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Há guerra na Ucrania

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Ataques russos contra centrais foram os "mais poderosos" de 2026




Os ataques russos realizados durante a noite contra o setor energético da Ucrânia foram "os mais poderosos" de 2026, afirmou hoje a empresa do setor energético ucraniana DTEK, acrescentando que as suas centrais foram "gravemente danificadas".


Ataques russos contra centrais foram os mais poderosos de 2026




"Durante a noite, a Rússia lançou o seu ataque mais poderoso contra o setor energético desde o início do ano", declarou a empresa privada no Telegram, dando conta de que centrais elétricas e centrais termoelétricas foram atingidas em Kyiv, Kharkiv (nordeste), Odessa (sul) e Dnipro (centro-leste).



A Rússia lançou cerca de 450 drones de longo alcance e 70 mísseis de vários tipos contra a Ucrânia num grande ataque durante a noite, disse hoje o presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky.



Zelensky acusou hoje a Rússia de preferir continuar os ataques à Ucrânia em vez de procurar uma solução diplomática, após mais de 1.100 casas terem ficado sem aquecimento, em Kiev, numa grande ofensiva noturna.



"Aproveitar os dias mais frios do inverno para aterrorizar a população é mais importante para a Rússia do que escolher a diplomacia", escreveu o líder da Ucrânia na rede social X.



O ministro do Desenvolvimento ucraniano, Oleksiy Kuleba, declarou que "em resultado dos ataques, ficaram sem aquecimento mais de 1.100 imóveis de habitação".



O ministro dos Negócios Estrangeiros ucraniano, Andrii Sibiga, destacou que esta retoma dos ataques da Federação Russa, após vários dias de trégua, aconteceu quando as temperaturas rondam os 20º negativos em algumas zonas do país, como a capital.



Kiev, Dnipropetrovsk, Kharkiv, Sumi e Odessa foram os alvos desta mais recente ofensiva aérea russa.



O secretário-geral da NATO, Mark Rutte, declarou hoje, em Kiev, que o ataque lançado na madrugada de hoje pela Rússia contra o sistema energético ucraniano, após dias sem bombardeamentos, demonstra que o Kremlin não está interessado no processo de paz.



"O Presidente [dos Estados Unidos, Donald] Trump e a sua equipa estão a tentar colocar fim a este derramamento de sangue. É evidente que a Ucrânia está pronta para apoiar esta iniciativa. Houve progressos, mas a Rússia continua a atacar. O último ataque ocorreu durante a noite. Isto demonstra que não estão a falar a sério sobre a paz", afirmou Mark Rutte num discurso no Parlamento ucraniano, pouco depois de chegar a Kiev.



Os negociadores da Ucrânia, Rússia e Estados Unidos deverão realizar a segunda ronda de negociações trilaterais esta quarta e quinta-feira nos Emirados Árabes Unidos, negociações que começaram no mês passado na capital do país, Abu Dhabi.



Em janeiro, os bombardeamentos russos provocaram cortes de energia sem precedentes em Kyiv, desde o início da invasão russa em grande escala, em 24 de fevereiro de 2022.



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Duas pessoas mortas em ataque aéreo na região ucraniana de Dnipropetrovsk




Duas pessoas morreram num ataque com um drone russo na região de Dnipropetrovsk, na Ucrânia, anunciaram hoje as autoridades locais, horas antes do começo de negociações de paz tripartidas, programadas para começar em Abu Dhabi.


Duas pessoas mortas em ataque aéreo na região ucraniana de Dnipropetrovsk




"Uma mulher de 68 anos e um homem de 38 foram mortos", disse o chefe da administração regional de Dnipropetrovsk, Mykola Lukashuk, na plataforma de mensagens Telegram.



Na direção contrária, o Ministério da Defesa russo disse hoje que as defesas aéreas abateram 24 drones ucranianos sobre quatro regiões da Rússia durante a noite.




Quase metade dos drones, 11, foram abatidos sobre a região fronteiriça de Bryansk, e outros oito sobre Belgorod, declarou o comando militar russo, também no Telegram.




Mais cinco drones foram neutralizados nas regiões de Rostov e Astrakhan.




As autoridades de aviação ordenaram o encerramento temporário dos aeroportos de Volgogrado e Saratov.




Nos últimos dias, o número de ataques ucranianos contra zonas de retaguarda russas diminuiu consideravelmente: entre 31 de janeiro e 02 de fevereiro, foram abatidos uma média de cerca de 25 drones por dia, enquanto a 26 de janeiro foram destruídos 106 e, a 04 de janeiro, cerca de 400, segundo dados do Ministério da Defesa russo.




Na terça-feira a Rússia registou o menor número de ataques nas últimas semanas: apenas dez drones foram intercetados durante a noite.




Pelo contrário, também na terça-feira, a empresa do setor energético ucraniana DTEK disse que os ataques russos realizados contra o setor energético da Ucrânia foram "os mais poderosos" de 2026, acrescentando que as suas centrais foram "gravemente danificadas".




"Durante a noite, a Rússia lançou o seu ataque mais poderoso contra o setor energético desde o início do ano", declarou a empresa privada no Telegram, dando conta de que centrais elétricas e centrais termoelétricas foram atingidas em Kyiv, Kharkiv (nordeste), Odessa (sul) e Dnipro (centro-leste).



A Rússia lançou cerca de 450 drones de longo alcance e 70 mísseis de vários tipos contra a Ucrânia num grande ataque durante a noite, disse hoje o presidente ucraniano.



Volodymyr Zelensky acusou a Rússia de preferir continuar os ataques à Ucrânia em vez de procurar uma solução diplomática, após mais de 1.100 casas terem ficado sem aquecimento, em Kyiv, numa grande ofensiva noturna.




Os negociadores da Ucrânia, Rússia e Estados Unidos deverão realizar hoje a segunda ronda de negociações trilaterais nos Emirados Árabes Unidos, negociações que começaram no mês passado na capital do país, Abu Dhabi.



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Rússia aumentou ataques a civis na Ucrânia em 2025




Os civis ucranianos, incluindo crianças, são cada vez mais alvo de ataques da Rússia, denunciou a organização Human Rights Watch (HRW) no seu relatório anual sobre a situação dos direitos humanos no mundo, hoje divulgado.


Rússia aumentou ataques a civis na Ucrânia em 2025





O documento, que analisa os acontecimentos do ano 2025, apontou que o mês de julho passado foi o que registou um número mensal mais elevado de vítimas civis desde o início da guerra contra a Ucrânia, a 24 de fevereiro de 2022.




Só nesse mês, o número de mortos chegou aos 286 enquanto os feridos atingiram 1.388 pessoas.



"O elevado número de vítimas resultou de uma série de ataques russos, incluindo um ataque combinado de mísseis e drones contra Kyiv, a 31 de julho, que matou 31 pessoas, incluindo cinco crianças, e feriu 171" outras pessoas, recordou a HRW.



A maioria das vítimas, acrescentou a organização, foi atingida por um míssil russo disparado contra um bloco de apartamentos residenciais, entretanto considerado como o ataque isolado mais mortífero contra Kyiv num ano.



"Os ataques contra civis são crimes de guerra e aqueles que são planeados para instigar terror podem constituir crimes contra a humanidade", lembrou a organização, sublinhando que desde o início da invasão em grande escala da Rússia até dezembro de 2025, 14.999 civis ucranianos foram mortos e 40.601 ficaram feridos, de acordo com a Missão de Monitorização dos Direitos Humanos das Nações Unidas na Ucrânia (HRMMU).



"Em 2025, o uso de armas explosivas em áreas povoadas contribuiu para um aumento de 31% nas baixas civis em comparação com 2024", criticou a organização internacional.



A HRW apontou também a intensificação, no ano passado, de ataques russos à rede elétrica da Ucrânia, que provocaram apagões em todo o país.



O relatório da organização não-governamental (ONG) acusou também as autoridades e forças militares russas de terem continuado, em 2025, "a torturar e maltratar sistematicamente prisioneiros de guerra ucranianos e civis sob a sua custódia", o que constitui crimes de guerra e crimes contra a humanidade.



"Muitos detidos permanecem em condições prisionais atrozes, onde são privados de alimentação adequada, higiene e cuidados médicos", referiu, adiantando que, em março passado, a Comissão Internacional Independente de Inquérito da ONU concluiu que as autoridades russas "cometeram desaparecimentos forçados e tortura".



"Estes abusos estiverem em conformidade com uma política estatal coordenada", frisou.



Uma investigação aprofundada dos meios de comunicação social, publicada em maio, documentou a morte de pelo menos 206 prisioneiros de guerra ucranianos em prisões russas. O relatório forneceu mais provas da tortura sistemática de prisioneiros de guerra ucranianos por parte da Rússia, bem como das tentativas da Rússia de ocultar os abusos e a falta de assistência médica adequada.



Os maus-tratos a prisioneiros não é, no entanto, uma crítica dirigida apenas à Rússia, mas também à Ucrânia.



Segundo o documento hoje divulgado, as autoridades ucranianas transferiram alguns dos seus próprios cidadãos, condenados por colaboração, para a Rússia.



Este "é um desenvolvimento preocupante, dada a já complexa dificuldade de garantir o regresso de civis ucranianos detidos ilegalmente na Rússia", admitiu a organização.



Além disso, uma análise do HRMMU implicou as autoridades ucranianas em abusos a prisioneiros de guerra russos, com casos de tortura, espancamentos e abusos verbais.



A HRW apontou também que a Rússia reforçou, no ano passado, os esforços para integrar à força as áreas ocupadas da Ucrânia, impondo a lei e as estruturas administrativas russas nestes territórios, em violação do direito internacional, e intensificou a coação aos residentes dessas zonas para aceitarem a cidadania russa.



Um decreto presidencial de março exigiu que os residentes das partes ocupadas pela Rússia "regularizassem a sua situação jurídica" até 10 de setembro sob pena de expulsão, relatou a HRW, indicando que isto pode constituir um crime contra a humanidade.



Nesse mesmo mês, as autoridades russas informaram ter emitido 3,5 milhões de passaportes a residentes do leste da Ucrânia ocupado desde o início do processo de "passaportização" em massa, o que, segundo pesquisas de grupos da sociedade civil, foi feito sobretudo com recurso a ameaças, privação de prestações sociais e restrições ao acesso à saúde, educação, liberdade de circulação, de emprego e de direitos de propriedade.



Além disso, a Rússia continuou também a "submeter as crianças ucranianas que viviam em zonas ocupadas à educação militar-patriótica" e a treiná-las como operadores de drones, tendo algumas recebido mesmo avisos de recrutamento para o exército russo um ano antes de atingirem a idade, obrigando as famílias a fugir.


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Duas pessoas morreram após ataque ucraniano contra Lugansk




Duas pessoas morreram na sequência de um ataque ucraniano com drone na região de Lugansk, leste da Ucrânia, controlada pelas forças russas, ao mesmo tempo que um ataque russo atingiu várias infraestruturas em toda a Ucrânia.


Duas pessoas morreram após ataque ucraniano contra Lugansk




O governo local da região de Lugansk comunicou através das redes sociais que um jovem e uma mulher de 20 anos foram mortos no ataque ucraniano com um aparelho aéreo não tripulado (drone) que atingiu um autocarro que circulava na cidade de Novokrassnianka, região de Lugansk.



Em setembro de 2022, a Rússia reivindicou a anexação da região de Lugansk, bem como das regiões de Donetsk (leste), Zaporijia e Kherson (sul), embora não controle "de facto" todo o território.




O ataque ocorreu numa altura em que se espera a realização de uma nova ronda de negociações entre as delegações de Moscovo, Kiev e Washington em Abu Dhabi.




Os negociadores tentam encontrar uma solução para o conflito desencadeado pela ofensiva russa de grande escala contra a Ucrânia, iniciada em fevereiro de 2022.




Por outro lado, as autoridades de Kiev acusaram hoje as Forças Armadas da Rússia pelo lançamento de 105 drones de longo alcance contra várias regiões da Ucrânia desde a tarde de terça-feira.




Na região de Odessa, sul, o governador militar ucraniano reportou danos em infraestruturas industriais e civis.




Do total de drones russos, as defesas aéreas ucranianas neutralizaram 88 aparelhos aéreos não tripulados durante a última noite sobre diversas regiões do sul, norte e leste da Ucrânia.




Outros 17 drones não foram intercetados e atingiram 14 locais diferentes na Ucrânia, que a Força Aérea não especificou.



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Pelo menos sete mortos após ataque russo a mercado em Donetsk




Pelo menos sete pessoas morreram e oito ficaram feridas hoje num ataque russo ao mercado da cidade de Druzhkivka, na província de Donetsk, segundo o governador militar regional.


Pelo menos sete mortos após ataque russo a mercado em Donetsk




Em comunicado divulgado nas redes sociais, Vadim Filashkin indicou que o ataque foi realizado com munições de fragmentação e atingiu diretamente uma zona com grande afluência de civis.



"Os russos atacaram a cidade com munições de fragmentação, visando diretamente o mercado, onde há sempre um grande fluxo de pessoas todas as manhãs", escreveu Filashkin.




A cidade de Druzhkivka situa-se no leste da Ucrânia, uma das regiões mais afetadas pelos combates desde o início da invasão russa em 2022.




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Rússia continuará ofensiva militar até Kyiv aceitar condições




O Kremlin afirmou hoje que continuará a sua ofensiva na Ucrânia até Kiev aceitar as suas condições, enquanto autoridades russas, ucranianas e norte-americanas se reúnem em Abu Dhabi para uma nova ronda de negociações.


Rússia continuará ofensiva militar até Kyiv aceitar condições





"Enquanto o regime de Kyiv não tomar a decisão adequada, a operação militar especial vai continuar", disse aos jornalistas o porta-voz da Presidência russa, Dmitri Peskov.



O Kremlin declarou recentemente que uma das condições "muito importantes" seria a retirada das forças ucranianas das zonas que ainda controlam na região de Donbass, no leste da Ucrânia.




Enviados da Rússia e da Ucrânia deverão reunir-se em Abu Dhabi hoje para mais uma ronda de negociações mediadas pelos Estados Unidos sobre o fim da guerra que dura há quase quatro anos.




As delegações de Moscovo e Kyiv deverão ser acompanhadas nos Emirados Árabes Unidos pelo enviado especial dos EUA, Steve Witkoff, e pelo genro do Presidente norte-americano, Donald Trump, Jared Kushner, que também participaram na reunião do mês passado.




As negociações ocorridas em janeiro na capital dos Emirados Árabes Unidos, parte de um esforço dos EUA para colocar fim aos combates, renderam algum progresso, mas não houve um avanço em questões-chave, segundo as partes envolvidas nas conversações.




Estas negociações decorrem quando há uma grande indignação ucraniana com os grandes ataques russos ao seu sistema energético, que ocorrem todos os invernos desde que a Rússia lançou a sua invasão total do país vizinho, em 24 de fevereiro de 2022.




Um enorme bombardeamento russo durante a noite de segunda para terça-feira incluiu centenas de drones e um recorde de 32 mísseis balísticos, ferindo pelo menos 10 pessoas. Isto aconteceu apesar do entendimento da Ucrânia de que o Presidente russo, Vladimir Putin, tinha dito ao Trump que iria suspender temporariamente os ataques à rede elétrica ucraniana.




Os civis ucranianos estão a enfrentar um dos invernos mais rigorosos dos últimos anos, com temperaturas a rondar os -20º graus Celsius.




Não ficou claro durante quanto tempo Putin teria prometido observar a moratória sobre os ataques à rede elétrica ucraniana e Moscovo não interrompeu os seus ataques aéreos contra outros alvos na Ucrânia, apesar de um responsável do Kremlin ter dito na semana passada que a Rússia tinha concordado em suspender os ataques a Kiev durante uma semana, até 01 de fevereiro.




O Presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, disse na noite de terça-feira que mal tinham passado quatro dias e uma nova onda de ataques atingiu a rede elétrica da Ucrânia, acusando Putin de duplicidade.



Trump afirmou na terça-feira que Putin "cumpriu a sua palavra" sobre a pausa temporária. A secretária de imprensa da Casa Branca, Karoline Leavitt, disse que Trump "não ficou surpreendido" com o retomar dos ataques de Moscovo.



As negociações em Abu Dhabi coincidem também com a expiração do último pacto de armas nucleares remanescente entre a Rússia e os Estados Unidos na quinta-feira. Trump e Putin podem prolongar os termos do tratado ou renegociar as suas condições, num esforço para evitar uma nova corrida ao armamento nuclear.




A Rússia lançou 105 drones contra a Ucrânia durante a noite e as defesas aéreas abateram 88, indicou hoje a Força Aérea ucraniana.



Na região central de Dnipropetrovsk, um ataque russo a uma zona residencial matou uma mulher de 68 anos e um homem de 38 anos, disse o chefe da administração militar regional, Oleksandr Hancha.




A cidade de Odessa, no sul do país, também sofreu um ataque em grande escala, disse o chefe da administração militar regional, Oleh Kiper. Cerca de 20 edifícios residenciais foram danificados e quatro pessoas foram resgatadas dos escombros, afirmou.



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Zelensky espera troca de prisioneiros "num futuro próximo"




O Presidente ucraniano indicou hoje que espera em breve novas trocas de prisioneiros com a Rússia, no dia em que arrancaram as negociações tripartidas sobre o fim do conflito na Ucrânia em Abu Dhabi.


Zelensky espera troca de prisioneiros num futuro próximo




Volodymyr Zelensky afirmou, na declaração diária, que, à luz do primeiro dia de contactos com as delegações de Moscovo e Washington, na capital dos Emirados Árabes Unidos (EAU), uma nova troca de prisioneiros poderá ocorrer "num futuro próximo".



As trocas de prisioneiros entre as duas partes estiveram entre os poucos resultados concretos das negociações indiretas ao longo de 2025 entre delegações de Kyiv e Moscovo.



"Haverá também um passo importante: prevemos uma troca de prisioneiros num futuro próximo. Devemos trazer os nossos prisioneiros para casa", disse o líder ucraniano após o primeiro dia de reuniões nos EAU, que se prolongarão na quinta-feira.




Zelensky insistiu porém que o objetivo de Kyiv é o fim da guerra e alertou que a Rússia também deve se deve preparar, pedindo aos parceiros que aumentem a pressão sobre o Kremlin para que aceite um acordo de paz.





Nesse sentido, reafirmou a exigência de garantias de segurança reais para que a Ucrânia não seja novamente invadida após o fim da guerra, desencadeada por Moscovo em fevereiro de 2022.




Volodymyr Zelensky reforçou que o povo ucraniano deve sentir que "a situação está realmente a caminhar para a paz, para o fim da guerra", e não que os russos estejam a explorar o processo negocial em seu benefício para continuar a atacar.




Os enviados de Moscovo e Kyiv reuniram-se para mais uma ronda de negociações mediadas pelos Estados Unidos no dia em que a Rússia voltou aos ataques aéreos em grande escala no país vizinho que, segundo as autoridades locais, recorreram a munições de fragmentação num mercado em Donetsk, onde morreram pelo menos sete pessoas.





"O trabalho foi substancial e produtivo, focado em etapas concretas e decisões práticas", comentou o chefe da representação ucraniana, Rustem Umerov, na rede social Telegram, após o primeiro dia dos contactos trilaterais.





Umerov, que é secretário do Conselho de Segurança Nacional da Ucrânia, indicara anteriormente que as negociações, planeadas para dois dias na capital dos EAU, começaram com a presença das três delegações e os trabalhos vão continuar "em grupos separados, focados em temas específicos, seguidos de uma reunião conjunta de sincronização".





A delegação russa é liderada pelo chefe do serviço de informações militares, almirante Igor Kostiukov, que chegou na terça-feira à noite a Abu Dhabi.




O porta-voz do Kremlin, Dmitri Peskov, afirmou que "as portas para uma solução pacífica estão abertas", mas Moscovo prosseguirá com a campanha militar até que Kyiv aceite as exigências russas.




As primeiras discussões trilaterais, no mês passado em Abu Dhabi, produziram alguns progressos, mas nenhum avanço nas questões-chave, segundo as partes, que continuam separadas em relação ao futuro das regiões no leste da Ucrânia reivindicadas por Moscovo.


Além de rejeitar o recuo dos seus militares das frentes do Donbass, Kyiv insistiu na obtenção das garantias de segurança, que merecem oposição da Rússia, argumentando que não vai aceitar a presença de tropas ocidentais no país vizinho.




Russos e ucranianos iniciaram, em 23 e 24 de janeiro, nos EAU, conversações neste formato trilateral com a mediação do enviado da Casa Branca, Steve Witkoff, e Jared Kushner, genro do Presidente norte-americano, Donald Trump, e também envolvido no processo de paz, a partir de um plano inicial proposto por Washington e entretanto revisto.




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General russo hospitalizado após ser "baleado várias vezes" em Moscovo




Um general russo foi hospitalizado após ser "baleado várias vezes" numa tentativa de homicídio, em Moscovo. O crime ocorreu ao início da manhã desta sexta-feira num "edifício residencial", segundo o Comité de Investigação da Rússia.


General russo hospitalizado após ser baleado várias vezes em Moscovo




Um general russo foi transportado para um hospital após ser baleado "várias vezes" numa "tentativa de homicídio", em Moscovo. Segundo o Comité de Investigação da Rússia, o crime ocorreu ao início da manhã desta sexta-feira.



Citada pela agência de notícias russa TASS, a porta-voz do Comité de Investigação, Svetlana Petrenko, indicou que a vítima é Vladimir Stepanovich Alekseyev, tenente-general do Ministério da Defesa da Federação Russa.




A investigação indicou que "num edifício residencial na Volokolamskoe Shosse, em Moscovo, um indivíduo ainda não identificado disparou várias vezes contra um homem e fugiu do local do crime".





Segundo Petrenko, "a vítima foi hospitalizada num dos hospitais da cidade".





Foi já instaurado um processo criminal com base nos indícios de crime "tentativa de homicídio" e "tráfico ilegal de armas de fogo".





Alekseyev, de 64 anos, destacou-se durante operações 'secretas' na Síria, onde a Rússia interveio militarmente em 2015 contra jihadistas e em apoio ao regime do deposto ditador Bashar al-Assad.





O militar alvejado é o 'braço direito' do general Igor Kostyukov, chefe da inteligência militar russa (GRU), o qual liderou a delegação russa nas recentes negociações entre Moscovo e Kiev em Abu Dhabi, realizadas com a presença de mediadores norte-americanos, para a resolução do conflito com a Ucrânia.




Quatro generais russos mortos desde o início da guerra na Ucrânia





Sublinhe-se que quatro generais russos foram assassinados desde 24 de fevereiro de 2022, data que marca o início da guerra na Ucrânia. O mais recente foi o chefe de operações do Estado-Maior das Forças Armadas da Rússia, Fanil Sarvarov, que morreu no final de dezembro numa explosão de carro armadilhado, em Moscovo.





O caso mais mediático foi o do tenente-general Igor Kirilov, então responsável pela defesa radiológica, química e biológica, assassinado em dezembro de 2024 num ataque com explosivos à porta da sua casa.





Em abril de 2025, morreu também o tenente-general Yaroslav Moskalik, vice-chefe de operações do Estado-Maior, num atentado com um engenho explosivo colocado num automóvel que as autoridades russas atribuem aos serviços de informação ucranianos.





Em novembro de 2024, o capitão Valery Trankovski, vice-comandante de uma brigada da Frota do Mar Negro, morreu na Crimeia após a explosão do seu carro em Sebastopol, num atentado reivindicado pelos serviços de informações ucranianos.





Noutro incidente, o major-general Yuri Afanasyevsky, antigo chefe da alfândega no Donbass, e o filho ficaram gravemente feridos quando um engenho explosivo oculto num telemóvel detonou na sua residência, ataque igualmente reivindicado por Kyiv.




Alegado ataque ocorreu durante conversações para acordo de paz





O alegado ataque contra o general russo ocorreu um dia após o final de uma ronda negocial entre a Ucrânia, Rússia e Estados em Abu Dhabi. Segundo Kyiv, "as delegações concordaram em informar as suas capitais e continuar as negociações trilaterais nas próximas semanas".





A segunda ronda de negociações diretas entre Kyiv e Moscovo, mediadas pelos Estados Unidos, na capital dos Emirados Árabes Unidos terminou sem resultados concretos em relação aos principais temas que afastam as partes, produzindo, à semelhança de encontros anteriores na Turquia em 2025, apenas uma troca de um total de 314 prisioneiros de guerra.




Ainda assim, o conselheiro do Kremlin Kirill Dmitriev considerou que houve progressos e "avanços positivos" nas negociações, indicou a agência de notícias estatal russa TASS, insistindo, por outro lado, nas críticas aos "belicistas na Europa e no Reino Unido que estão a tentar sabotar" as conversações.




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Rússia reage a "ataque terrorista" contra general. Putin "informado"




Um general das Forças Armadas da Rússia foi alvo de uma "tentativa de homicídio", em Moscovo. O Kremlin reagiu, garantindo que os serviços de segurança estão a cumprir os seus deveres e que o presidente Vladimir Putin foi informado.


Rússia reage a ataque terrorista contra general. Putin informado





Um general das Forças Armadas da Federação Russa foi alvo de uma tentativa de homicídio, durante a manhã desta sexta-feira, num edifício residencial, em Moscovo. O Kremlin já reagiu, garantindo que os "serviços de segurança estão a cumprir os seus deveres" e que o presidente da Rússia, Vladimir Putin, está a acompanhar o caso.



"Os serviços de segurança estão a cumprir o seu dever e os dados referentes à tentativa de homicídio do tenente-general do Ministério da Defesa russa, Vladimir Stepanovich Alekseyev, estão a ser passados ao presidente russo, Vladimir Putin", indicou o porta-voz do Kremlin, Dmitri Peskov, aos jornalitas, citado pela agência de notícias TASS.



"Os serviços especiais estão atualmente a desempenhar as suas funções e, naturalmente, a prestar informações ao chefe de Estado", reiterou.



Já o ministro dos Negócios Estrangeiros da Rússia, Sergey Lavrov, considerou tratar-se de um ataque terrorista e acusou o "regime" do presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky.



Para Lavrov, o objetivo de Kyiv é "desestabilizar" o processo de negociação para um acordo de paz. No entanto, recusou dizer se o alegado ataque iria afetar as próximas negociações.


"Essa não é minha responsabilidade; cabe à liderança do nosso país decidir", disse, citado pela TASS.



Alekseyev, de 64 anos, destacou-se durante operações 'secretas' na Síria, onde a Rússia interveio militarmente em 2015 contra jihadistas e em apoio ao regime do deposto ditador Bashar al-Assad.



O militar, que foi "baleado várias vezes" por um suspeito ainda não identificado, é o 'braço direito' do general Igor Kostyukov, chefe da inteligência militar russa (GRU), o qual liderou a delegação russa nas recentes negociações entre Moscovo e Kyiv em Abu Dhabi, realizadas com a presença de mediadores norte-americanos, para a resolução do conflito com a Ucrânia.



Quatro generais russos mortos desde o início da guerra na Ucrânia




Sublinhe-se que quatro generais russos foram assassinados desde 24 de fevereiro de 2022, data que marca o início da guerra na Ucrânia. O mais recente foi o chefe de operações do Estado-Maior das Forças Armadas da Rússia, Fanil Sarvarov, que morreu no final de dezembro numa explosão de carro armadilhado, em Moscovo.




O caso mais mediático foi o do tenente-general Igor Kirilov, então responsável pela defesa radiológica, química e biológica, assassinado em dezembro de 2024 num ataque com explosivos à porta da sua casa.



Em abril de 2025, morreu também o tenente-general Yaroslav Moskalik, vice-chefe de operações do Estado-Maior, num atentado com um engenho explosivo colocado num automóvel que as autoridades russas atribuem aos serviços de informação ucranianos.



Em novembro de 2024, o capitão Valery Trankovski, vice-comandante de uma brigada da Frota do Mar Negro, morreu na Crimeia após a explosão do seu carro em Sebastopol, num atentado reivindicado pelos serviços de informações ucranianos.


Noutro incidente, o major-general Yuri Afanasyevsky, antigo chefe da alfândega no Donbass, e o filho ficaram gravemente feridos quando um engenho explosivo oculto num telemóvel detonou na sua residência, ataque igualmente reivindicado por Kyiv.



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Segurança nuclear? AIEA apela à "máxima contenção militar" na Ucrânia




O líder da Agência Internacional de Energia Atómica (AIEA) apelou à "máxima contenção militar" por parte da Ucrânia e da Rússia face à "deterioração das condições" de segurança das centrais nucleares ucranianas.


Segurança nuclear? AIEA apela à máxima contenção militar na Ucrânia




O diretor-geral da AIEA lamentou na sexta-feira que os riscos para a infraestrutura nuclear da Ucrânia estejam "sempre presentes" devido à invasão lançada pela Rússia em fevereiro de 2022.



Rafael Mariano Grossi alertou para a necessidade de uma revisão completa do sistema de fornecimento de energia às centrais nucleares da Ucrânia, de forma a "reforçar a sua resiliência e prevenir novos incidentes".




"O incidente mais recente --- ocorrido no passado fim de semana --- na rede elétrica da Ucrânia é um forte lembrete dos riscos sempre presentes para a segurança nuclear, decorrentes da deterioração das condições da rede", acrescentou Grossi.




"São necessárias reparações abrangentes para melhorar a fiabilidade do fornecimento de energia às centrais nucleares da Ucrânia e reforçar a sua resiliência a futuros incidentes na rede", disse o dirigente, em comunicado.




O diretor-geral da AIEA apelou às partes em conflito para que "estas reparações críticas possam ser realizadas", sublinhando "o impacto que a atividade militar na rede elétrica pode ter nos sistemas de segurança" da Ucrânia.




No início de janeiro, a Rússia e a Ucrânia acordaram um cessar-fogo localizado para permitir reparações na última linha de alimentação elétrica de emergência ainda operacional que abastece a central nuclear de Zaporijia.




Apesar de ter os seis reatores desligados, Zaporijia, ocupada desde março de 2022 pelas forças russas e a maior central nuclear da Europa, necessita igualmente de eletricidade para o processo de arrefecimento.




Após uma "cascata de interrupções no fornecimento de energia", provocada pelos últimos ataques na Ucrânia, a AIEA, uma agência que faz parte das Nações Unidas, enviou três equipas para o país.




O objetivo é "avaliar os danos contínuos na rede, examinar os trabalhos de reparação e identificar medidas práticas para reforçar a resiliência do fornecimento externo de energia às centrais nucleares" da Ucrânia.



Em 30 de janeiro, a AIEA reuniu o Conselho de Governadores a pedido de vários Estados-membros, preocupados com a situação nuclear na Ucrânia, após os ataques russos às infraestruturas energéticas do país.




A guerra na Ucrânia "continua a representar a maior ameaça mundial à segurança nuclear", declarou Rafael Grossi, na abertura da reunião, realizada na sede da agência, em Viena, capital da Áustria.




Treze países, liderados pelos Países Baixos, solicitaram por carta ao Conselho da AIEA que "se reunisse à luz dos mais recentes desenvolvimentos na Ucrânia e das suas implicações para a segurança nuclear".




A Ucrânia tem acusado repetidamente a Rússia de visar as suas centrais nucleares, afirmando que os bombardeamentos russos podem desencadear uma nova catástrofe.



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Ucrânia reporta cortes de energia na maioria das regiões




A empresa estatal de energia ucraniana NPC Ukrenergo declarou hoje que as forças armadas russas estão a atacar instalações da rede elétrica do país, provocando cortes de energia na maioria das regiões da Ucrânia.


Ucrânia reporta cortes de energia na maioria das regiões







"A Rússia está a realizar outro ataque em grande escala contra instalações da rede elétrica ucraniana. Devido aos danos causados pelo inimigo, foram declarados cortes de energia de emergência na maioria das regiões", anunciou a empresa ucraniana nas redes sociais.



A empresa não forneceu informações sobre quando será restabelecido o serviço.



As forças russas continuam a atacar as posições ucranianas e os trabalhos para restabelecer a energia vão começar quando "a situação de segurança o permitir", sublinhou a empresa de energia.



A NPC Ukrenergo avisou ainda os cidadãos de que as informações divulgadas anteriormente sobre os cortes de energia já não são válidas devido a esta interrupção de emergência.



"Acompanhem as notícias nos portais oficiais das autoridades regionais de energia da vossa região", conclui a mensagem.



"Os criminosos russos lançaram mais uma vez um ataque massivo contra as infraestruturas energéticas da Ucrânia", declarou o ministro da Energia ucraniano, Denis Shmigal, na rede social Telegram, referindo que o bombardeamento ainda estava em curso.



"O ataque continua" e "os trabalhadores estão prontos para iniciar as reparações assim que a situação o permita", indicou Shmigal.




Segundo o ministro da Energia ucraniano, o ataque russo teve como alvo duas subestações e linhas que são "a espinha dorsal da rede elétrica da Ucrânia", assim como duas centrais de produção de energia, uma em Dobrotvir e outra em Burshtin, ambas no oeste da Ucrânia.



Como resultado do ataque, a empresa de energia ucraniana NPC Ukrenergo solicitou assistência de emergência à Polónia. A infraestrutura energética da Ucrânia está gravemente danificada pelos ataques constantes das forças russas.



Na Rússia, as defesas aéreas abateram esta madrugada 82 drones ucranianos, mais de metade deles na região de Volgogrado, a cerca de 500 quilómetros da linha da frente. Segundo o Ministério da Defesa russo, mais da metade dos drones (45) foram abatidos pelas forças russas.



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Soldado dado como morto, liga à família 3 anos após o seu funeral




Momento emocionante aconteceu em fevereiro. Homem ligou à família, que gritou de alegria por descobrir que afinal, estava vivo.


Vídeo. Soldado dado como morto, liga à família 3 anos após o seu funeral




A família de um soldado ucraniano, que se acreditava que estava morto há vários anos, foi surpreendida recentemente quando recebeu uma chamada telefónica... do próprio.



Durante três anos, a família do soldado Nazar Daletskyi acreditou que este tinha sido mantido em cativeiro e posteriormente morto, tendo, inclusive, realizado um funeral em sua memória.




Daletskyi despareceu em maio de 2022, poucos meses depois do início da invasão russa à Ucrânia. O homem, de 42 anos, que já tinha defendido o seu país, não hesitou e alistou-se de imediato para fazer frente à ameaça russa.




Porém, um ano depois, tudo levava a crer que era uma das vítimas. Um corpo totalmente queimado foi identificado como pertencendo ao homem e a família realizou o seu funeral.




Porém, há poucos dias, receberam uma chamada inesperada. Tratava-se de Nazar Daletskyi - e a sua família reconheceu-o de imediato. Às lagrimas foram instantâneas.É um momento emocionante e que ficou registado em vídeo.




"Foi muito estranho, porque o meu filho estava morto., Eu enterrei-o mas de repente ouço a sua voz. Conseguem imaginar? Alegria. Uma alegria imensa", afirmou a mãe do soldado, citada pela Blue Win.




"Esperei por ti tanto tempo", ouve-se no vídeo a mulher a dizer, enquanto outros familiares, supostamente seus primos, são vistos a festejar de alegria.



Segundo reporta o mesmo meio, Daletskyi foi libertado após uma troca de prisioneiros. Em setembro de 2025, um ex-prisioneiro de guerra disse à família que o tinha visto numa prisão russa. Alegação essa que é agora confirmada, dado que se provou que o homem está vivo.




"Tens os teus braços, as tuas pernas, tudo?", pergunta a mãe, ao telefone.




A troca de corpos está a ser investigada, sabendo-se que o homem deverá regressar a casa em breve. A sua família diz que o seu regresso é mais que um milagre.



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Três pessoas morreram na Ucrânia em ataque com drones russos




Pelo menos três pessoas, incluindo uma criança, morreram hoje na sequência de novos ataques lançados pelas forças russas contra Kharkiv e Odessa, na Ucrânia, disseram as autoridades ucranianas.


Três pessoas morreram na Ucrânia em ataque com drones russos





Uma mulher e uma criança foram mortas num ataque com aparelho aéreo não tripulado (drone) russo contra a cidade de Bogodukhiv, Kharkiv, que está parcialmente ocupada pelas forças russas, disse o Serviço de Emergência Estatal da Ucrânia.



O departamento ucraniano afirmou que o ataque, realizado durante a noite, atingiu um edifício residencial na cidade, acrescentando que o prédio que se incendiou ficou completamente destruído.




No mesmo ataque registaram-se três feridos.




Uma outra pessoa morreu e duas ficaram feridas num ataque com drone contra Odessa, no sul da Ucrânia, onde também foram registados vários incêndios em vários edifícios e veículos disse o governador de Odessa, Serhi Lisak.



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Rússia acusa serviços secretos ucranianos de tentarem matar o general Vladimir Alekseyev. E já apanharam o principal suspeito





Tenente-general russo Vladimir Alekseyev (Ministério da Defesa da Rússia)



O alegado autor do crime foi detido no Dubai, depois de ter fugido de Moscovo. Alekseyev continua hospitalizado e recuperou a consciência após uma cirurgia




O Comité de Investigação da Rússia acusou os serviços secretos ucranianos de estarem por detrás da tentativa de assassínio de um general russo em Moscovo, na sexta-feira, e afirma que o alegado autor do crime foi detido no Dubai, depois de ter fugido de Moscovo.




Um outro suspeito - descrito como cúmplice - foi também detido, segundo o Comité. Um outro alegado cúmplice fugiu para a Ucrânia.



O Comité de Investigação identificou o alegado agressor como um homem de cerca de 60 anos, nascido na região de Ternopil, na Ucrânia. Chegou à Rússia em dezembro “sob as instruções dos serviços especiais de Kiev”, afirmou o Comité.



Na madrugada de sexta-feira, um atacante disparou vários tiros contra o tenente-general Vladimir Alekseyev num edifício residencial na estrada Volokolamskoye, em Moscovo, e fugiu do local.




Alekseyev recuperou a consciência após uma cirurgia, informou a TASS no sábado. “Os médicos afirmam cautelosamente que a sua vida não corre perigo”, acrescentou, citando fontes médicas.




O Comité de Investigação informou que foi encontrada no local uma pistola Makarov com silenciador.




O serviço de segurança russo - o FSB - afirmou no domingo que, imediatamente após o tiroteio, o suspeito embarcou num voo de Moscovo para o Dubai, onde foi detido e regressou à Rússia.




O Kremlin afirmou no domingo que o presidente russo, Vladimir Putin, tinha falado com o presidente dos Emirados Árabes Unidos, Mohammed bin Zayed Al Nahyan, e agradeceu-lhe a ajuda na detenção do suspeito.




O ministro ucraniano dos Negócios Estrangeiros, Andrii Sybiha, disse à Reuters na sexta-feira que Kiev não tinha nada a ver com o ataque.




Alekseyev, 64 anos, é o primeiro vice-chefe da Direção Principal dos Serviços Secretos da Rússia, o GRU.





Em 2023, Alekseyev foi enviado pelos militares russos para negociar com Yevgeny Prigozhin, fundador do grupo de mercenários privados Wagner, durante o motim do grupo Wagner. Na altura, classificou as acções de Prigozhin como um golpe de Estado e como “uma punhalada nas costas do país e do Presidente”.




Prigozhin foi um dos vários funcionários do GRU sancionados pelos Estados Unidos em 2016 por uma vasta atividade cibernética maliciosa destinada a minar os processos democráticos dos EUA.




Foi também sancionado pela União Europeia em janeiro de 2019, na sequência de um ataque com um agente nervoso em Salisbury, Inglaterra, que o governo britânico afirmou ter sido levado a cabo por agentes do GRU para envenenar um antigo espião russo. As sanções da UE descrevem Alekseyev como “responsável pela posse, transporte e uso em Salisbury... do agente nervoso tóxico ‘Novichok’ por oficiais do GRU”, juntamente com o chefe da inteligência militar russa sancionado Igor Kostyukov.




O ataque a Alekseyev é o mais recente dirigido a figuras de topo dos serviços militares e de segurança russos.




Em dezembro, um general russo foi morto num atentado à bomba em Moscovo, tendo as autoridades apontado também o dedo à Ucrânia.





O tenente-general Fanil Sarvarov, que dirigia o departamento de formação operacional das forças armadas, morreu após a explosão de um dispositivo instalado sob o chassis de um carro, informou o Comité de Investigação da Rússia.





O general de 56 anos tinha anteriormente “desempenhado as tarefas de organização e condução de uma operação na Síria”, quando as forças russas estavam a apoiar o regime de Assad, disse a TASS.





Entre os oficiais russos de alta patente mortos em Moscovo está o tenente-general Yaroslav Moskalik, vice-chefe do principal departamento operacional do Estado-Maior, que foi vítima de um atentado com carro-bomba perto de Moscovo em abril do ano passado.




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"Temos de ultrapassar os próximos dias, que serão muito difíceis": ucranianos enfrentam frio intenso sem eletricidade





Uma residente de Kiev leva um saco com refeições quentes num ponto de ajuda humanitária gerido pelo governo durante um apagão de energia (Foto: Anatolii Stepanov/Reuters via CNN Newsource)



Os habitantes de Kiev só têm eletricidade durante uma hora e meia a duas horas por dia. Os trabalhos de reparação dos danos infligidos nas infraestruturas pelos ataques russos podem demorar dois meses



Centenas de milhares de civis na Ucrânia enfrentam vários dias de frio extremo com muito pouco calor e luz, depois de ataques contínuos de drones e mísseis russos às infra-estruturas energéticas do país. Na capital, Kiev, são esperadas temperaturas muito abaixo de zero e ventos muito frios durante os próximos quatro dias, pelo menos.




“Temos de ultrapassar os próximos dias, que serão muito difíceis para Kiev”, afirmou no domingo o presidente da câmara da cidade, Vitaliy Klitschko. “Prevê-se novamente geadas severas na capital, especialmente à noite”, escreveu no Telegram.




Klitschko disse que as infraestruturas energéticas da Ucrânia se encontram numa “situação extremamente difícil” e que tinha dado instruções para que os “pontos de aquecimento” comunitários, alimentados por geradores, estivessem totalmente funcionais. Alguns destes abrigos permitem que as pessoas passem a noite.




De acordo com o Ministério da Energia, os habitantes da capital só recebem eletricidade durante uma hora e meia a duas horas por dia.




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Yuliia Davydenko mostra um termómetro que marca apenas 3 graus Celsius no apartamento da sua família em Kiev, que não tem aquecimento nem água quente e sofre frequentes cortes de energia



Durante um ataque russo no início de janeiro, um residente de Kiev que vivia num apartamento no topo de um edifício de 16 andares na altura disse que ele e a mulher tinham ficado sem aquecimento, eletricidade e água.



O ataque russo seguinte atingiu a central eléctrica que fornecia aquecimento ao bloco de apartamentos, bem como a 1.100 outros edifícios na capital, e o morador disse que cerca de metade dos residentes tinham abandonado o edifício, incluindo a sua família. A temperatura média no apartamento caiu para apenas 3 graus Celsius, acrescentou.





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Moradores de Kiev esperam por refeições quentes numa tenda que é um ponto de ajuda humanitária gerido pelo governo, onde as pessoas podem aquecer-se, carregar os seus aparelhos, obter bebidas quentes e receber apoio psicológico




Os moradores foram informados de que as reparações poderiam demorar dois meses - durante a parte mais fria do ano.



As empresas também sofrem. A rede de salões de beleza Backstage Beauty Salon diz ter investido 400 mil dólares (mais de 338 mil euros) em sistemas de reserva, incluindo geradores, combustível e baterias. Mas um drone atingiu um dos seus salões, quebrando um tubo de aquecimento e inundando as instalações. “Apesar de todos estes gastos, as condições climatéricas e os ataques russos prevalecem sobre o sistema”, publicou a empresa no Instagram no sábado.





O presidente ucraniano Volodymyr Zelensky disse no Telegram no domingo: “Quase todos os dias, os (russos) atacam instalações de energia, infraestruturas logísticas e edifícios residenciais ... Mais de 2.000 drones de ataque, 1.200 bombas aéreas guiadas e 116 mísseis de vários tipos foram lançados pela Rússia sobre as nossas cidades e vilas somente esta semana.”





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Um apagão em Kiev, a 7 de fevereiro de 2026





Ukrenergo, a companhia nacional de eletricidade, disse no domingo que continuava a lidar com as consequências de dois ataques massivos de mísseis e drones à rede elétrica esta semana.





“O nível de escassez de energia e os danos nas redes de transmissão e distribuição de eletricidade impedem atualmente o levantamento dos apagões de emergência na maioria das regiões”, mas os trabalhos de reparação tornaram os cortes de energia menos severos em algumas regiões, afirmou. “Os trabalhos de reparação prosseguem tanto nas centrais elétricas como nas subestações de alta tensão que fornecem energia às centrais nucleares”.




Outro operador de energia ucraniano, a DTEK, disse no sábado que os danos nas subestações de alta tensão tinham causado uma redução na produção das centrais nucleares, levando a uma perda significativa de eletricidade disponível.





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Oleksandr Zinchenko, 36 anos, funcionário de uma empresa de energia, lida com um problema de tensão numa subestação de energia após os recentes ataques de drones e mísseis russos




Os últimos ataques russos seguiram-se a uma moratória de curta duração sobre os ataques de cada uma das partes às infra-estruturas energéticas da outra, acordada a pedido dos Estados Unidos. Zelensky disse no sábado que Washington propôs "que ambas as partes apoiem mais uma vez a iniciativa de desescalada energética do presidente dos EUA. A Ucrânia concordou, mas a Rússia ainda não respondeu".





O Instituto para o Estudo da Guerra, com sede em Washington, disse no sábado: "O facto de a Rússia ter conduzido dois conjuntos de ataques com mais de 400 projéteis no espaço de seis dias após a expiração da moratória dos ataques de energia demonstra a determinação do Kremlin em maximizar o sofrimento dos civis ucranianos e a falta de vontade de diminuir a escalada da guerra ou de fazer avançar seriamente as negociações de paz iniciadas pelos EUA".





“As forças russas também modificaram os seus drones e mísseis para infligir mais danos, por exemplo equipando os drones Shahed com minas e munições de fragmentação, e essas medidas afetaram desproporcionalmente as infra-estruturas civis e energéticas”, acrescentou o instituto.





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Trabalhadores preparam-se para levantar uma secção de um tubo na Kyiv CHPP-4, uma central térmica gravemente danificada por um ataque massivo de mísseis russos em Kiev




As consequências dos ataques russos são agravadas em muitas zonas urbanas devido à dependência de sistemas de aquecimento centralizados, um legado da era soviética. O calor é gerado em centrais térmicas ou de produção combinada de calor e eletricidade antes de ser distribuído, pelo que, se essas instalações forem atingidas, muitos blocos residenciais serão afetados.




A destruição dos tubos de aquecimento central pode afetar um bairro inteiro. Quando as temperaturas descem abaixo de zero, um longo corte de energia pode levar os tubos de aquecimento subterrâneos a fraturar se a água no seu interior congelar.





Alguns analistas observaram que os planeadores de guerra russos tentam tirar partido desta vulnerabilidade nos seus alvos. “Penso que os militares russos estão a ser aconselhados pelos seus especialistas em energia e estão a explicar como causar o máximo de danos ao sistema energético”, disse o diretor executivo da DTEK, Maxim Timchenko, em 2022.






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