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Irão a ferro e fogo

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O Que Está Dentro do ARSENAL DE MÍSSEIS DO IRÃO​



 

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Regime de Teerão entroniza filho de Khamenei como novo líder supremo




A Assembleia de Peritos, cúpula dirigente da República Islâmica iraniana, escolheu o segundo filho mais velho do anterior líder supremo, Mojtaba Khamenei, para suceder ao 'ayatollah' morto nos primeiros bombardeamentos conjuntos de Israel e Estados Unidos da América (EUA).


Regime de Teerão entroniza filho de Khamenei como novo líder supremo







Mojtaba, nascido em Mashhad 10 anos antes da Revolução Islâmica (1979), já era tido como forte candidato ao mais alto cargo de poder do regime xiita conservador de Teerão, apesar de nunca ter desempenhado funções governativas, sendo uma figura descrita como especialista nos jogos de bastidores.



Uma biografia oficial do seu pai, Ali Khamenei, descreve um episódio no qual a polícia secreta da era do xá Mohammad Reza Pahlavi, a SAVAK, irrompeu pela casa do então opositor, espancou-o e levou-o, tendo sido contada a Mojtaba e restantes irmãos a versão de que o progenitor tinha ido de férias.



Com a subida Ruhollah Musavi Khomeini ao topo da hierarquia do atual regime teocrático, após a deposição de Reza Pahlavi, em 1979, a família de Khamenei mudou-se para a capital iraniana.



Khamenei combateu na Guerra Irão-Iraque, na década de 1980, integrado no batalhão Habib ibn Mazahir, uma divisão da Guarda Revolucionária da qual muitos membros sairam para funções nos serviços secretos e de informações.




Com a ascensão do pai Khamenei a líder supremo, em 1989, Mojtaba e a família ficaram com acesso a biliões de dólares e outros ativos e fundos que gerem empresas e indústrias estatais do Irão.




Documentos diplomáticos norte-americanos publicados pela organização Wikileaks descrevem o agora eleito 'ayatollah' como "o poder atrás da cortina", alegando-se que o próprio teria colocado o telefone do pai sob escuta e formado uma base autónoma de apoio nos corredores do poder do país.



Khamenei "é amplamente visto dentro do regime como um líder e gestor capaz e enérgico que poderá um dia suceder a, pelo menos, uma parte da liderança nacional" e "o seu pai [Ali Khamenei] também pode vê-lo dessa forma", lia-se num dos telegramas dos EUA, datado de 2008.



Mojtaba Khamenei trabalhou de perto com a Guarda Revolucionária, tanto comandantes da Força Quds quanto da Basij, grupo voluntário que reprimiu violentamente os protestos em todo o país em janeiro, segundo o Departamento do Tesouro dos EUA.




Os responsáveis norte-americanos sancionaram este novo líder supremo iraniano em 2019, no primeiro mandato do presidente dos EUA, Donald Trump, por considerarem que Mojtaba promovia "ambições regionais desestabilizadoras" e "opressão interna".




Foi também acusado de ter apoiado a eleição do presidente de 'linha-dura' Mahmoud Ahmadinejad, ainda em 2005, e a sua contestada reeleição de 2009, que desencadeou os protestos do "Movimento Verde".




Khamenei perdeu a mãe Mansoureh Khojasteh Bagherzadeh, um filho e a mulher, Zahra Adel, igualmente nos ataques que mataram o seu pai.



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Guarda Revolucionária expressa obediência ao novo líder supremo do Irão




A Guarda Revolucionária iraniana expressou no domingo a sua obediência ao novo líder supremo da República Islâmica do Irão, Mojtaba Khamenei, que sucede ao pai, morto por ataques dos Estados Unidos e de Israel.


Guarda Revolucionária expressa obediência ao novo líder supremo do Irão





"Felicitamos a escolha do jurista plenamente qualificado, jovem pensador e mais conhecedor das questões políticas e sociais, o 'ayatollah' Seyed Mojtaba Khamenei, e expressamos o nosso respeito, lealdade e obediência ao escolhido pela Assembleia de Peritos da Liderança", indicou o corpo militar de elite num comunicado, citado pela agência espanhola EFE.



O nome do sucessor do 'ayatollah' Ali Khamenei, morto em 28 de fevereiro por ataques israelitas e americanos, foi anunciado no domingo pela Assembleia de Peritos.



Na nota, a Guarda Revolucionária assegura que, "como soldado e braço poderoso da liderança", está "preparada para obedecer plenamente e sacrificar-se pelas ordens do líder supremo, o 'ayatollah' Seyed Mojtaba Khamenei".







Com a missão de proteger a Revolução Islâmica e paralela às Forças Armadas convencionais, a Guarda Revolucionária é o corpo militar mais poderoso do país persa e controla o programa de mísseis balísticos iranianos.




Mojtaba Khamenei não será apenas o líder político, mas também o responsável máximo do xiismo, uma corrente minoritária no islamismo, mas a maioria no Irão e com grande presença em países como o Iraque, Síria ou Líbano.




Depois de 28 de fevereiro, o Irão lançou ataques de retaliação contra alvos em Israel, bases norte-americanas e outras infraestruturas em países da região como Arábia Saudita, Bahrein, Emirados Árabes Unidos, Qatar, Kuwait, Líbano, Jordânia, Omã e Iraque. Incidentes com projéteis iranianos também foram registados em Chipre e na Turquia.



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Israel lança nova vaga de ataques contra Beirute e Teerão




O exército de Israel anunciou hoje o lançamento de uma nova vaga de ataques contra infraestruturas controladas pelo grupo xiita Hezbollah em Beirute e contra o regime iraniano, na região central do país.


Israel lança nova vaga de ataques contra Beirute e Teerão




As forças israelitas anunciaram a ofensiva na plataforma de mensagens Telegram, horas depois de uma série de ataques em que o exército israelita afirmou ter bombardeado o quartel-general da Força Aérea da Guarda Revolucionária iraniana, a partir do qual são operados mísseis balísticos e drones.



Na declaração, Israel informou que, no domingo, a força aérea atingiu 400 alvos militares pertencentes ao regime dos ayatollahs no oeste e centro do Irão, incluindo lançadores de mísseis balísticos e instalações de produção de armas.



Israel atacou também pela primeira vez depósitos de combustível em Teerão e arredores, resultando em pelo menos quatro mortes, forçando o racionamento de gasolina para 20 litros por pessoa por dia e deixando a capital iraniana envolta numa nuvem tóxica, uma mistura de chuva e fumo.




O exército israelita voltou hoje a bombardear os subúrbios do sul de Beirute, afirmando estar a visar o Hezbollah, que reportou intensos combates no leste do Líbano contra as tropas israelitas que chegaram de helicóptero.



Um jornalista da agência de notícias France-Presse (AFP) ouviu uma forte explosão nos subúrbios do sul da capital, um bastião do Hezbollah, e viu densas colunas de fumo na zona, que já tinha sido bombardeada várias vezes por Israel na semana passada.




As forças israelitas "atacaram infraestruturas pertencentes à organização terrorista Hezbollah em Beirute", disse pouco depois, o exército, num breve comunicado.




De acordo com a agência noticiosa oficial libanesa Ani, três pessoas morreram e 15 ficaram feridas nos ataques israelitas contra a cidade de Tayr Debba, perto do porto de Tiro, no sul do Líbano.




A leste, perto da fronteira com a Síria, a Ani reportou "combates intensos" perto da aldeia de Nabi Chit.




A aldeia já tinha sido alvo de ataques, durante a noite de sexta-feira para sábado, por parte de comandos israelitas, que tentaram, sem sucesso, recuperar o corpo de um aviador israelita capturado em 1986.




Dois responsáveis do Hezbollah disseram à AFP que o movimento xiita libanês abateu um helicóptero israelita no Vale do Bekaa, onde se situa Nabi Chit.




O número de mortos na intensa ofensiva aérea israelita contra o Líbano atingiu 394, incluindo 83 crianças, e o número de feridos subiu para 1.130, segundo dados divulgados no domingo pelo ministro da Saúde Pública libanês, Rakan Nasreddine.




Durante a última semana, Israel tem vindo a realizar uma campanha aérea contra o sul e o leste do Líbano, bem como contra os subúrbios da capital, o que já obrigou à deslocação de 112 mil pessoas para abrigos oficiais, embora se estime que o número total de pessoas que tiveram de abandonar as casas possa chegar a pelo menos 200 mil.




Por sua vez, o grupo xiita libanês Hezbollah continua a lançar ataques de impacto limitado contra alvos militares no norte do Estado judaico.



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Kuwait diz ter intercetado 212 mísseis e 384 drones lançados por Teerão




O Governo do Kuwait informou hoje ter intercetado 212 mísseis e 384 drones iranianos desde o início da ofensiva contra o Irão, que desencadeou ataques de Teerão contra países que acolhem bases dos Estados Unidos.


Kuwait diz ter intercetado 212 mísseis e 384 drones lançados por Teerão





Segundo o ministro dos Negócios Estrangeiros do Kuwait, xeque Jarrah Jaber al-Ahmad al-Sabah, o Irão lançou no total 234 mísseis e 422 drones contra o território kuwaitiano desde o início da escalada militar.



Nas últimas horas, ataques iranianos atingiram a sede do Instituto Público de Segurança Social (IPSS) e dois depósitos de combustível no Aeroporto Internacional do Kuwait.



O instituto informou que o edifício principal sofreu danos materiais e anunciou o encerramento das instalações até novas ordens.




A Direção Geral de Aviação Civil confirmou que dois tanques de combustível pertencentes à Kuwait Aviation Fuels Corporation foram atingidos por drones, provocando um "grande incêndio" e danos materiais, sem registo de vítimas.




Os bombeiros do Kuwait informaram entretanto que conseguiram controlar o fogo que deflagrou nos reservatórios de combustível do aeroporto.




O Ministério do Interior kuwaitiano anunciou também a morte de dois soldados, identificados como Emad al-Shara e Fahad Abdulaziz al-Majmad, membros da Direção Geral de Segurança das Fronteiras Terrestres, durante ataques ocorridos na madrugada de hoje.




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Zelensky anuncia envio de drones e peritos para ajudar Jordânia




O presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, anunciou hoje que Kyiv enviou drones intercetores e um grupo de especialistas para ajudar a Jordânia, em declarações ao jornal norte-americano New York Times.


Zelensky anuncia envio de drones e peritos para ajudar Jordânia





"Reagimos imediatamente", disse, adiantando que o pedido foi feito pelos Estados Unidos da América (EUA), na quinta-feira, e que o efetivo ucraniano partiu na sexta-feira.



A Jordânia é um importante aliado dos EUA no Médio Oriente e existe uma grande base militar norte-americana na região, a qual foi atacada pelo Irão em retaliação aos ataques aéreos conjuntos israelo-americanos, iniciados em 28 de fevereiro, contra a República Islâmica.




Zelensky tinha afirmado no domingo esperar que a ajuda da Ucrânia para a segurança da Jordânia e das tropas dos EUA ali estacionadas se traduza em maior capacidade defensiva para norte-americanos e seus aliados naquela região, mas também para os ucranianos.




Desde o início da guerra, em 24 de fevereiro de 2022, a Ucrânia desenvolveu capacidades próprias de abater os drones 'Shahed', de fabrico iraniano, com os quais que a Rússia tem atacado quase todas as noites o território ucraniano.




A Ucrânia já reclamou a necessidade de mais mísseis de fabrico norte-americano para os seus sistemas de defesa antiaérea como os 'Patriot' e contra aviões de caça F-16.





Washington parou de fornecer equipamento militar gratuitos para a Ucrânia desde que o atual presidente dos EUA, Donald Trump, voltou à Casa Branca, mas os norte-americanos continuam a transferir armamento para Kyiv, pago principalmente por países europeus.




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Ucrânia recebeu 11 pedidos de ajuda de EUA, Europa e Golfo sobre drones




A Ucrânia recebeu 11 pedidos dos Estados Unidos, da Europa e de países vizinhos do Irão para partilhar a experiência e capacidades para abater drones Shahed iranianos, anunciou hoje o Presidente Volodymyr Zelensky.


Ucrânia recebeu 11 pedidos de ajuda de EUA, Europa e Golfo sobre drones




O Irão forneceu drones à Rússia para utilizar na guerra contra a Ucrânia que Moscovo desencadeou em fevereiro de 2022 com a invasão do país vizinho.



Teerão tem estado a usar o mesmo armamento para atacar os países do Golfo Pérsico desde que foi alvo de uma ofensiva militar por parte de Estados Unidos (EUA) e Israel, lançada em 28 de fevereiro.




"Até agora, há 11 pedidos de países vizinhos do Irão, de Estados europeus e dos Estados Unidos", disse o chefe de Estado ucraniano nas redes sociais, segundo a agência de notícias espanhola EFE.




Zelensky explicou que os países estão interessados tanto nos drones intercetores e sistemas de guerra eletrónica desenvolvidos pelos ucranianos para enfrentar os Shahed iranianos, como em receber treino de especialistas ucranianos.





Referiu, sem dar mais detalhes, que a Ucrânia está disposta a ajudar quem a ajudou a salvar vidas e a proteger a independência da invasão russa.



Zelensky acrescentou que o Conselho de Segurança Nacional e Defesa da Ucrânia determinará, juntamente com as Forças Armadas, a quantos pedidos de ajuda "pode responder positivamente sem reduzir" as capacidades defensivas de que Kiev necessita.





Numa entrevista ao jornal norte-americano The New York Times, Zelensky declarou que já enviou drones intercetores e peritos ucranianos para a Jordânia, onde os Estados Unidos têm uma base militar.





Na mensagem de hoje nas redes sociais, Zelensky recordou que a República Islâmica do Irão e a Rússia se apoiam mutuamente.





Defendeu uma maior cooperação entre os inimigos de ambos os países, tanto para enfrentar drones e mísseis iranianos como para destruir as infraestruturas iranianas de produção de armamento.



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Teerão sem medo das "ameaças vazias" de Trump




O Irão não teme as "ameaças vazias" de Donald Trump, declarou hoje o chefe do Conselho Supremo de Segurança Nacional iraniano, após o Presidente norte-americano ter prometido atingir "com mais força" caso Teerão bloqueie o transporte de petróleo.


Teerão sem medo das ameaças vazias de Trump







"O Irão não tem medo das suas ameaças vazias. Pessoas mais poderosas do que você tentaram eliminar a nação iraniana e não conseguiram. Tenha cuidado para não ser eliminado você próprio!", escreveu Ali Larijani na rede social X.



Na segunda-feira, Trump, ameaçou atacar o Irão "com muito, muito mais força" caso a República Islâmica bloqueie o fornecimento de petróleo de países do Médio Oriente.




"Não permitirei que um regime terrorista mantenha o mundo refém e tente travar o fornecimento global de petróleo. E se o Irão fizer algo nesse sentido, será atingido com muito, muito mais força", garantiu o Presidente norte-americano numa conferência de imprensa na Florida.



"Se querem jogar este jogo [...] é melhor que não o joguem", acrescentou Trump.




O republicano insistiu que a guerra no Irão "terminará em breve", classificando-a como uma operação "bastante avançada em relação ao calendário".



"Ela terminará em breve e, se recomeçar, eles serão atingidos com ainda mais força", destacou o Presidente norte-americano.




"Até à data, atingimos mais de 5.000 alvos, alguns muito importantes, e reservámos os alvos mais importantes para o caso de precisarmos deles mais tarde", insistiu ainda.




Os Estados Unidos e Israel lançaram a 28 de fevereiro um ataque militar contra o Irão, para "eliminar as ameaças iminentes do regime iraniano".




Em resposta, o Irão lançou ataques de retaliação contra alvos em Israel, bases norte-americanas e outras infraestruturas em países da região como Arábia Saudita, Bahrein, Emirados Árabes Unidos, Qatar, Kuwait, Líbano, Jordânia, Omã e Iraque. Incidentes com projéteis iranianos também foram registados em Chipre, Azerbaijão e na Turquia.



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Arábia Saudita diz ter intercetado sete mísseis balísticos iranianos




A Arábia Saudita intercetou na madrugada de hoje sete mísseis balísticos disparados pelo Irão, seis dos quais tinham como alvo a Base Aérea Príncipe Sultan, que alberga tropas norte-americanas perto de Riade, divulgou o Ministério da Defesa saudita.


Arábia Saudita diz ter intercetado sete mísseis balísticos iranianos





"Seis mísseis balísticos disparados em direção à Base Aérea de Príncipe Sultan foram intercetados e destruídos", afirmou o ministério.



Um míssil balístico que tinha como alvo a região leste do país também foi intercetado, assim como dois drones na zona de Hafar al-Batin, perto da fronteira com o Kuwait, acrescentou a mesma fonte.



No domingo, os Estados Unidos ordenaram a saída do pessoal diplomático não essencial da Arábia Saudita, país que está a ser alvo da retaliação iraniana aos ataques norte-americanos e israelitas.



Também hoje a Guarda Revolucionária do Irão reivindicou ter atacado bases norte-americanas no Bahrein e na região iraquiana do Curdistão, sem que as autoridades destes países dessem conta de qualquer ataque.



Num comunicado divulgado pela agência oficial iraniana Tasnim, os Guardas da República Islâmica afirmaram que um grande número de mísseis foi lançado contra a base da quinta frota da Marinha norte-americana no Bahrein.



Referiram ainda ataques contra outras três instalações na região do Curdistão iraquiano.



As forças israelitas divulgaram hoje à noite que começaram uma "onda de ataques" contra Teerão, pouco depois de se terem ouvido novas explosões na capital iraniana.



Pouco depois, as IDF divulgaram que identificaram mísseis lançados a partir do Irão em direção ao território de Israel.



O Pentágono tinha antecipado que terça-feira podia ser o dia mais intenso de bombardeamentos no Irão desde o início da guerra e afirmou que Teerão tem demonstrado uma capacidade reduzida de resposta à medida que a ofensiva avança.



Os Estados Unidos e Israel lançaram em 28 de fevereiro um ataque militar contra o Irão, tendo abatido durante a ofensiva o 'ayatollah' Ali Khamenei, líder supremo do país desde 1989.



O Irão lançou ataques de retaliação contra alvos em Israel, bases norte-americanas e outras infraestruturas em países da região como Arábia Saudita, Bahrein, Emirados Árabes Unidos, Qatar, Kuwait, Líbano, Jordânia, Omã e Iraque. Incidentes com projéteis iranianos também foram registados em Chipre e na Turquia.



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Guarda Revolucionária do Irão diz ter atacado base norte-americana no Kuwait




A Guarda Revolucionária do Irão anunciou hoje que lançou mísseis contra uma base militar norte-americana no Kuwait, informaram as agências de notícias iranianas Mehr e Fars.


Guarda Revolucionária do Irão diz ter atacado base norte-americana no Kuwait




"A base norte-americana de Arifjan foi atingida por dois mísseis disparados" pela Guarda Revolucionária, afirmaram as agências de notícias iranianas, embora o Kuwait não tenha confirmado oficialmente o ataque.



Localizada a sul da Cidade do Kuwait, a base de Arifjan alberga o quartel-general avançado da componente terrestre do Comando Central do exército dos EUA (Centcom, na sigla em inglês), responsável pelo Médio Oriente.




Horas antes, as autoridades da Arábia Saudita, Emirados Árabes Unidos (EAU) e Kuwait anunciaram a deteção de mísseis disparados do Irão, alguns dos quais que tinham como alvo bases militares dos Estados Unidos.




O Ministério da Defesa da Arábia Saudita informou a interceção de sete mísseis balísticos disparados pelo Irão, seis dos quais tinham como alvo a Base Aérea Príncipe Sultan, que alberga tropas norte-americanas perto de Riade.




"Seis mísseis balísticos disparados em direção à Base Aérea Príncipe Sultan foram intercetados e destruídos", anunciou o ministério, acrescentando que um míssil balístico que tinha como alvo a região leste do país também foi intercetado.




Também hoje, a Guarda Revolucionária do Irão já tinha anunciado uma nova vaga de ataques contra Israel e bases norte-americanas no Iraque, bem como contra as forças navais de Washington.



Num comunicado divulgado pela agência de notícias iraniana Fars, a força de elite afirmou que os mísseis atingiram "o coração de Telavive", em Israel, bem como "bases inimigas americano-sionistas em Erbil", a principal cidade do Curdistão iraquiano, e a Quinta Frota dos EUA, estacionada no Médio Oriente.




De acordo com outra mensagem da Guarda Revolucionária, divulgada pela agência de notícias Tasnim, ligada à organização, esta onda é a "mais devastadora e a mais dura" desde o início do conflito e foi levada a cabo durante uma ofensiva que durou mais de três horas.




As forças armadas iranianas afirmaram ter atingido um centro de comunicações israelita no sul de Telavive, bem como instalações militares em Jerusalém e Haifa.



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Navio porta-contentores atingido por projétil perto do Estreito de Ormuz




A agência de segurança marítima UKMTO, que vigia a segurança de navios e marinheiros em todo o mundo, disse que um navio porta-contentores foi atingido por um projétil perto do estreito de Ormuz.


Navio porta-contentores atingido por projétil perto do Estreito de Ormuz




De acordo com a UKMTO, que está sob a tutela do exército do Reino Unido, o capitão informou que a embarcação foi danificada, mas que todos os tripulantes estão em segurança.



O navio foi atingido por um "projétil não identificado" a 25 milhas náuticas (46 quilómetros) a noroeste de Ras Al Khaimah, na costa dos Emirados Árabes Unidos.



O local encontra-se ainda dentro do Golfo Pérsico, mas próximo de Ormuz, um estreito crucial para o transporte de petróleo, que se encontra atualmente em alerta máximo devido ao conflito em curso entre os Estados Unidos e Israel contra o Irão.



A UKMTO registou 14 incidentes que afetaram navios no Golfo Pérsico, no estreito de Ormuz e no golfo de Omã entre 28 de fevereiro, quando o conflito começou, e terça-feira.



Destes incidentes, quatro são relatos de "atividade suspeita", como ouvir ou ver explosões, e dez são ataques que atingiram uma embarcação. A agência refere que estes ataques deixaram sete marinheiros mortos.


O estreito de Ormuz, por onde passa normalmente 20% do crude mundial, viu o tráfego cair drasticamente desde que os Estados Unidos e Israel lançaram um ataque contra o Irão, desencadeando uma escalada das tensões regionais, com Teerão a retaliar contra os Estados do Golfo aliados dos EUA.



O Irão, que fechou o estreito a norte, ameaçou repetidamente impedir a exportação de "um único litro de petróleo da região" se os ataques contra o país não cessarem, enquanto Washington insiste que a ofensiva só se intensificará se Teerão bloquear o fluxo de crude através deste ponto estratégico.



Os ataques a petroleiros e navios de carga que transitam pelo estreito de Ormuz, juntamente com as ameaças persistentes, deixaram este ponto praticamente fechado ao tráfego.



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Israel, Arábia Saudita, Emirados e Kuwait denunciam nova vaga de ataques do Irão




As autoridades de Israel, Arábia Saudita, Emirados Árabes Unidos (EAU) e Kuwait anunciaram hoje a deteção de mísseis disparados do Irão, alguns dos quais que tinham como alvo bases militares dos Estados Unidos.


Israel, Arábia Saudita, Emirados e Kuwait denunciam nova vaga de ataques do Irão




O exército de Israel anunciou que detetou mísseis disparados do Irão em direção ao território israelita e ativou os sistemas de defesa aérea.



"As Forças de Defesa de Israel detetaram mísseis disparados do Irão em direção ao Estado de Israel. Os sistemas de defesa estão em operação para intercetar a ameaça", informou o exército israelita na plataforma de mensagens Telegram.




Jornalistas da agência de notícias France-Presse em Jerusalém ouviram sirenes de ataque aéreo e o som de explosões à distância.




Pouco depois, o exército israelita permitiu que os residentes abandonassem os abrigos. Não houve relatos imediatos de feridos por parte dos serviços de emergência.


O serviço Magen David Adom, o equivalente israelita da Cruz Vermelha, informou que estava a assistir "um pequeno número de pessoas feridas enquanto se dirigiam para áreas protegidas".



A televisão Canal 12 de Israel deu conta de vários feridos em ataques aéreos iranianos perto de Telavive.



Também hoje, o Ministério da Defesa da Arábia Saudita informou a interceção de sete mísseis balísticos disparados pelo Irão, seis dos quais tinham como alvo a Base Aérea Príncipe Sultan, que alberga tropas norte-americanas perto de Riade.



"Seis mísseis balísticos disparados em direção à Base Aérea Príncipe Sultan foram intercetados e destruídos", anunciou o ministério, acrescentando que um míssil balístico que tinha como alvo a região leste do país também foi intercetado.



Foram ainda neutralizados cinco drones na zona de Al-Kharj, onde se situa a Base Aérea Príncipe Sultan, e dois na zona de Hafar Al-Batin, perto da fronteira com o Kuwait, acrescentou o ministério.


As autoridades sauditas disseram que neutralizaram dois drones que se dirigiam para o campo petrolífero de Shaybah, no leste do país, perto da fronteira com os EAU, que já foi alvo de vários ataques por parte do Irão.



Os EAU disseram hoje que estão a enfrentar um ataque com drones e mísseis do Irão, informou o Ministério da Defesa emirati.



"As defesas aéreas dos Emirados Árabes Unidos estão a responder a uma ameaça de mísseis e drones do Irão", disse o ministério, instando a população a permanecer em casa.



O exército do Kuwait revelou que os sistemas de defesa aérea detetaram "cinco drones hostis que penetraram no espaço aéreo do país". "Quatro foram atacados e destruídos, e um caiu fora da zona de ameaça", afirmou, em comunicado de imprensa.



A Guarda Revolucionária do Irão confirmou hoje uma nova vaga de ataques contra Israel e bases norte-americanas no Iraque, bem como contra as forças navais de Washington.



Num comunicado divulgado pela agência de notícias iraniana Fars, a força de elite afirmou que os mísseis atingiram "o coração de Telavive", em Israel, bem como "bases inimigas americano-sionistas em Erbil", a principal cidade do Curdistão iraquiano, e a Quinta Frota dos EUA, estacionada no Médio Oriente.



De acordo com outra mensagem da Guarda Revolucionária, divulgada pela agência de notícias Tasnim, ligada à organização, esta onda é a "mais devastadora e a mais dura" desde o início do conflito e foi levada a cabo durante uma ofensiva que durou mais de três horas.



As forças armadas iranianas afirmaram ter atingido um centro de comunicações israelita no sul de Telavive, bem como instalações militares em Jerusalém e Haifa.



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Novo líder supremo do Irão Mojtaba Khamenei "são e salvo" apesar de ferido




O novo líder supremo do Irão, Mojtaba Khamenei, está "são e salvo" apesar dos ferimentos, afirmou hoje o filho do Presidente iraniano, na plataforma de mensagens Telegram.


Novo líder supremo do Irão Mojtaba Khamenei são e salvo apesar de ferido





"Ouvi relatos de que o senhor Mojtaba Khamenei tinha sido ferido", escreveu Yousef Pezeshkian, filho de Masoud Pezeshkian.



"Perguntei a alguns amigos que têm contactos com ele. Disseram-me que, graças a Deus, está são e salvo", acrescentou Yousef, que também é conselheiro do Governo.




Mojtaba Khamenei, líder religioso do Irão, terá sido ferido durante o ataque que matou o pai, o 'ayatollah' Ali Khamenei, no primeiro dia da ofensiva israelo-norte-americana, a 28 de fevereiro.




Mas os detalhes sobre a gravidade dos ferimentos de Mojtaba Khamenei são desconhecidos, e o novo líder supremo não apareceu em público desde então.



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Drones causam 4 feridos perto do aeroporto de Dubai sem suspender voos




Dois drones vindos do Irão atingiram hoje uma área próxima do Aeroporto Internacional do Dubai, nos Emirados Árabes Unidos, ferindo quatro pessoas, embora os voos continuem a operar, informaram as autoridades.


Drones causam 4 feridos perto do aeroporto de Dubai sem suspender voos




O Gabinete de Imprensa do Dubai, que emite comunicados em nome do Governo da cidade-estado, afirmou que o ataque causou "ferimentos ligeiros em dois cidadãos ganeses e num cidadão do Bangladesh, e ferimentos moderados num cidadão indiano".



O comunicado sublinhou ainda que os voos continuam a operar.


O Aeroporto Internacional do Dubai, sede da companhia aérea Emirates, que opera voos de longo curso, é o mais movimentado do mundo em termos de viagens internacionais.



As autoridades de Dubai têm tentado aumentar a programação de voos, apesar de o aeroporto ter sido alvo de ataques durante a guerra.


Os Estados Unidos e Israel lançaram a 28 de fevereiro um ataque militar contra o Irão, para "eliminar as ameaças iminentes do regime iraniano".


Em resposta, o Irão lançou ataques de retaliação contra alvos em Israel, bases norte-americanas e outras infraestruturas em países da região como Arábia Saudita, Bahrein, Emirados Árabes Unidos, Qatar, Kuwait, Líbano, Jordânia, Omã e Iraque. Incidentes com projéteis iranianos também atingiram Chipre, Azerbaijão e Turquia.



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EUA destruíram 16 navios lança-minas iranianos no estreito de Ormuz




O Exército norte-americano anunciou hoje a destruição de 16 navios iranianos lançadores de minas "junto ao estreito de Ormuz", depois de Donald Trump ter ameaçado o Irão com significativas "consequências militares" caso Teerão decidisse minar esta importante via navegável.


EUA destruíram 16 navios lança-minas iranianos no estreito de Ormuz




"As forças norte-americanas eliminaram vários navios de guerra iranianos a 10 de março, incluindo 16 navios lançadores de minas perto do estreito de Ormuz", pode ler-se, num comunicado.



Numa nota anterior nas redes sociais, as forças norte-americanos sublinharam que estão "a minar a capacidade do regime iraniano de projetar poder no mar e de hostilizar a navegação internacional".




"Há anos que as forças iranianas ameaçam a liberdade de navegação em águas essenciais para a segurança e prosperidade americanas, regionais e globais", destacaram.



Antes, o presidente dos EUA tinha anunciado a destruição de 10 destes navios.



"Tenho o prazer de informar que, nas últimas horas, atacámos e destruímos completamente dez navios lança-minas. E mais virão", sublinhou, numa breve mensagem publicada nas suas redes sociais, sem adiantar mais detalhes sobre a localização dos navios ou se eram iranianos.



O chefe de Estado norte-americano já tinha avisado Teerão para as consequências sem precedentes caso o país decidisse instalar minas no estreito de Ormuz no âmbito da resposta à ofensiva israelo-americana lançada em 28 de fevereiro.



A mensagem de Trump surgiu na sequência de uma notícia da CNN, citando fontes anónimas próximas dos serviços de informação norte-americanos, de que o Irão tinha de facto começado a instalar minas no Estreito de Ormuz, por onde passa quase um quinto da produção mundial de petróleo e onde o tráfego está praticamente paralisado



A reação de Trump realça a importância estratégica do estreito de Ormuz para a economia global e, especificamente, para a economia norte-americana.



As consequências negativas para as finanças, agravadas pela subida dos preços do petróleo, representam um ponto crítico para a administração Trump, que está a ser questionada, inclusive por alguns dos seus apoiantes, por ter iniciado a intervenção numa região tão complexa como o Médio Oriente.



As dúvidas sobre a duração da ofensiva e o receio de que se possa tornar num conflito prolongado colocam os republicanos numa posição delicada no período pré-eleitoral, antes das eleições intercalares de 03 de novembro.



Além disso, foi divulgado hoje que cerca de 140 militares norte-americanos ficaram feridos, oito deles com gravidade, em ataques iranianos lançados contra bases norte-americanas em países do Golfo Pérsico em resposta à ofensiva conjunta EUA-Israel contra a República Islâmica, segundo o Pentágono.



Durante o conflito entre os Estados Unidos, Israel e o Irão, pelo menos sete militares norte-americanos foram mortos em ataques iranianos, os seis primeiros durante um ataque com um drone no Kuwait.



O secretário da Defesa dos EUA, Pete Hegseth, avisou que hoje seria o dia de bombardeamento mais intenso no Irão desde o início da guerra e afirmou que a capacidade de resposta de Teerão diminuiu à medida que a ofensiva, que também tem como alvo a indústria de defesa iraniana, continua.



A ofensiva lançada pelos Estados Unidos e por Israel há onze dias para decapitar a República Islâmica resultou em mais de 1.200 mortes em solo iraniano.



Desde então, Teerão levou a guerra a uma dezena de países da região, atacando Israel, bem como os interesses americanos na área.




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Polícia do Irão alerta: "Manifestantes serão tratados como inimigos"




A Polícia Nacional do Irão declarou que manifestantes antigovernamentais serão considerados "inimigos". O alerta foi feito pelo chefe da polícia, Ahmad-Reza Radan, num contexto de tensões com os EUA e Israel.


Polícia do Irão alerta: Manifestantes serão tratados como inimigos




O chefe da Polícia Nacional do Irão, Ahmad-Reza Radan, alertou na terça-feira que os manifestantes antigovernamentais serão tratados "como inimigos”, numa altura em que o país enfrenta uma ofensiva em larga escala dos Estados Unidos e de Israel.



"Se alguém se manifestar em consonância com os desejos do inimigo, já não o veremos como um mero manifestante; vamos vê-lo como um inimigo", disse Radan em declarações transmitidas pela emissora estatal IRIB, na noite de terça-feira.




"E faremos com eles o que fazemos com um inimigo. Lidaremos com eles da mesma forma que lidamos com os inimigos", garantiu. "Todas as nossas forças estão também prontas, com as mãos no gatilho, preparadas para defender a sua revolução".




Sublinhe-se que pessoas morreram durante a repressão dos protestos antigovernamentais em janeiro no Irão e muitas outras estão desaparecidas, segundo a Agência de Notícias de Ativistas de Direitos Humanos (HRANA).




A mais recente vaga de protestos foi iniciada em 28 de dezembro em Teerão por comerciantes e setores económicos afetados pelo colapso do rial, a moeda nacional, e pela elevada inflação, alastrando-se depois a centenas de cidades do país.




As autoridades iranianas receberam inicialmente com compreensão os protestos, mas endureceram depois a sua posição e lançaram uma violenta repressão contra os manifestantes, que passaram a ser tratados como terroristas associados aos Estados Unidos e Israel.




Os Estados Unidos e Israel, sublinhe-se, lançaram a 28 de fevereiro um ataque militar contra o Irão, que ripostou contra alvos em Israel, bases norte-americanas e outras infraestruturas em países da região como Arábia Saudita, Bahrein, Emirados Árabes Unidos, Qatar, Kuwait, Líbano, Jordânia, Omã e Iraque.




Incidentes com projéteis iranianos foram também registados em Chipre, na Turquia e no Azerbaijão.




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Irão: Eis os desenvolvimentos no 12.º dia da guerra no Médio Oriente




A guerra no Médio Oriente entrou hoje no 12.º dia, segundo a agência de notícias France-Presse (AFP).


Irão: Eis os desenvolvimentos no 12.º dia da guerra no Médio Oriente




Últimos desenvolvimentos ligados à guerra no Médio Oriente, que entrou hoje no 12.º dia, segundo a agência de notícias France-Presse (AFP):



Navios são "alvos legítimos" para Teerão



O exército iraniano qualificou os navios pertencentes aos Estados Unidos, a Israel ou aos seus aliados como "alvos legítimos" quando navegam através do estreito de Ormuz.



Reafirmou ainda que não permitirá "a exportação de um único litro de petróleo" através do estreito.



Sem "limite de tempo" para Israel


A guerra "continuará sem qualquer limite de tempo, o tempo que for necessário, até atingirmos todos os objetivos e decidirmos o desfecho da campanha", declarou o ministro da Defesa israelita, Israel Katz.




Uma mulher morta num ataque no Iraque



Uma mulher morreu no Iraque devido a estilhaços de um foguete, após um ataque a um depósito de armas pertencente a um grupo pró-iraniano, segundo responsáveis locais de segurança e saúde.


Novas sanções europeias



A União Europeia aplicou novas sanções contra 19 responsáveis e entidades iranianas, culpados de violações graves dos direitos humanos, segundo a chefe da diplomacia da UE, Kaja Kallas.



"O futuro do Irão não pode ser construído sobre a repressão", justificou Kallas.



Novos ataques iranianos no Kuwait, Bahrein e Israel



Os Guardas da Revolução iranianos reivindicaram ataques contra várias bases norte-americanas no Kuwait e no Bahrein.



O exército iraniano declarou ter visado vários alvos em Israel, incluindo a direção da secreta militar e uma base naval em Haifa.




Irão denuncia ataque contra ambulância marítima



O Irão acusou os Estados Unidos e Israel de terem atingido uma ambulância marítima num porto do estreito de Ormuz, segundo os meios de comunicação iranianos.



A ambulância marítima foi "atingida por mísseis", afirmou a agência de notícias Mehr, ao publicar um vídeo de um barco em chamas.


Não foram comunicadas vítimas.



Países do G7 libertam reservas estratégicas de petróleo



O Japão e a Alemanha anunciaram que vão libertar reservas estratégicas de petróleo para contrariar a subida de preços, sem esperar por uma reunião dos líderes do G7 de hoje à tarde.


O ministro da Economia francês, Roland Lescure, deu a entender que uma decisão mais global poderá emanar da videoconferência de chefes de Estado e de Governo convocada pelo Presidente francês, Emmanuel Macron.



Nova vaga de ataques israelitas



O exército israelita anunciou ter lançado hoje de manhã uma nova vaga de ataques de "grande escala" no Irão e na capital libanesa, Beirute.


No Irão, os ataques visam "as infraestruturas do regime" no país.



"Ao mesmo tempo, o exército começou a atingir as infraestruturas do Hezbollah em Beirute", afirmou num comunicado.



Navio tailandês atacado no estreito de Ormuz



O graneleiro "Mayuree Naree", com bandeira da Tailândia, "foi atacado enquanto transitava pelo estreito de Ormuz", anunciou a marinha tailandesa, precisando que 20 dos 23 membros da tripulação tinham sido salvos.



Anteriormente, um porta-contentores, um cargueiro e um graneleiro foram sucessivamente atingidos nas proximidades do estreito de Ormuz por "projéteis desconhecidos", segundo a agência marítima britânica UKMTO.



Erdogan apela ao "fim da guerra"



O Presidente turco, Recep Tayyip Erdogan, apelou ao "fim da guerra antes que ela (...) incendeie completamente a região", durante um discurso perante o seu grupo parlamentar.



"Prosseguimos pacientemente os nossos esforços para trazer as partes de volta à mesa das negociações", afirmou.



Irão quer atingir "centros económicos" do Golfo



O exército iraniano afirmou hoje querer atingir "os centros económicos e os bancos" norte-americanos e israelitas no Golfo, após um ataque israelo-americano ter matado funcionários de um banco em Teerão.



Sete mortos num ataque israelita em Bekaa



Um ataque israelita no vale de Bekaa, reduto do Hezbollah no leste do Líbano, fez sete mortos e 18 feridos, anunciou o Ministério da Saúde libanês.



Os ataques israelitas no Líbano mataram 570 pessoas, segundo o ministério, sendo que 84 pessoas foram mortas apenas durante o dia de terça-feira.



Drones perto do aeroporto do Dubai



Dois drones caíram no setor do aeroporto internacional do Dubai, ferindo quatro pessoas, mas o tráfego aéreo não foi afetado, anunciaram as autoridades do emirado.





+++ Irão: guia supremo está "são e salvo"


O novo guia supremo iraniano, Mojtaba Khamenei, está "são e salvo" apesar de notícias de que teria sido ferido nos ataques israelo-americanos, afirmou Yousef Pezeshkian, o filho do Presidente iraniano.



Mojtaba Khamenei, 56 anos, terá sido ferido durante a incursão que matou o pai, Ali Khamenei, no primeiro dia da ofensiva israelo-norte-americana, em 28 de fevereiro, mas desconhece-se a gravidade dos ferimentos.



Não aparece em público desde então.



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Guarda Revolucionária abate F-15 norte-americano a sul de Teerão




O subcomandante da Guarda Revolucionária iraniana afirmou hoje que um caça F-15 norte-americano foi abatido a sul de Teerão e não há aeronaves dos Estados Unidos a menos de 700 quilómetros das fronteiras do Irão.


Guarda Revolucionária abate F-15 norte-americano a sul de Teerão




O general Ali Fadavi garantiu, em entrevista à televisão estatal iraniana, que o Irão vai reforçar o sistema de defesa aérea "para que nenhum caça possa aproximar-se novamente", ainda que, desde 02 de março, as Forças Armadas norte-americanas tenham afirmado que têm superioridade aérea sobre o Irão.



"A Marinha dos Estados Unidos fugiu da iraniana porque sabia que (...) ela tem planos para afundar os navios norte-americanos", pelo que se afastaram mais de mil quilómetros, acrescentou Fadavi.



Nem os Estados Unidos, nem qualquer fonte independente confirmaram esta informação.




Fadavi sublinhou ainda que, desde terça-feira, o Presidente norte-americano, Donald Trump, procurou pessoalmente um cessar-fogo através de intermediários, o que interpretou como um sinal de que "o inimigo não está a ganhar a guerra".



O Irão garantiu que não vai permitir que "nem um litro de petróleo" atravesse o estreito de Ormuz em benefício dos Estados Unidos, Israel ou parceiros, e que qualquer navio ligado a eles será um "alvo legítimo" para Teerão.



Na terça-feira, a porta-voz da Casa Branca, Karoline Leavitt, garantiu que a Marinha dos Estados Unidos não escoltou nenhum petroleiro em Ormuz após o secretário de Energia, Chris Wright, ter eliminado uma publicação nas redes sociais na qual afirmava que um navio havia sido escoltado com sucesso.



A situação no estreito de Ormuz, por onde passa aproximadamente 20% do petróleo mundial e grande parte dos minerais estratégicos, alterou o mercado internacional de petróleo depois que a Guarda Revolucionária do Irão ter ameaçado atacar qualquer navio que o cruzasse.



Fadavi ameaçou, na mesma entrevista, os Estados Unidos e Israel com uma "guerra de desgaste" e a destruição da economia global.



"Eles [Estados Unidos e Israel] devem considerar a possibilidade de estarem envolvidos numa guerra de desgaste a longo prazo que destruirá toda a economia americana, bem como a economia global, e levará à erosão de todas as suas capacidades militares até à destruição total", disse.



A força ideológica do Irão reivindicou a autoria de vários ataques contra navios comerciais no estreito de Ormuz e realçou que "os agressores americanos e os parceiros não têm o direito de passar" por esta via navegável de importância estratégica.



Os ataques iranianos a infraestruturas no golfo Pérsico e no estreito de Ormuz, incluindo três que atingiram navios mercantes, estão a obrigar as grandes potências a organizarem-se face à subida dos preços do petróleo, sobretudo recorrendo às reservas.



Em 28 de fevereiro, Estados Unidos e Israel lançaram uma ofensiva militar contra o Irão, que respondeu com ataques contra alvos em Israel e bases norte-americanas e outras infraestruturas em países da região como Arábia Saudita, Bahrein, Emirados Árabes Unidos, Qatar, Kuwait, Líbano, Jordânia, Omã e Iraque. Incidentes com projéteis iranianos também atingiram Chipre, Azerbaijão e Turquia.




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"Estúpido". Conselheiro de Khamenei qualifica Trump de "Satanás"




Um conselheiro militar sénior do novo Líder Supremo do Irão, Mojtaba Khamenei, chamou ao presidente dos EUA, Donald Trump, "Satanás", e prometeu que o seu país destruirá Israel.


Estúpido. Conselheiro de Khamenei qualifica Trump de Satanás




"Trump é o presidente americano mais corrupto e estúpido", afirmou Yahya Rahim Safavi na televisão estatal, chamando-lhe "o próprio Satanás."



"No Médio Oriente, Israel e o Irão não podem coexistir. Um dos dois tem de ficar. O que permanecerá será o Irão, e o que será destruído é, sem dúvida, o regime sionista", acrescentou.




Os Estados Unidos e Israel lançaram a 28 de fevereiro um ataque militar contra o Irão, tendo matado durante a ofensiva o 'ayatollah' Ali Khamenei, líder supremo do país desde 1989.





O Irão encerrou o estreito de Ormuz e lançou ataques de retaliação contra alvos em Israel, bases norte-americanas e outras infraestruturas em países da região como Arábia Saudita, Bahrein, Emirados Árabes Unidos, Qatar, Kuwait, Líbano, Jordânia, Omã e Iraque. Incidentes com projéteis iranianos também foram registados em Chipre e na Turquia, entre outros.




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