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Há guerra na Ucrania

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Alerta aéreo na Ucrânia com nove feridos na região de Kharkiv




Um alerta aéreo está hoje em vigor em toda a Ucrânia devido a bombardeamentos russos, que causaram nove feridos na região de Kharkiv (leste), anunciaram as autoridades.


Alerta aéreo na Ucrânia com nove feridos na região de Kharkiv




O presidente da câmara de Kharkiv, Igor Terekhov, relatou sete feridos na cidade e "pessoas sob os escombros" de um bloco de edifícios residenciais.



"A operação de busca e salvamento está em curso", escreveu na plataforma de mensagens Telegram.



De acordo com o chefe da administração militar regional de Kharkiv, Oleg Synegoubov, três dos feridos, incluindo uma criança de 11 anos, foram hospitalizados e os outros foram tratados no local.



Em Chuguiv, na região de Kharkiv, a presidente da câmara, Galyna Minaeva, escreveu no Telegram que duas pessoas ficaram feridas num "ataque com drones inimigos" contra uma casa no centro da cidade.



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Rússia abate 124 'drones' ucranianos em 17 regiões, incluindo Moscovo




As defesas antiaéreas russas abateram durante a noite passada 124 drones ucranianos em 17 regiões, incluindo Moscovo e a península ucraniana da Crimeia, anexada em 2014.


Rússia abate 124 'drones' ucranianos em 17 regiões, incluindo Moscovo




"Durante a madrugada passada, os sistemas de defesa antiaérea em serviço destruíram 124 drones ucranianos de asa fixa", refere um comunicado do Ministério da Defesa, divulgado na rede social Telegram.



Os ataques afetaram 17 regiões, embora a maioria dos aparelhos tenha sido abatida em Briansk (29), Oriol (15) e Belgorod (11).




Outros nove foram abatidos em Riazan, oito em Kaluga, sete em Voronezh, seis em Kursk, outros seis em Rostov, seis em Volgogrado, mais seis na Crimeia, cinco em Tula e outros cinco em Samara.




Em menor número, os ataques afetaram as regiões de Lipetsk, onde foram abatidos três drones, a região de Moscovo (três), Saratov (dois), Ulianovsk (dois) e Ivanovo (um).



Um dos drones intercetados sobrevoava a região de Moscovo e dirigia-se para a capital russa, segundo o Ministério da Defesa.




A administração regional de Briansk indicou que os vários drones atingiram infraestruturas agrícolas, incluindo um edifício administrativo da Miratorg, uma das maiores empresas do setor primário russo, e um armazém da empresa Ohotno.




Por sua vez, o governador de Samara, Viacheslav Fedorishev, informou que uma pessoa ficou ferida na sequência dos ataques.




Os ataques aéreos levaram também ao encerramento de vários aeroportos russos, incluindo os de Kazan, Nizhnekamsk e Bugulma, todos na região do Tatarstão.




Os comunicados russos referem apenas os drones abatidos, não mencionando os que atingiram os alvos.





Na sexta-feira, o Ministério da Defesa afirmou ter intercetado 83 drones ucranianos.



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Ataque com mísseis deixa região russa sem luz, aquecimento e água




Ataques ucranianos com mísseis ocorridos na noite passada deixaram os residentes da região fronteiriça russa de Belgorod, junto à fronteira com a Ucrânia, sem serviços básicos, informou o governador local.


Ataque com mísseis deixa região russa sem luz, aquecimento e água




"Houve graves danos na infraestrutura energética. Como resultado, foram registados cortes no fornecimento de eletricidade, água e aquecimento", revelou Viacheslav Gladkov, através do seu canal na rede social Telegram.



Gladkov comunicou também que, nas últimas 24 horas, a região, fronteiriça com a Ucrânia e uma das mais castigadas pelos constantes ataques aéreos, foi vítima de ataques com um total de 27 mísseis e fogo de morteiros, além de 116 drones, dos quais 69 foram abatidos.



De acordo com informações oficiais, sete pessoas ficaram feridas devido aos ataques.




No entanto, o representante da região comemorou que, apesar dos ataques, "os homens compram flores nas floriculturas" com a intenção de oferecê-las para celebrar o Dia da Mulher na Rússia.




O Ministério da Defesa, por sua vez, informou que esta noite intercetou 72 drones ucranianos que atacaram o território russo e a península ucraniana da Crimeia, anexada em 2014.




A maior parte do ataque ocorreu nas regiões de Astrajan (20 drones), Crimeia (20) e Rostov (14).




Outros oito drones foram destruídos em Belgorod, quatro em Krasnodar, três em Kursk, dois em Volgogrado e mais um foi intercetado quando sobrevoava o mar de Azov.



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Intercetado cargueiro da "frota fantasma" russa com cereais roubados




A polícia sueca revelou hoje ter abordado ao largo da sua costa um cargueiro suspeito de pertencer à frota fantasma russa, que alegadamente transportava cereais ucranianos roubados.


Intercetado cargueiro da frota fantasma russa com cereais roubados




O Caffa, um navio de 96 metros (315 pés), tinha partido de Casablanca, em Marrocos, a 24 de fevereiro e seguia para São Petersburgo, na Rússia, quando a polícia sueca subiu a bordo ao largo de Trelleborg, na zona sul da Suécia.



"Segundo as nossas informações, o navio foi essencialmente utilizado, pelo que entendemos, para transportar cereais roubados na Ucrânia", afirmou o chefe de operações da guarda costeira, Daniel Stenling, citado pela agência de notícias Agence France Presse (AFP).



"Conseguimos determinar que navega sob um pavilhão falso, falsamente registado na Guiné", acrescentou Daniel Stenling, acrescentando que dez dos onze tripulantes são russos.




Segundo a polícia costeira, um dos elementos da tripulação está a ser investigado por violação do código marítimo em matéria de navegabilidade e segurança do navio: "As nossas investigações reforçam as nossas suspeitas e convicções relativamente a importantes deficiências em matéria de segurança marítima neste navio", disse Daniel Stenling.




A AFP acrescenta que a "frota fantasma" de Moscovo é composta por navios cuja propriedade é opaca, sendo utilizada para contornar as sanções ocidentais.




"É um problema para nós constatar que há cada vez mais navios que não respeitam o direito do mar", afirmou o chefe de operações da guarda costeira, salientando que "o risco de acidentes aumenta" quando os navios não cumprem a legislação.




Segundo o responsável, "muitas vezes, estes navios não têm seguro em caso de incidente".




O ministro dos Negócios Estrangeiros ucraniano, Andriy Sybiga, já agradeceu hoje à Suécia por reforçar as ações contra esses navios: "As sanções funcionam quando são rigorosamente aplicadas. Juntos, temos de parar as atividades da frota fantasma da Rússia", disse.



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Ucrânia diz ter recuperado Dnipropetrovsk e relata quatro mortos no leste




As forças armadas ucranianas anunciaram hoje terem recuperado quase todo o território de Dnipropetrovsk (sudeste), correspondendo a cerca de 400 quilómetros quadrados.


Ucrânia diz ter recuperado Dnipropetrovsk e relata quatro mortos no leste





"Foi reconquistado quase todo o território de Dnipropetrovsk. Falta a libertação de três pequenas aldeias e 'limpar' [de soldados russos] outras duas ", disse o comandante operacional do Estado-Maior ucraniano, o general Oleksandr Komarenko, em entrevista publicada hoje pelo meio de comunicação social 'RBK-Ucrania'.



O Presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, anunciara recentemente a retoma, por parte das suas tropas, daquela mesma área de território, ao longo da linha da frente de Oleksandrivka, sudeste do país.




Segundo o exército ucraniano, a Ucrânia ganhou mais território na frente de batalha em fevereiro deste ano do que perdeu, algo que não acontecia desde o verão de 2014, quando as forças de Kyiv lançaram uma operação transfronteiriça na região russa de Kursk, onde controlaram mais de mil quilómetros quadrados.




No ano passado, a Rússia tomou várias cidades na região de Dnipropetrovsk, que fazem fronteira com as regiões leste e sul de Donetsk e Zaporijia, respetivamente, onde as forças russas controlam aproximadamente dois terços do território.



Por outro lado, o governador da região de Donetsk (leste) deu hoje conta de pelo menos quatro mortos e 16 feridos, incluindo um adolescente de 14 anos, num ataque aéreo russo que danificou seis edifícios residenciais.




"Mais um ataque cínico a civis. Desta vez, os russos lançaram três bombas aéreas no centro de Sloviansk", escreveu Vadim Filashkin nas suas redes sociais.




Sloviansk é, juntamente com Kramatorsk, um dos dois grandes feudos que a Ucrânia mantém na região de Donetsk, dos quais a Rússia controla mais de três quartos do território.




A Rússia exige que a Ucrânia também entregue a parte da região que Kyiv ainda controla como condição para o fim da guerra, uma exigência que Kyiv considera inaceitável.



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Forças de Kyiv e Moscovo destroem cerca de 300 drones em ataques




As autoridades militares da Ucrânia e da Rússia anunciaram hoje a destruição de cerca de 300 drones em ataques cruzados, nas últimas horas.


Forças de Kyiv e Moscovo destroem cerca de 300 drones em ataques







A Força Aérea ucraniana afirmou, num comunicado publicado nas redes sociais, que os sistemas de defesa aérea abateram 117 dos 126 drones lançados pela Rússia, que também disparou um míssil balístico Iskander.



"Um míssil balístico e oito drones atingiram sete locais, enquanto os destroços de aparelhos [aéreos não tripulados] abatidos caíram em cinco pontos", referiu na mesma nota, sem adiantar informações sobre possíveis vítimas ou danos materiais.



"O ataque ainda continua, pois há vários drones inimigos no espaço aéreo", alertaram as forças ucranianas.



Por sua vez, o Governo russo declarou que 186 drones ucranianos foram intercetados nas últimas horas, incluindo 80 sobre a península da Crimeia, anexada por Moscovo em 2014, uma ação não reconhecida pela comunidade internacional.


O Ministério da Defesa russo especificou que, além disso, foram destruídos 29 drones em Adygeia e Krasnodar, respetivamente, assim como 18 no mar de Azov, sete em Rostov, cinco em Kursk e Stavropol, quatro em Kirov, dois em Bryansk e no mar Negro, e um em cada uma das seguintes localidades: Astracão, Belgorod, Volgogrado, Lipetsk e Tartaristão.



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Pelo menos três mortos em ataque russo contra a região de Kyiv




Pelo menos três pessoas morreram num ataque maciço da Rússia contra a região de Kyiv, anunciou hoje a administração militar da capital da Ucrânia.


Pelo menos três mortos em ataque russo contra a região de Kyiv




"O inimigo está a lançar um ataque maciço contra a região de Kyiv com recurso a drones e mísseis", disse o chefe da administração militar da região de Kyiv, Mykola Kalashnyk.



"O número de mortos na região de Kyiv subiu para três", acrescentou, numa mensagem publicada na plataforma Telegram.



Numa mensagem anterior, Kalashnyk tinha mencionado a existência de cinco feridos.



Os ataques noturnos tiveram como alvo uma residência de estudantes, instalações industriais, armazéns e edifícios residenciais, disse o dirigente militar.


A Força Aérea da Ucrânia tinha emitido, pouco antes, um alerta dando conta de vários mísseis a voar em direção a Kyiv.


Os ataques surgem um dia depois do Presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, ter avisado que a decisão dos Estados Unidos (EUA) de flexibilizar as sanções sobre as vendas de petróleo russo vai fortalecer Moscovo e não contribui para a paz.



"O levantamento das sanções irá, em todo o caso, levar a um reforço da posição da Rússia", disse Zelensky durante uma conferência de imprensa com o homólogo francês, Emmanuel Macron, em Paris.



"Esta flexibilização por parte dos Estados Unidos poderá render à Rússia cerca de 10 mil milhões de dólares [cerca de 8,7 mil milhões de euros] para a guerra. Isto certamente não contribui para a paz", acrescentou o líder ucraniano.



Ao lado de Zelensky, Macron afirmou que "o contexto de subida dos preços do petróleo não deve, em caso algum, levar a uma revisão da política de sanções contra a Rússia".



"Essa é a posição que o G7 defendeu e é, evidentemente, a posição da França e da Europa", disse o Presidente francês.


O G7 é formado pela Alemanha, Canadá, Estados Unidos, França, Itália, Japão e Reino Unido, integrando também a União Europeia (UE).



Os Estados Unidos anunciaram na quinta-feira terem autorizado temporariamente a venda de petróleo russo armazenado em navios, devido à subida dos preços desde o início da guerra no Irão, iniciada por Washington e Telavive em 28 de fevereiro.



O Conselho Europeu e a Comissão Europeia manifestaram-se na sexta-feira contra a decisão norte-americana, qualificando-a como preocupante.



"A decisão unilateral dos Estados Unidos de levantar sanções às exportações de petróleo russo é muito preocupante, tendo em conta que afeta a segurança europeia", escreveu o presidente do Conselho Europeu, António Costa, nas redes sociais.



Os aliados de Kyiv têm decretado sanções contra setores-chave da economia russa para tentar diminuir a capacidade de Moscovo de financiar o esforço de guerra na Ucrânia.


A Ucrânia tem contado com ajuda financeira e em armamento dos aliados ocidentais desde que a Rússia invadiu o país, em 24 de fevereiro de 2022.



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