de terrorismo.




Gallo foi detido por agentes de segurança venezuelanos depois de ter atravessado a fronteira terrestre com a Colômbia, numa viagem que, segundo as autoridades argentinas e a família do agente, tinha como objetivo visitar a companheira e o filho, que residiam naquele país.



Na altura, o Governo da Venezuela acusou Gallo de ser um dos 125 mercenários estrangeiros detidos por alegados planos para assassinar a vice-presidente Delcy Rodríguez.



O Presidente venezuelano, Nicolás Maduro, alegou que a administração do homólogo da Argentina, Javier Milei, estava diretamente envolvida na alegada conspiração.




O Governo argentino respondeu que as acusações de Caracas contra Gallo são "falsas e infundadas" e tem pedido reiteradamente a libertação do agente.



No comunicado divulgado na sexta-feira, o Ministério dos Negócios Estrangeiros da Argentina alertou ainda para "a constante recusa das autoridades venezuelanas em conceder assistência consular, jurídica ou de qualquer outra natureza aos cidadãos detidos".



Após as eleições presidenciais de 28 de julho de 2024 eclodiu uma crise na Venezuela, devido à controversa reeleição de Maduro, proclamada pelo órgão eleitoral --- controlado por funcionários ligados ao chavismo --- e à denúncia de fraude por parte da oposição, que reivindica a vitória de Edmundo González Urrutia.




Mais de 2.400 pessoas foram detidas --- a maioria delas libertadas --- e acusadas de terrorismo, segundo o Ministério Público, embora várias organizações não governamentais e partidos da oposição afirmem que são presos políticos.



O executivo de Maduro garante que o país está "livre de presos políticos" e que os apontados como tal estão presos por "cometerem atos puníveis".



Na quinta-feira, o Comité de Mães em Defesa da Verdade anunciou a libertação de 87 pessoas detidas nos protestos após as presidenciais.



As novas libertações somam-se às já ocorridas a 25 de dezembro, quando o comité reportou 71 e o Governo disse que eram 99.



"O país precisa de uma amnistia geral que conceda liberdade total a todas as pessoas detidas arbitrariamente por motivos políticos", reiterou o grupo.



nm
 

kok@s

GForum VIP
Entrou
Dez 9, 2019
Mensagens
10,086
Gostos Recebidos
436

Presidente da Venezuela recebe enviado do Presidente chinês




O Presidente venezuelano, Nicolás Maduro, recebeu hoje Qiu Xiaqi, enviado especial do homólogo chinês, Xi Jinping, no meio de tensões com os Estados Unidos, que concentraram meios militares nas Caraíbas sob pretexto de combater o narcotráfico.


Presidente da Venezuela recebe enviado do Presidente chinês





Maduro recebeu o enviado chinês no Palácio Presidencial de Miraflores, em Caracas, juntamente com a vice-presidente executiva Delcy Rodríguez e o ministro dos Negócios Estrangeiros, Yván Gil, segundo a emissora estatal Venezolana de Televisión (VTV).



A delegação chinesa incluía ainda o embaixador da China na Venezuela, Lan Hu.



Segundo a VTV, o encontro teve como objetivo rever a cooperação entre os dois países, que abrange "mais de 600 acordos".




Os Estados Unidos mantêm um destacamento militar no Mar das Caraíbas, junto às águas venezuelanas, desde agosto passado, presumivelmente para combater o narcotráfico, mas o Governo venezuelano considera que se trata de um pretexto para procurar uma mudança de regime.



A tensão entre Caracas e Washington aumentou depois de Trump ter anunciado a proibição da entrada e saída de todos os petroleiros sancionados da Venezuela e a apreensão de dois navios que transportavam crude venezuelano nas últimas semanas.




O governo chinês tem manifestado repetidamente a sua rejeição do destacamento aéreo e naval norte-americano nas Caraíbas, e acusou o governo de Donald Trump de "violar o direito internacional" ao apreender os dois petroleiros.




A 22 de dezembro, o porta-voz do Ministério dos Negócios Estrangeiros da China declarou que o seu país "se opõe sistematicamente às sanções unilaterais ilegais, que, afirmou, "carecem de qualquer fundamento no direito internacional e não são autorizadas pelo Conselho de Segurança das Nações Unidas".




Em entrevista emitida na estação televisiva pública VTV na quinta-feira à noite, Nicolás Maduro declarou que está pronto para discutir assuntos relacionados com tráfico de droga, petróleo e acordos económicos com os Estados Unidos, evitando confirmar a realização de um alegado ataque norte-americano em solo venezuelano.




O líder venezuelano disse também que manteve "apenas uma conversa" com o homólogo norte-americano, Donald Trump, numa tentativa de esclarecer "especulações", após um suposto novo telefonema "muito recentemente" referido pelo líder norte-americano.




O Presidente venezuelano, que condena reiteradamente ameaças dos Estados Unidos no contexto do destacamento militar de Washington nas Caraíbas para alegadamente combater o tráfico de droga, voltou a considerar que a conversa foi "muito respeitosa" e durou dez minutos.




Na passada segunda-feira, Trump afirmou ter falado "muito recentemente" com Maduro, mas que a conversa não foi produtiva para aliviar a pressão das autoridades de Washington sobre a Venezuela, no âmbito de uma campanha de combate ao narcotráfico, ao qual atribuem ligações do regime de Caracas.




Donald Trump também afirmou na segunda-feira que os Estados Unidos destruíram uma área de atracagem utilizada por navios acusados de envolvimento com o tráfico de droga na Venezuela.



Segundo noticiou o jornal The New York Times, os serviços de informação CIA realizaram um ataque com drones na semana passada contra uma instalação portuária na Venezuela, embora o Governo de Caracas ainda não se tenha pronunciado.








"Este pode ser um assunto que discutiremos dentro de alguns dias. Certamente poderemos discuti-lo dentro de alguns dias", comentou apenas.



nm
 

kok@s

GForum VIP
Entrou
Dez 9, 2019
Mensagens
10,086
Gostos Recebidos
436

Venezuela acusa EUA de ataques (que já são fora da capital): "Repúdio"




O governo de Nicolás Maduro já reagiu aos ataques que estão a acontecer no país, acusando Washington de os levar a cabo. Para além de Caracas, o local onde as primeiras explosões foram denunciadas, terão acontecido ataques os estados de Miranda, Aragua e La Guaira.


Venezuela acusa EUA de ataques (que já são fora da capital): Repúdio





O governo da Venezuela atribuiu, este sábado, a autoria dos ataques em Caracas aos Estados Unidos, que ao longo das últimas semanas têm vindo a ameaçar o país, assim como a atacar vários barcos que estariam envolvidos no tráfico de droga no país. Para além de Caracas, foram também denunciados ataques nos estados de Miranda, Aragua e La Guaira.



O governo de Nicolás Maduro disse que "rejeita, repudiava e denunciava a agressão militar" dos EUA.




Segundo a imprensa internacional, Caracas acusa Washington de "apoderar-se dos recursos estratégicos da Venezuela, particularmente do seu petróleo e minerais, numa tentativa de romper à força a independência política do país."





"Tal agressão ameaça a paz e a estabilidade internacionais, especificamente na América Latina e no Caribe, e põe em grave risco a vida de milhões de pessoas", lê-se numa nota emitida pelo executivo venezuelano.



Nicolás Maduro declarou ainda estado de emergência em todos o país, por forma a "proteger os direitos da população, o pleno funcionamento das instituições republicanas e para iniciar imediatamente a luta armada."




"Todo o país deve se mobilizar para derrotar esta agressão imperialista", conclui a nota.



nm
 

kok@s

GForum VIP
Entrou
Dez 9, 2019
Mensagens
10,086
Gostos Recebidos
436

Ataque? Venezuelanos temem violência e agravamento da crise humanitária




Voos rasantes de aviões e explosões em várias regiões da capital venezuelana sobressaltaram hoje a noite da população, incluindo portugueses, intensificando os temores de um agravamento de um conflito com os Estados Unidos para uma guerra.


Ataque? Venezuelanos temem violência e agravamento da crise humanitária







Portugueses contactados pela Lusa também disseram recear que ocorram situações de violência e que se agrave a situação de crise humanitária na Venezuela.



"Nas últimas horas aviões norte-americanos foram vistos em várias regiões do país, como Mérida, Miranda, Falcón e Caracas. A simples presença, o ruido dos aviões causa preocupação. Mas hoje fomos acordados com explosões em pelo menos sete lugares da capital, entre eles a base aérea de La Carlota e o Forte de Tiúna, a principal base militar de Caracas", explicou um português à agência Lusa.




Passavam pouco das 02:00 horas (06:00 horas em Lisboa), quando José Carlos Freitas foi acordado pelo voo a baixa altitude de aviões norte-americanos. Ficou paralisado durante alguns momentos e depois tentou ver o que as redes sociais diziam, até que ouviu várias explosões.



"Reuni toda a família - mulher, filho e mãe - para todos juntos esperarmos para ver como as coisas evoluem", disse, precisando que ligou também para familiares que estão fora do país, para alertá-los sobre o que aconteceu.



Valdir Freitas também foi acordado pelo ruído dos aviões e procurou obter mais informações sobre o que se estava a passar. O receio principal, admitiu, era a possibilidade de virem a ocorrer novas explosões.




"É muito difícil e impressionante ouvir os aviões passar, quando sabemos que o que acontece não é um cenário de filme, que qualquer situação pode desencadear danos a vários níveis", comentou.




Ainda em Caracas, a venezuelana Linnet Garcia seguiu o que acontecia a partir da janela do seu apartamento, nas proximidades do centro da capital. Inicialmente chegou a pensar que algo tinha acontecido perto do palácio presidencial de Miraflores.





"Até agora, o centro, as zonas perto do palácio estão bem", referiu, precisando que em alguns bairros de Caracas várias pessoas abandonaram as casas e foram para as ruas.




"O conflito chegou a um ponto em que não há marcha atrás, em que é difícil parar. Nunca devíamos ter chegado a este ponto. Que Deus nos guarde de possíveis situações de violência", disse.




Mayra Martins entrou em 2026 com receios de um possível agravamento da crise política, económica e social no país.




"Sempre nos ensinaram que devemos ser positivos, acreditar em melhores tempos, mas desde há anos que nos habituamos a viver em crescentes desafios (...). Este ano não há força para a esperança. O mundo está complicado, há vários conflitos e a Venezuela é um desses países", explicou à Agência Lusa.




José Alfonso Araújo, 55 anos, comerciante em Caracas, tem estado preocupado com a repetição de situações do passado, nomeadamente quando conflitos dificultaram a distribuição de combustível.





Hoje, afirma que as grandes cidades do país têm gasolina, mas acredita que o abastecimento vai ser controlado, restringido ou até mesmo escasseie.




O Governo da Venezuela denunciou hoje uma "gravíssima agressão militar", após explosões na capital durante a noite, e o Presidente Nicolás Maduro decretou estado de exceção.



O Presidente dos EUA, Donald Trump, ordenou os ataques aéreos dentro do território venezuelano há alguns dias, revelaram dois funcionários norte-americanos à CBS News.




Trump, que enviou um destacamento militar sem precedentes para as águas das Caraíbas, já tinha colocado a hipótese de ataques terrestres contra a Venezuela e afirmou que os dias do homólogo venezuelano, Nicolás Maduro, estavam contados.



nm
 

kok@s

GForum VIP
Entrou
Dez 9, 2019
Mensagens
10,086
Gostos Recebidos
436

Trump afirma que Maduro foi "capturado" após ataque dos EUA




O presidente norte-americano, Donald Trump, afirmou hoje que o homólogo da Venezuela, Nicolás Maduro, foi capturado e retirado à força do país, após os Estados Unidos terem realizado um "ataque em grande escala" no país.


Trump afirma que Maduro foi capturado após ataque dos EUA






O Presidente norte-americano, Donald Trump, afirmou hoje que o homólogo da Venezuela, Nicolás Maduro, foi capturado e retirado à força do país, após os Estados Unidos terem realizado um "ataque em grande escala" no país.



nm
 

kok@s

GForum VIP
Entrou
Dez 9, 2019
Mensagens
10,086
Gostos Recebidos
436

Aeroporto militar de Caracas com vestígios de incêndio e danos




Vestígios de incêndios e alguns danos na vedação da Base Aérea Generalíssimo Francisco de Miranda foram constatados hoje pela EFE, após o Governo da Venezuela ter denunciado uma "agressão militar" por parte dos Estados Unidos.


Aeroporto militar de Caracas com vestígios de incêndio e danos







Para além do fogo, no local também conhecido como La Carlota, o principal aeroporto militar de Caracas, eram visíveis restos de árvores e a destruição de partes da principal autoestrada da cidade, adjacente à instalação militar, onde se encontravam igualmente militares em viaturas que rodeavam a zona.




O Presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, declarou o estado de emergência em todo o território nacional, após denunciar a "agressão militar perpetrada pelo atual Governo dos Estados Unidos", na sequência das explosões registadas na madrugada em Caracas e nos estados vizinhos de Miranda, Aragua e La Guaira.



Detonações e explosões, acompanhadas pelo sobrevoo de aviões, foram ouvidas na madrugada em Caracas, num contexto em que a Venezuela tem denunciado "ameaças" do Governo do Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, relacionadas com o destacamento militar no Caribe e advertências de ataques terrestres.



Nas redes sociais circulam imagens de explosões em vários pontos da capital venezuelana, enquanto utilizadores relataram detonações no principal quartel militar do país, o Forte Tiuna, a oeste da cidade, bem como em La Carlota.



Em Forte Tiuna, aliás, dezenas de habitantes abandonaram a instalação militar na madrugada de hoje.



Uma das explosões, das quais o Governo de Nicolás Maduro acusa os Estados Unidos -- que, por seu lado, ainda não se pronunciaram oficialmente -- ocorreu numa montanha próxima de Fuerte Tiuna, onde se situa a sede do Ministério da Defesa. Nesse local registou-se também um corte no fornecimento de eletricidade, bem como em zonas adjacentes, enquanto se ouvia o sobrevoo de aeronaves, constatou a EFE.




De imediato, moradores de edifícios residenciais dentro da instalação militar começaram a descer pelas escadas, vários deles com o objetivo de sair do local, alguns a pé e outros em viaturas, na sua maioria cheias de pessoas que fugiam por receio de novas explosões.




Um militar ordenava aos condutores que desligassem as luzes dos automóveis, que formavam fila para sair por uma das principais entradas do complexo militar.




No interior de um dos veículos, um casal dirigia-se para outra zona de Caracas onde se encontravam familiares, enquanto a mulher rezava pela proteção da sua habitação e o homem falava com parentes para saber como se encontravam.



No centro de Caracas, onde se localizam grande parte das instituições públicas, havia fornecimento de eletricidade e as avenidas e ruas estavam, na sua maioria, quase desertas, com poucos veículos a circular e algumas pessoas fora de casa ou a caminhar nos passeios.




O Governo de Maduro denunciou, em comunicado, uma "gravíssima agressão militar" por parte dos Estados Unidos em localidades civis e militares.



Segundo o texto oficial, Maduro declarou o estado de emergência em todo o território nacional, para "proteger os direitos da população, o pleno funcionamento das instituições republicanas e passar de imediato à luta armada".




Na sexta-feira passada, o Presidente norte-americano anunciou um ataque contra uma "grande instalação", no âmbito da sua campanha contra uma rede de narcotráfico liderada, segundo Washington, pela Venezuela, sem especificar se a ação ocorreu em território venezuelano.




Na segunda-feira, Trump indicou que o ataque teve lugar num cais, mas também não precisou a localização geográfica do bombardeamento.



Segundo noticiou na segunda-feira o New York Times, a Agência Central de Inteligência (CIA) dos Estados Unidos realizou, na semana passada, um ataque com drones contra uma instalação portuária na Venezuela.




Na quinta-feira, Maduro afirmou, numa entrevista, que o sistema defensivo do seu país "garantiu e garantirá a integridade territorial" da Venezuela, quando questionado sobre este alegado ataque terrestre, que não confirmou nem desmentiu.



nm
 

kok@s

GForum VIP
Entrou
Dez 9, 2019
Mensagens
10,086
Gostos Recebidos
436

Líderes da oposição venezuelanos recusam comentar ataques dos EUA




A líder da oposição venezuelana e Nobel da Paz 2025, María Corina Machado, bem como o antigo candidato presidencial da oposição Edmundo González Urrutia escusaram-se a comentar para já os ataques aéreos contra a Venezuela atribuídos aos Estados Unidos.


Líderes da oposição venezuelanos recusam comentar ataques dos EUA





"Neste momento, não há uma declaração oficial sobre os factos relatados na Venezuela. Qualquer informação confirmada será divulgada oportunamente pelos canais oficiais", afirmou o porta-voz oficial de ambos os opositores na rede social X.



Laureada com o Nobel da Paz no ano passado, Maria Corina dedicou o prémio ao Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, pelo apoio à causa da oposição, e afirmou que a maior homenagem a Alfred Nobel, o magnata sueco criador da distinção, será garantir a "transição para a democracia" na Venezuela.




María Corina Machado classificou a postura dos Estados Unidos como um fator-chave no isolamento do Presidente venezuelano, Nicolás Maduro, frisando que "a posição firme" de Donald Trump e do Governo norte-americano "de desmantelar os cartéis de droga mudou completamente a dinâmica".




Em dezembro, quando viajou para a Noruega para receber o prémio, revelou que as autoridades norte-americanas a tinham ajudado a sair da Venezuela, onde estava escondida na clandestinidade há meses.




Edmundo González Urrutia foi o candidato da oposição às eleições presidenciais de julho de 2024, na qual reclamou vitória com base nas atas eleitorais, mas as autoridades atribuíram um terceiro mandato a Nicolás Maduro.




O Governo venezuelano denunciou hoje uma "gravíssima agressão militar" dos Estados Unidos em localidades civis e militares da capital venezuelana, Caracas, e dos estados centrais de Miranda, Aragua e La Guaira.




O Presidente venezuelano, Nicolás Maduro, decretou estado de exceção e ordenou o "desdobramento do comando para a defesa integral da nação".




Várias explosões foram ouvidas na madrugada de sábado em Caracas, La Guaira e Miranda, num cenário de tensões com os Estados Unidos, que em agosto enviaram navios de guerra ao mar do Caribe, perto da costa venezuelana, com Caracas a denunciar ameaças.




O Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, ordenou esta noite o ataque a alvos dentro da Venezuela, incluindo militares, numa escalada da sua campanha de pressão contra o governo de Maduro, segundo informaram fontes da administração americana à CBS News.




A Fox News também confirmou que Trump ordenou ataques aéreos contra vários alvos dentro da Venezuela, com maior foco na zona costeira ao redor de La Guaira, perto do aeroporto de Maiquetía e numa área que inclui possíveis alvos militares importantes para o regime de Maduro.



Trump alertou em novembro sobre a possibilidade de ataques ao território venezuelano no âmbito da sua campanha contra a Venezuela e o Governo de Nicolás Maduro, que acusa de supostamente liderar uma rede de tráfico de drogas.



nm
 

kok@s

GForum VIP
Entrou
Dez 9, 2019
Mensagens
10,086
Gostos Recebidos
436

Trump afirma que Maduro foi "capturado" após ataque dos EUA




O presidente norte-americano, Donald Trump, afirmou hoje que o homólogo da Venezuela, Nicolás Maduro, foi capturado e retirado à força do país, após os Estados Unidos terem realizado um "ataque em grande escala" no país.


Trump afirma que Maduro foi capturado após ataque dos EUA





Na plataforma Truth Social, Trump adiantou que o Presidente da Venezuela e a respetiva mulher foram transportados para fora do país - o destino não foi revelado - pelas tropas norte-americanas.



"A operação foi realizada em conjunto com as autoridades policiais dos Estados Unidos", referiu Trump na mensagem na rede social Truth Social, em que indicou que daria mais informações hoje numa conferência de imprensa às 11h00 de Mar-a-Lago, na Florida (16h00 em Lisboa).




Múltiplas explosões foram ouvidas e aviões voando a baixa altitude sobre Caracas, a capital, enquanto o Governo de Maduro acusava imediatamente os Estados Unidos de atacar instalações civis e militares. O Governo venezuelano classificou o ataque como "imperialista" e incitou os cidadãos a protestarem nas ruas.




Por esclarecer está saber quem está agora no comando do país, com o paradeiro de Maduro a ser desconhecido.





Trump já vinha ameaçando há meses que poderia em breve ordenar ataques contra alvos em território venezuelano, após várias semanas de ataques a barcos acusados de transportar drogas. Maduro denunciou as operações militares dos EUA como uma tentativa velada de destituí-lo do poder.



Entretanto, indivíduos armados e membros uniformizados de uma milícia civil tomaram as ruas de um bairro de Caracas, há muito considerado um reduto do partido governamental.




Mas noutras áreas da cidade, as ruas permaneceram vazias horas após o ataque. Partes da cidade ficaram sem energia elétrica, mas os veículos circulam livremente.



Entretanto, a Colômbia enviou reforços militares para a fronteira com a Venezuela, após o Presidente colombiano, Gustavo Petro, ter denunciado o ataque com mísseis contra Caracas e pedido uma reunião "imediata" da Organização dos Estados Americanos (OEA).



"Alerta Geral, eles atacaram a Venezuela", escreveu o Presidente colombiano, próximo de Maduro, sublinhando que, quer a OEA quer a ONU, "devem pronunciar-se sobre a "legalidade internacional" dessa "agressão" contra o país vizinho.




Também Cuba condenou o "ataque criminoso" dos Estados Unidos e pede uma tomada de posição da comunidade internacional favorável à Venezuela.




"A nossa #ZonaDePaz está a ser brutalmente atacada" pelos Estados Unidos, frisou o Presidente de Cuba, Manuel Díaz-Canal, na conta pessoal na rede social X.



"#Cuba denuncia e exige uma reação urgente da comunidade internacional contra o ataque criminoso dos Estados Unidos à Venezuela. A nossa #Zona de Paz está a ser brutalmente atacada. O terrorismo de Estado contra o bravo povo venezuelano e contra a nossa América", acrescentou.



Por sua vez, o ministro dos Negócios Estrangeiros cubano, Bruno Rodríguez, condenou veementemente "a contínua agressão militar dos EUA contra a Venezuela".




"Os bombardeamentos e atos de guerra contra Caracas e outros locais do país são atos cobardes contra uma nação que não atacou os Estados Unidos nem qualquer outro país", afirmou Rodriguez.




Entretanto, a televisão estatal iraniana noticiou as explosões em Caracas e mostrou imagens da capital venezuelana. O Irão mantém uma relação próxima com a Venezuela há anos, em parte devido à sua inimizade comum com os EUA.




Até agora, Rússia e China, aliados da Venezuela, não se pronunciaram.




nm
 

kok@s

GForum VIP
Entrou
Dez 9, 2019
Mensagens
10,086
Gostos Recebidos
436

Vice-presidente desconhece paradeiro de Maduro e exige prova de vida




A vice-presidente da Venezuela, Delcy Rodríguez, afirmou hoje desconhecer o paradeiro do Presidente Nicolás Maduro e da primeira-dama, Cilia Flores, após Donald Trump ter confirmado um ataque contra o país e anunciado a captura de ambos.


Vice-presidente desconhece paradeiro de Maduro e exige prova de vida







Em contacto telefónico com o canal estatal Venezolana de Televisión (VTV), Rodríguez exigiu ao governo de Trump uma prova de vida de Maduro e Flores, ao mesmo tempo que denunciou que o ataque norte-americano "matou militares e civis", sem adiantar um número preciso.



"Desconhecemos o paradeiro do Presidente Nicolás Maduro e da primeira-dama, Cilia Flores. Exigimos ao Presidente Donald Trump uma prova de vida imediata do Presidente Maduro e da primeira-dama", proclamou Rodríguez.




Trump fez o anúncio inicial na plataforma Truth Social, onde indicou que Maduro e a mulher foram "transferidos para fora do país" após "um ataque em grande escala", numa operação realizada em conjunto com as autoridades policiais norte-americanas.




Em declarações ao New York Times, Trump celebrou "uma operação brilhante", sobre a qual dará mais informações numa conferência de imprensa a partir da sua residência em Palm Beach (Flórida), às 11:00 locais (16:00 em Lisboa).




Horas antes deste anúncio, os Estados Unidos desencadearam uma série de ataques aéreos contra Caracas e os estados de Aragua e La Guaira, nas imediações da capital venezuelana, o que o Governo da Venezuela, numa primeira reação, condenou como uma "gravíssima agressão militar contra o território e a população venezuelanos".




O ministro da Defesa da Colômbia, Vladimir Padrino, confirmou pelo menos um ataque "disparado com helicópteros de combate" contra o complexo militar de Fuerte Tiuna, o mais importante da Venezuela.




Meios de comunicação locais referem igualmente bombardeamentos contra o quartel de La Carlota e o aeroporto de Higuerote, a antena de comunicações de El Volcán e o porto de La Guaira.




A "captura" de Maduro e os ataques dos Estados Unidos à Venezuela acabaram por fazer transbordar a elevada tensão diplomática e militar existente nos últimos meses entre os dois países.



Trump tinha ordenado o destacamento de navios de guerra ao largo da costa venezuelana, apreendido petroleiros que partiam dos seus portos e ameaçado abertamente atacar território venezuelano, sob o argumento do combate ao narcotráfico.




Enquanto Colômbia, Cuba e Irão condenaram o ataque norte-americano, o Presidente da Argentina, Javier Milei, celebrou o anúncio de Trump sobre a captura de Maduro através de uma publicação na rede social X.




Milei, uma das figuras mais próximas de Trump na região, reagiu ao anúncio da captura de Maduro poucos minutos após este ter sido divulgado na plataforma Truth Social.




Milei e Maduro mantêm uma forte rivalidade desde a tomada de posse do líder argentino de extrema-direita, em dezembro de 2023, tendo protagonizado numerosos confrontos, tanto retóricos como diplomáticos, em torno de questões como a detenção de um polícia argentino na Venezuela, em dezembro de 2024, a expulsão de diplomatas argentinos de Caracas após denúncias de fraude eleitoral e o pedido do Governo venezuelano de emissão de um mandado de captura contra Milei, entre outros.



nm
 
Topo