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Há guerra na Ucrania

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Putin sauda "entrada heroica" da Coreia do Norte na guerra da Ucrânia




O Presidente russo, Vladimir Putin, enviou uma mensagem de Ano Novo ao líder da Coreia do Norte, Kim Jong-un, na qual comemorou a "entrada heróica" dos soldados norte-coreanos na guerra da Ucrânia, informou hoje Pyongyang.


Putin sauda entrada heroica da Coreia do Norte na guerra da Ucrânia





"A entrada heróica dos soldados do Exército Popular da Coreia nas batalhas para libertar a região de Kursk dos ocupantes e as atividades subsequentes dos engenheiros coreanos em território russo demonstraram claramente a amizade inabalável" entre Moscovo e Pyongyang, afirma a mensagem, citada pela agência estatal norte-coreana KCNA.




A felicitação, enviada no passado dia 18 de dezembro, destaca ainda o tratado de parceria estratégica assinado entre os líderes no ano passado e apela ao reforço da "relação de amizade e aliança" entre os dois países.





De acordo com os serviços de informações da Coreia do Sul, Pyongyang destacou cerca de 15.000 soldados para apoiar a Rússia na guerra contra a Ucrânia. Em troca, o regime de Kim Jong-un recebeu divisas, bens e tecnologia de Moscovo.




A Yonhap, agência estatal sul-coreana, divulgou hoje também que líder norte-coreano visitou esta quarta-feira uma fábrica onde inspecionou o andamento da construção de um novo submarino de propulsão nuclear, equipado com mísseis guiados, para além de ter supervisionado um teste com mísseis antiaéreos que, segundo a agência, podem atingir alvos a 200 quilómetros de altitude.



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Drones russos causam danos em navios da Eslováquia, Palau e Libéria




As defesas aéreas ucranianas neutralizaram 73 dos 99 drones russos durante a noite e madrugada de hoje, informou a Força Aérea.


Drones russos causam danos em navios da Eslováquia, Palau e Libéria







Os drones não intercetados causaram danos em infraestruturas ucranianas e em três navios com bandeiras da Eslováquia, Palau e Libéria, na costa do Mar Negro, segundo as autoridades militares.



"Na noite de 26 de dezembro [a partir das 18h00 do dia 25 de dezembro], o inimigo atacou com um míssil balístico Iskander-M a partir da área temporariamente ocupada da Crimeia, assim como com 99 drones de ataque dos tipos Shahed, Gerbera e outros", anunciou a força militar no seu relatório diário, nas redes sociais.



Os drones descolaram das regiões russas de Bryansk, Kursk e Primorsko-Akhtarsk, e da península ucraniana anexada da Crimeia.



Segundo dados preliminares da Força Aérea, até às 09h00 (locais), 73 drones Shahed, Gerbera e de outros modelos tinham sido intercetados ou neutralizados no norte, sul e leste da Ucrânia.


Um míssil balístico e 26 veículos aéreos não tripulados (UAV) atingiram, no entanto, 16 diferentes locais na região costeira de Odessa, causando danos em dois navios, um da Eslováquia e outro de Palau, disse o vice-primeiro-ministro ucraniano, Oleksiy Kuleba, no Telegram.


Os ataques também provocaram incêndios e danos em armazéns de empresas, numa barcaça e em elevadores.


Na região vizinha de Mykolaiv, drones russos atingiram um terminal portuário e um navio que navegava sob a bandeira da Libéria.


Um outro ataque, segundo Kuleba, atingiu a região oeste de Lviv, onde foram danificadas infraestruturas ferroviárias, no entroncamento de Kovel, a cerca de 60 quilómetros da fronteira com a Polónia.




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Ataque russo em Kharkiv faz dois mortos e oito feridos




Pelo menos duas pessoas morreram e oito ficaram feridas, incluindo um bebé, num ataque lançado hoje pelas forças russas contra a região de Kharkiv, no nordeste da Ucrânia, informaram as autoridades locais.


Ataque russo em Kharkiv faz dois mortos e oito feridos







Segundo o governador regional, Oleg Sinegubov, a Rússia lançou três bombas aéreas guiadas sobre a cidade de Kharkiv.



"Não há aqui instalações militares, apenas edifícios civis", lembrou Sinegubov, citado pelas autoridades regionais.


O governador acrescentou que as equipas de emergência estão concentradas na procura de eventuais vítimas entre os escombros.



"A principal tarefa é identificar as pessoas que ainda possam precisar de ajuda", escreveu Sinegubov nas redes sociais, acrescentando que está em curso uma avaliação dos danos materiais.



O ataque atingiu uma das principais autoestradas que atravessam a área urbana de Kharkiv, provocando danos em edifícios residenciais e veículos.



A ofensiva ocorreu após outros bombardeamentos recentes na região, que nos dias anteriores já tinham causado pelo menos duas mortes.



A ofensiva militar russa no território ucraniano, lançada a 24 de fevereiro de 2022, mergulhou a Europa naquela que é considerada a crise de segurança mais grave desde a Segunda Guerra Mundial (1939-1945).



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Pelo menos onze feridos em ataque russo a Kyiv.




Onze pessoas ficaram feridas em Kyiv após um ataque de drones russos na madrugada deste sábado. Pelo menos, um terço da capital está sem aquecimento. A ofensiva acontece numa altura em que Trump e Zelensky se preparam para uma reunião sobre o acordo de paz com a Rússia.


Pelo menos onze feridos em ataque russo a Kyiv. Veja as imagens






Pelo menos, onze pessoas ficaram feridas num ataque à capital da Ucrânia num ataque de drones russos durante a madrugada deste sábado.



A informação é avançada pelo presidente da câmara de Kyiv, que vai mantendo a população a par do que está a acontecer através da rede social Telegram.



"Onze pessoas ficaram feridas em Kyiv. Oito foram hospitalizadas em unidades médicas da capital. As demais receberam atendimento no local ou em regime ambulatório", afirmou Vitaly Klitschko na última mensagem enviada, por volta das 7h20 de sábado.



Foi também através do Telegram que o autarca alertou o povo ucraniano do ataque à capital, onde às 23h36 (ainda de sexta-feira, dia 26 de dezembro) escreveu: "Explosões na capital. As forças de defesa aérea estão em ação. Abriguem-se!".



Segundo Klitschko, há vários bairros da capital com incêndios ainda a decorrer causados pelos ataques de drones.


Em imagens partilhadas pelos serviços de emergência ucranianos é possível ver essa mesma realidade, com chamas a consumirem prédios em Kyiv. Pode ver estas fotografias na galeria acima.



Nas redes sociais, os vídeos do momento que se viveu na capital também já começaram a circular. Num deles, é possível ver um drone a embater diretamente com um prédio, que aparenta ser habitacional, causando uma enorme explosão. Nos restantes, pode ver-se as consequências deste ataque: prédios esburacados, onde os drones colidiram, com grandes incêndios a consumir o que resta da habitação.





Para já, note-se, as autoridades ucranianas não registaram qualquer vítima mortal do ataque.



Contudo, a mais recente ofensiva russa causou um outro problema aos habitantes da capital: a falha de energia.



No Telegram, Klitschko informou que cerca de um terço da capital está, neste momento, sem aquecimento - uma falha particularmente grave quando as temperaturas em Kyiv chegam a graus negativos e as previsões incluem a queda de neve.



"Em consequência do ataque inimigo, quase um terço da capital está atualmente sem aquecimento. Não há eletricidade em algumas áreas da margem esquerda. Os técnicos estão a trabalhar para restabelecer o fornecimento de energia", afirmou.


Trump e Zelensky reúnem-se no domingo




A onda de ataques russos acontece na véspera de a uma reunião agendada entre o presidente ucraniano e o seu homólogo norte-americano, na Flórida, nos Estados Unidos.



As horas da reunião ainda não são conhecidas, mas segundo Volodymyr Zelensky, este encontro tem como objetivo "finalizar o máximo possível" do acordo de paz entre Kyiv e Moscovo. O objetivo será discutir com Trump de que forma é que os aliados da Ucrânia podem garantir a segurança do país.



De acordo com Zelensky, o plano de paz de 20 pontos elaborado por Kyiv e Washington está "90% pronto".


O plano de paz (e o que diz a Rússia?)




O referido documento preliminar impõe o 'congelamento' das atuais linhas da frente de combate, mas sem ser adiantada uma solução para os territórios ucranianos ocupados pela Federação Russa (19%) desde a invasão de 24 de fevereiro de 2022.



A versão original do plano norte-americano versava duas exigências do regime russo liderado pelo presidente Vladimir Putin, que estão ausentes da nova formulação.


A Rússia exige a retirada das forças ucranianas dos territórios do Donbass, ainda sob controlo de Kyiv, e o compromisso, juridicamente vinculativo, de que a Ucrânia se mantém fora da Organização do Tratado do Atlântico Norte (NATO, na sigla inglesa).



O porta-voz do Kremlin, Dmitry Peskov, indicou que Moscovo estava a "formular sua posição" e recusou-se comentar quaisquer os detalhes.



Quinta-feira, a porta-voz do ministério dos Negócios Estrangeiros russo, Maria Zakharova, afirmou que o progresso rumo ao fim da guerra era "lento, mas constante".




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Kim Jong-un louva sangue derramado ao lado dos russos na Ucrânia




A Coreia do Norte e a Rússia partilham "sangue, vida e morte" na guerra na Ucrânia, enfatizou o líder norte-coreano Kim Jong Un, na sua mensagem de Ano Novo ao Presidente russo, Vladimir Putin.


Kim Jong-un louva sangue derramado ao lado dos russos na Ucrânia







Em mensagem publicada sexta-feira pela agência de notícias estatal norte-coreana KCNA, Kim afirmou que 2025 foi um "ano verdadeiramente significativo" para a aliança entre Pyongyang e Moscovo, fortalecida por terem "partilhado sangue, vida e morte na mesma trincheira".




Segundo os serviços de informação sul-coreanos e ocidentais, Pyongyang enviou milhares de soldados para combater ao lado de Moscovo durante a invasão da Ucrânia, que começou há quase quatro anos.




Na mensagem de Ano Novo de Vladimir Putin a Kim Jong-un, o líder russo comemorou a "entrada heroica" dos soldados norte-coreanos na guerra da Ucrânia.




A felicitação, enviada no passado dia 18 de dezembro, destaca ainda o tratado de parceria estratégica assinado entre os líderes no ano passado e apela ao reforço da "relação de amizade e aliança" bilateral.




A Coreia do Norte só em abril confirmou o envio de tropas para apoiar a campanha militar russa contra a Ucrânia e a morte de soldados norte-coreanos em combate.




No início de dezembro, Pyongyang admitiu ter enviado, em agosto de 2025, tropas para a região de Kursk, na Rússia, perto da fronteira com a Ucrânia e na altura sob ocupação de forças ucranianas.




A presença de militares norte-coreanos permitiu à Rússia passar à ofensiva para desalojar as tropas ocupantes ucranianas.




Pelo menos nove soldados de um regimento de engenharia foram mortos durante este destacamento de 120 dias, como reconheceu Kim Jong Un num discurso proferido em 13 de dezembro, após o regresso da unidade.




As estimativas de baixas divulgadas pelos serviços de informações sul-coreanos apontam para 2.000 mortos entre as unidades de Pyongyang, que terão chegado a ter no terreno entre 15 mil e 20 mil soldados.




O líder norte-coreano enviou felicitações de Ano Novo a Vladimir Putin um dia depois de ter ordenado o aumento da produção de mísseis para 2026.




Pyongyang aumentou significativamente os seus testes de mísseis nos últimos anos, que, segundo os analistas, visam melhorar as suas capacidades de ataque de precisão, desafiar os Estados Unidos e a Coreia do Sul e testar armas para exportação para a Rússia, sua aliada.




A Coreia do Norte e a Rússia estreitaram os seus laços desde que Moscovo invadiu a Ucrânia, em fevereiro de 2022.



Além de enviar tropas para combater pela Rússia, Pyongyang fornece a Moscovo projéteis de artilharia, mísseis e sistemas de foguetes de longo alcance.



Em troca, a Rússia envia à Coreia do Norte ajuda financeira, tecnologia militar e fornecimentos de alimentos e energia, de acordo com analistas.




A Rússia invadiu a Ucrânia a 24 de fevereiro de 2022, com o argumento de proteger as minorias separatistas pró-russas no leste e "desnazificar" o país vizinho, independente desde 1991 - após a desagregação da antiga União Soviética - e que tem vindo a afastar-se do espaço de influência de Moscovo e a aproximar-se da Europa e do Ocidente.




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Um morto, 19 feridos e 320 mil casas sem eletricidade em Kyiv após ataque




Uma pessoa morreu e 19 ficaram feridas na madrugada de hoje, em consequência de um ataque russo contra a capital ucraniana, Kyiv, que deixou ainda 320 mil casas sem eletricidade, informou o presidente da câmara da cidade.


Um morto, 19 feridos e 320 mil casas sem eletricidade em Kyiv após ataque







Zelensky reagiu, afirmando que o ataque contra Kyiv mostra que a Rússia "não quer pôr fim à guerra".



Hoje de madrugada, uma série de fortes explosões foi ouvida em Kyiv, depois de as autoridades militares terem alertado a população para a presença de numerosos drones e mísseis a ameaçar diversas regiões do país.



Segundo o presidente da câmara de Kyiv, os ataques noturnos na capital provocaram um incêndio num edifício residencial e causaram um morto e 19 feridos, dos quais 11 foram hospitalizados.



"Na capital, 19 pessoas já foram atingidas. Onze delas foram hospitalizadas", afirmou Klitschko, acrescentando que "2.600 edifícios de habitação, 187 creches, 138 escolas e 22 instituições sociais" ficaram sem aquecimento.



A vítima mortal foi uma mulher de 47 anos, revelou o governador regional, Mykola Kalashnyk, acrescentando que mais de 320 mil lares permaneciam sem eletricidade hoje de manhã, sobretudo na margem esquerda da região.



A Força Aérea ucraniana emitiu um alerta aéreo nacional nas primeiras horas de sábado, indicando que 'drones' e mísseis sobrevoavam várias regiões do país, incluindo a capital.



As negociações para uma solução do conflito intensificaram-se nas últimas semanas, após a apresentação de um plano proposto por Donald Trump.



Inicialmente considerado por Kyiv e pelos europeus demasiado favorável a Moscovo, o documento foi reformulado.



Volodymyr Zelensky revelou esta semana os detalhes de uma nova versão, revista mas criticada por Moscovo, que acusou a Ucrânia de querer "sabotar" as negociações.



A nova versão prevê o congelamento da linha da frente, sem oferecer uma solução imediata para as reivindicações territoriais da Rússia, que ocupa mais de 19% do território ucraniano.



"Temos uma agenda carregada. Isso acontecerá durante o fim de semana, penso que no domingo, na Florida, onde teremos uma reunião com o presidente Trump", afirmou Zelensky na sexta-feira aos jornalistas.



Segundo o presidente ucraniano, as conversações incidirão sobre "questões sensíveis", nomeadamente o futuro do Donbass, região industrial do leste da Ucrânia reivindicada por Moscovo, e da central nuclear de Zaporijia, no sul do país, ocupada por forças russas, bem como sobre as garantias de segurança que os países ocidentais poderão fornecer à Ucrânia no âmbito de um eventual acordo de paz.



Na sexta-feira, Trump afirmou que Zelensky "não terá nada" sem o seu acordo, numa entrevista ao portal Politico, manifestando também confiança num entendimento tanto com o líder ucraniano como com o presidente russo, Vladimir Putin, com quem disse prever conversar "em breve".



A mais recente versão do plano norte-americano, um documento com 20 pontos, propõe congelar as posições das duas partes, sem responder à exigência russa de retirada das forças ucranianas de cerca de 20% da região de Donetsk que ainda controlam.


Ao contrário da versão inicial, o novo texto deixou de incluir qualquer obrigação jurídica de não adesão da Ucrânia à NATO, uma linha vermelha para Moscovo.


Por estas razões, a aprovação do documento pela Rússia, parece, para já, improvável.



O vice-ministro russo dos Negócios Estrangeiros afirmou que o texto "difere radicalmente" do que tinha sido negociado anteriormente entre Washington e Moscovo, advertindo que, sem regressar aos entendimentos prévios, "nenhum acordo poderá ser concluído".




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Por que a Rússia está usando cada vez mais cavalos na Ucrânia?


 

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Moscovo apela a Kyiv para que aceite retirada de tropas de Donetsk




A Rússia apelou hoje à Ucrânia para que aceite a retirada de tropas da região de Donetsk a fim de acabar a guerra, após uma conversa telefónica entre o Presidente russo e o homólogo norte-americano.


Moscovo apela a Kyiv para que aceite retirada de tropas de Donetsk






"Para pôr fim [ao conflito], Kyiv precisa de tomar uma decisão corajosa. Seria sensato tomar esta decisão em relação ao Donbass [que agrega a região de Donetsk] sem demora", declarou aos jornalistas o conselheiro diplomático do Kremlin, Yuri Ushakov.





A retirada das tropas ucranianas dos cerca de 20% da região leste de Donetsk que ainda controlam é uma das principais exigências da Rússia para o fim da guerra iniciada em 2022.




No encontro hoje com o homólogo norte-americano, na residência de férias de Donald Trump em West Palm Beach, na Florida, o Presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, procura a aprovação para uma nova versão do plano de paz para a Ucrânia, apresentado por Washington há quase um mês.



O Presidente ucraniano apresentou esta semana a nova versão do documento, reformulada após duras negociações exigidas por Kyiv, que considerou a primeira versão muito próxima das exigências russas.



O novo documento abandona duas exigências fundamentais do Kremlin: a retirada das tropas ucranianas da região de Donetsk e um compromisso juridicamente vinculativo da Ucrânia de não aderir à NATO.



A Rússia rejeita uma simples pausa nas hostilidades, argumentando que iria permitir à Ucrânia rearmar-se.



Em vez disso, deseja trabalhar em prol de uma resolução definitiva das "causas profundas" do conflito, segundo Yuri Ushakov, que adiantou que a conversa telefónica entre Putin e Trump horas antes do encontro do Presidente norte-americano com o homólogo ucraniano decorreu "numa atmosfera amigável" e por iniciativa de Trump.



Putin e Trump concordaram em voltar a falar ao telefone após o encontro entre o Presidente norte-americano e Zelensky, adiantou o conselheiro diplomático do Kremlin, assinalando que "a Rússia e os Estados Unidos partilham a mesma opinião de que a proposta ucraniana e europeia de um cessar-fogo temporário (...) apenas prolongaria o conflito e levaria a um retomar das hostilidades".



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Polícia detém 70 cidadãos em São Petersburgo por rezarem por Zelensky




As forças de segurança russas detiveram em São Petersburgo cerca de 70 membros de uma seita religiosa que dedicavam as suas orações ao presidente ucraniano Volodymyr Zelensky e ao exército ucraniano, informou hoje o portal de notícias independente Holod.


Polícia detém 70 cidadãos em São Petersburgo por rezarem por Zelensky







Na sexta-feira, a polícia invadiu uma reunião da organização religiosa pró-iraquiana Escola do Princípio Unificado e deteve cerca de 70 participantes, acusando-os de difundir informações falsas sobre as Forças Armadas da Rússia, refere aquele portal, citado pela agência espanhola EFE.



A organização era composta na sua maioria por professores e docentes de escolas de diversas regiões da Rússia, embora a maioria fosse residente de São Petersburgo.



Segundo os meios de comunicação social russos, os líderes da seita promoveram ideias contrárias à posição oficial russa sobre o conflito com a Ucrânia e denegriram os soldados russos e os cidadãos que os apoiavam.



Além disso, também rezavam para que os cidadãos russos não sejam mobilizados para a guerra, assim como pelo exército ucraniano e pelo seu presidente.



Os membros da seita eram obrigados a revelar a sua posição contra a guerra às suas famílias.



Os presos enfrentam penas até 10 anos de prisão.



A seita religiosa, cujas práticas eram baseadas na ortodoxia cristã mas incorporavam rituais esotéricos e místicos, foi fundada na Ucrânia.



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Moscovo diz que Kyiv tentou atacar residência de Putin (e deixa ameaça)




O alegado ataque à presidência russa terá acontecido na madrugada de domingo para segunda-feira. Terão sido usados 91 drones de longo alcance e, para já, desconhece-se se o chefe de Estado da Rússia, Vladimir Putin, estava no local.


Moscovo diz que Kyiv tentou atacar residência de Putin (e deixa ameaça)





O Ministro dos Negócios Estrangeiros Sergey Lavrov, acusou, esta segunda-feira, a Ucrânia de tentar atacar a residência do presidente russo, Vladimir Putin.



"Na noite de 28 para 29 de dezembro de 2025, o regime de Kyiv lançou um ataque terrorista e, para isso, utilizou 91 drones de longo alcance contra a residência presidencial russa na região de Novgorod", disse aos jornalistas, citado pela Interfax.


Segundo a mesma agência de notícias, Lavrov disse ainda que a "posição de negociação da Rússia será revista à luz da tentativa de Kyiv de atacar a residência presidencial russa."



Mas para além de deixar o aviso de que a posição de Moscovo pode mudar, alertou: "Tais ações imprudentes não vão ficar sem resposta."



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Em chamada com Trump, Putin ameaça rever entendimentos após ataque




Segundo a porta-voz da Casa Branca, tratou-se da segunda chamada telefónica entre os dois líderes em 24 horas, depois de uma primeira conversa considerada "boa e muito produtiva".


Em chamada com Trump, Putin ameaça rever entendimentos após ataque





O presidente russo, Vladimir Putin, avisou hoje o seu homólogo norte-americano, Donald Trump, durante uma chamada telefónica, que o alegado ataque ucraniano contra uma das suas residências pode perturbar as negociações de paz com a Ucrânia.




Segundo a porta-voz da Casa Branca (presidência norte-americana), Karoline Leavitt, tratou-se da segunda chamada telefónica entre os dois líderes em 24 horas, depois de uma primeira conversa considerada "boa e muito produtiva" e realizada antes do encontro entre Trump e o presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, ocorrido no domingo na Florida.



O Kremlin (presidência russa) informou que, durante a chamada telefónica de hoje, Putin avisou Trump da intenção de rever alguns entendimentos prévios, enquanto o líder norte-americano se mostrou "indignado" com o ataque, que qualificou como uma ação "imprudente" de Kyiv.




Trump recebeu Zelensky no domingo, durante as férias de Natal na Florida, para discutir a nova versão do plano norte-americano para pôr fim ao conflito, agora reformulado em 20 pontos após conversações com Kyiv.




Após mais de três horas de reuniões, ambos afirmaram terem resolvido "mais de 95%" do documento, embora persistam divergências sobre o futuro do Donbass (leste da Ucrânia) e um eventual cessar-fogo.




A evolução das conversações ficou, contudo, condicionada por um ataque com 'drones' que, segundo Moscovo, teve como alvo uma das residências de Putin na noite anterior.




O ministro dos Negócios Estrangeiros russo, Serguei Lavrov, afirmou que o incidente levará a Rússia a "reconsiderar" posições negociais já alcançadas.




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Kyiv pediu, mas Kremlin diz que não vai dar provas de ataque a Putin


Depois de a Ucrânia pedir - e insistir - para que a Rússia fornecesse provas de que Kyiv tentou levar a cabo um ataque contra residência de Putin na região russa de Novgorod, o porta-voz do Kremlin disse que não acreditava que houvesse qualquer prova, e que por isso, não seriam dadas.




Kyiv pediu, mas Kremlin diz que não vai dar provas de ataque a Putin






O porta-voz do Kremlin, Dmitry Peskov, disse, esta terça-feira, que a Rússia não vai fornecer provas de que Kyiv tentou atacar a residência presidencial na região de Novgorod - mesmo estando em causa as negociações do acordo de paz, agora ameaçadas de endurecimento por parte da cúpula governativa russa.


Peskov referiu esta terça-feira que todos os drones tinham sido abatidos e que, por norma, são os militares que estão a cargo desta investigação.



"Não creio que deva haver qualquer prova de que um ataque massivo de drones tenha sido realizado e que, graças ao trabalho bem coordenado do sistema de defesa aérea, tenha sido abatido", referiu Peskov aos jornalistas, durante uma teleconferência citada pela emissora France 24.




As declarações surgem depois de Kyiv ter hoje voltado a insistir que não havia provas deste alegado ataque.



Note-se que já na segunda-feira, o presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, tinha negado que este ataque tinha sido levado a a cabo pela Ucrânia. Zelensky classificou o anúncio deste ataque como uma "típica mentira" vinda de Moscovo e foram pedidas provas.



O ataque foi anunciado na tarde de segunda-feira pelo Ministro dos Negócios Estrangeiros, Sergey Lavrov, que disse desde logo que as negociações para a paz iriam ser "revistas".




Rússia acusa Ucrânia de tentar atacar residência de Putin (Zelensky nega)

Rússia acusa Ucrânia de tentar atacar residência de Putin (Zelensky nega)




Moscovo acusa Kyiv de ter ter tentado atacar a residência presidencial russa em Novgorod na noite de domingo para segunda-feira. Volodymyr Zelensky negou de imediato e disse que se tratava das "típicas mentiras russas". Donald Trump já falou com Putin (que deixou um aviso).



Hoje, Kyiv voltou a insistir em que Moscovo desse provas deste ataque, que, segundo Lavrov, foi levado a cabo com a ajuda de 91 drones. "Já passou quase um dia e Rússia ainda não apresentou nenhuma prova plausível para suas acusações do alegado 'ataque da Ucrânia à residência de Putin'. E não apresentará. Porque não há nenhuma. Tal ataque não aconteceu", escreveu o Ministro dos Negócios Estrangeiros da Ucrânia, Andriy Sybiga, numa publicação na rede social X (antigo Twitter).



Na mesma publicação, o responsável pela pasta escreve, entre outras considerações, que a "tática da Rússia" se baseia em acusações falsas e apela a que os países "não respondam a queixas não comprovadas", dado que a situação "prejudica o processo de paz construtivo que tem avançado ultimamente."




Almost a day passed and Russia still hasn’t provided any plausible evidence to its accusations of Ukraine’s alleged “attack on Putin’s residence.” And they won’t. Because there’s none. No such attack happened.




We were disappointed and concerned to see the statements by Emirati,…
— Andrii Sybiha 🇺🇦 (@andrii_sybiha) December 30, 2025



Note-se que o alegado ataque terá acontecido na noite de domingo para segunda-feira, sendo desconhecido se Putin se encontrava no local no momento do ataque (Peskov recusou responder a essa pergunta na segunda-feira). Já quando anunciou este suposto ataque, Lavrov disse que haveria "resposta às ações imprudentes" e que a posição de Moscovo as negociações de paz "seriam revistas". Mais tarde, Putin disse que este ataque iria dificultar as negociações.



Recorde-se que Zelensky esteve reunido com Trump no domingo, numa reunião na Florida. Em cima da mesa esteve a discussão sobre o plano de paz para a Ucrânia. Em conferência de imprensa Trump acabou por dizer que se estava a chegar "muito perto" de um plano a ser aceite por todos os lados envolvidos e Zelensky referiu que "as garantias de segurança são um ponto fundamental para alcançar uma paz duradoura".



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Kyiv estima que Rússia está a perder 6 soldados por cada ucraniano morto




A Ucrânia estima que a Rússia esteja a perder seis soldados por cada militar ucraniano morto no campo de batalha, com perdas médias diárias superiores a 1.000 militares, segundo avaliações das Forças Armadas de Kyiv.


Kyiv estima que Rússia está a perder 6 soldados por cada ucraniano morto





"Os russos perdem aproximadamente seis vezes mais soldados do que a Ucrânia. Esta proporção aplica-se especificamente às fatalidades", sublinhou comandante-chefe das Forças Armadas da Ucrânia, Oleksandr Syrskyi, citado pelo portal de notícias ucraniano Euromaidan.



Para Syrskyi, estes números mostram claramente porque é que o Kremlin é incapaz de acumular novas forças para um avanço estratégico na frente de batalha, apesar da mobilização em massa, dos incentivos financeiros e da pressão sobre a população.



"As constantes perdas impedem a Rússia de expandir as suas forças, mesmo depois de ter cumprido formalmente os seus planos de mobilização", frisou.



A Rússia divulgou ter cumprido 100% do seu plano de recrutamento militar em 2025, mobilizando 406 mil pessoas, lembrou Syrskyi.



Mas a realidade no campo de batalha conta uma história diferente e as perdas russas durante o mesmo período ultrapassaram os 410.000 ocupantes, indicou.



"Podemos afirmar que mesmo a plena implementação dos seus planos de mobilização não lhes permite aumentar o tamanho das suas forças", enfatizou Syrskyi.



Para os responsáveis militares ucranianos, é pouco provável que a Rússia consiga aumentar o tamanho do seu Exército, apesar dos esforços de mobilização em grande escala e a propaganda do Kremlin.



O número total de tropas de ocupação russas na Ucrânia estabilizou entre os 710.000 e os 711.000 militares, um número que se mantém inalterado há vários meses, segundo Kyiv.



Nos primeiros meses de 2025, o número de tropas russas continuou a crescer entre 7.000 e 9.000 por mês, mas esta tendência diminuiu posteriormente, destacou Kyiv.



Syrskyi referiu ainda que guerra entrou numa fase fundamentalmente nova: "Drones de todos os tipos dominam agora o campo de batalha", apontou.



Segundo Kyiv, não só o número de drones aumentou, como também a sua qualidade melhorou, juntamente com o papel das unidades especializadas em drones.



A Rússia está a formar novos batalhões, regimentos e brigadas, mas a Ucrânia respondeu reforçando as suas forças de sistemas não tripulados (drones), resultando num impacto direto no aumento das perdas russas.



O comandante-chefe ucraniano destacou ainda o lançamento de um sistema de comando ao nível do corpo de Exército, que tornou as forças ucranianas mais controláveis e eficazes no campo de batalha.



A Rússia invadiu a Ucrânia a 24 de fevereiro de 2022, com o argumento de proteger as minorias separatistas pró-russas no leste e "desnazificar" o país vizinho, independente desde 1991 - após a desagregação da antiga União Soviética - e que tem vindo a afastar-se do espaço de influência de Moscovo e a aproximar-se da Europa e do Ocidente.



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Ucrânia: Kyiv acusa Rússia de atacar navios civis no porto de Odessa




As autoridades ucranianas acusaram hoje a Rússia de lançar ataques com drones contra infraestruturas portuárias da cidade de Odessa, no sul da Ucrânia, atingindo duas embarcações civis para transporte de cereais, mas sem registo de vítimas.


Ucrânia: Kyiv acusa Rússia de atacar navios civis no porto de Odessa





Segundo a Marinha ucraniana, os ataques tiveram como alvo os navios "Emmakris III" e "Captain Karam", que tinham entrado no porto de Odessa para carregar trigo.



A informação foi divulgada numa mensagem publicada no canal oficial da força naval na plataforma Telegram, e, até agora, a Rússia não reagiu às acusações.



"Os portos e as embarcações civis são infraestruturas civis. Os ataques contra eles representam uma ameaça direta à vida de civis e comprometem a segurança alimentar global", denunciou a Marinha ucraniana, classificando a ação como um "crime de guerra deliberado".



Odessa, um porto estratégico no Mar Negro, tem sido alvo recorrente de ataques russos desde o início da invasão da Ucrânia, em fevereiro de 2022.



Kyiv acusa regularmente Moscovo de tentar minar as exportações agrícolas ucranianas e agravar os riscos para o abastecimento alimentar mundial.



Estes ataques em Odessa ocorrem num contexto em que os esforços diplomáticos internacionais para alcançar um acordo que ponha termo ao conflito continuam sem resultados concretos.



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"Carga explosiva de 6kg". Rússia publica vídeo que diz provar ataque




O Ministério da Defesa da Rússia divulgou um vídeo que alega ser de um dos drones utilizados por Kyiv no ataque à residência do presidente russo, Vladimir Putin. As imagens mostram um dos drones abatidos pelo exército de Moscovo, carregado com uma carga explosiva de seis quilos.


Carga explosiva de 6kg. Rússia publica vídeo que diz provar ataque
Vídeo





O Ministério da Defesa da Rússia divulgou esta quarta-feira um vídeo, alegadamente, de um dos drones utilizados por Kyiv no ataque à residência do presidente russo, Vladimir Putin.



As imagens mostram o líder de equipa das forças de defesa aérea, cujo indicativo de chamada é "Grom", de cara tapada ao lado de um dos drones abatidos pelo exército de Moscovo.




"Quando inspecionámos os drones que abatemos localizamos uma amostra modificada do Chaklun-B UAV [Veículo Aéreo Não Tripulado]. A ogiva deste drone tem uma carga explosiva que pesa seis quilos", começou por dizer Grom.



"A ogiva explosiva está carregada com um número de agentes provocadores de dano e foi desenhada para eliminar pessoas e destruir infraestruturas civis", acrescentou.




Segundo o líder das forças de defesa aéreas russas, o estado em que este drone se encontra é "raro". Não só porque foi atingido em pleno voo, mas também porque carregava uma carga altamente explosiva - tornando ainda mais improvável uma situação em que a aeronave, ao ser abatida, permaneça quase intacta.





Apesar de na publicação onde este vídeo é partilhado ser feita apenas uma menção a um "ataque terrorista do regime de Kyiv" na descrição, a publicação refere-se a uma anterior que menciona o ataque à residência de Putin.




Nessa, o exército russo partilha um mapa alegadamente da trajetória dos projéteis lançados pela Ucrânia durante o ataque.




Há ainda uma terceira publicação por parte de Moscovo, de uma entrevista a um residente de uma aldeia perto do local do ataque, Igor Bolshakov, em que o homem relata o que ouviu na manhã segunda-feira, 29 de dezembro.



"Durante a manhã, um barulho acordou. Para ser honesto, eu não me apercebi do que era naquele momento. Achei que camiões estavam a operar ali perto, ou algo género", contou. "Quando saí da cama, percebi o que estava a acontecer. Ouvi o som de rockets pela primeira vez na minha vida. Era um som de rangido forte."





Num comunicado divulgado hoje pelo exército russo, um general responsável pelas unidades de mísseis antiaéreos, Alexandre Romanenkov, afirmou ainda que o "ataque terrorista" contra a residência de Putin foi "cuidadosamente planeado".




Kyiv pediu provas e negou envolvimento no ataque




As publicações de Moscovo surgem no dia a seguir a Kyiv ter pedido provas do ataque à residência de Putin, assim como do envolvimento ucraniano, e dois dias depois da ofensiva ter ocorrido.









A Ucrânia nega qualquer envolvimento, alegando que Moscovo está a tentar encontrar uma forma de bloquear as negociações de paz.



Note-se que o alegado ataque terá acontecido na noite de domingo para segunda-feira (sendo desconhecido se Putin se encontrava no local no momento do ataque), pouco depois de Volodymyr Zelensky se ter reunido com Donald Trump na Flórida para discutir o plano de paz para a Ucrânia.


Em conferência de imprensa, depois dessa reunião, o presidente dos Estados Unidos afirmou que se estava a chegar "muito perto" de ter um plano aceite por todos os lados envolvidos.



Contudo, depois do ataque - e durante o seu anúncio - o Ministro dos Negócios Estrangeiros, Sergey Lavrov, disse que haveria uma "resposta às ações imprudentes" e que a posição de Moscovo nas negociações de paz "seria revista". Mais tarde, Putin disse que este ataque iria dificultar as negociações.



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Rússia acusa Kyiv de matar pelo menos 24 pessoas com ataque em Kherson




A Rússia acusou hoje o exército ucraniano de ter realizado, durante a noite de Ano Novo, um ataque com drones na parte da região ucraniana de Kherson controlada por Moscovo, causando pelo menos 24 mortos.


Rússia acusa Kyiv de matar pelo menos 24 pessoas com ataque em Kherson





Num comunicado, citado pela agência France-Press (AFP), o Comité de Investigação russo afirmou que um café na aldeia de Khorly tinha sido atingido por um ataque "massivo" de drones ucranianos.



O governador da região de Kherson, nomeado por Moscovo, Vladimir Saldo, afirmou no Telegram que pelo menos 24 pessoas foram mortas e "dezenas de outras" ficaram feridas.



O autarca publicou também imagens em que são visíveis vários cadáveres carbonizados e as ruínas de um edifício. Foram decretados dois dias de luto na região de Kherson sob controlo russo, segundo Vladimir Saldo.



As autoridades ucranianas ainda não reagiram a estas acusações.



Por sua vez, a porta-voz da diplomacia russa, Maria Zakharova, acusou a Ucrânia de ter levado a cabo um "ataque terrorista" contra a população civil durante as celebrações do Ano Novo.


A aldeia de Khorly, alvo deste alegado ataque, está localizada numa península à beira do Mar Negro e ficou sob controlo russo no início do ataque em grande escala lançado pelo exército russo contra a Ucrânia em fevereiro de 2022.


No outono de 2022, o exército ucraniano recuperou grande parte da região de Kherson aos soldados russos, incluindo a capital regional com o mesmo nome, durante uma contraofensiva.



Desde então, o rio Dnieper marca a linha de frente entre as duas regiões, e ataques mortais com drones ocorrem regularmente entre os dois lados.




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Rússia insta ONU a condenar ataque da Ucrânia que matou 24 em Kherson




A Rússia instou a Organização das Nações Unidas (ONU) a "condenar publicamente" o ataque da Ucrânia com drones que fez pelo menos 24 mortos e 50 feridos na região ucraniana de Kherson controlada por Moscovo.


Rússia insta ONU a condenar ataque da Ucrânia que matou 24 em Kherson





"Exigimos que o Alto Comissário das Nações Unidas para os Direitos Humanos, Volker Türk, e o seu Gabinete, bem como os respetivos procedimentos especiais do Conselho dos Direitos Humanos da ONU, condenem publicamente, o mais rapidamente possível, o monstruoso ataque terrorista perpetrado pelo regime de Kyiv na região de Kherson", afirmou o Representante Permanente da Rússia junto da ONU em Genebra.



Num comunicado divulgado na plataforma de mensagens Telegram, Gennady Gatilov defendeu que "ocultar esta tragédia equivaleria a uma cumplicidade e participação abertas nos crimes sangrentos dos neobanderistas".




Esta é um referência a Stepan Bandera (1909-1959), líder da extrema-direita da Organização dos Nacionalistas Ucranianos, que alinhou com os movimentos fascistas e nazis durante a Segunda Guerra Mundial.




Na mesma mensagem, Gatilov condenou o ataque, que descreveu como "mais uma atrocidade insana perpetrada por [o Presidente ucraniano Volodymyr] Zelensky e pela sua clique, que há muito se tornaram irremediavelmente monstros sedentos de sangue".




O objetivo de Zelensky, alegou, "é agarrar-se ao poder a qualquer custo, desviar as atenções dos fracassos das forças armadas ucranianas na linha da frente e frustrar qualquer tentativa de alcançar soluções pacíficas para o conflito".




A Rússia acusou o exército ucraniano de ter realizado, durante a noite de Ano Novo, um ataque com drones na parte da região ucraniana de Kherson controlada por Moscovo, causando pelo menos 24 mortos.




Num comunicado, o Comité de Investigação russo afirmou que um café na aldeia de Khorly, na costa do Mar Negro da Ucrânia, tinha sido atingido por um ataque massivo de drones ucranianos.




O governador da região de Kherson, nomeado por Moscovo, Vladimir Saldo, afirmou no Telegram que pelo menos 24 pessoas foram mortas e "dezenas de outras" ficaram feridas.




O autarca publicou também imagens em que são visíveis vários cadáveres carbonizados e as ruínas de um edifício. Foram decretados dois dias de luto na região de Kherson sob controlo russo, segundo Vladimir Saldo.




As autoridades ucranianas ainda não reagiram às acusações.




A porta-voz da diplomacia russa, Maria Zakharova, acusou a Ucrânia de ter levado a cabo um "ataque terrorista" contra a população civil durante as celebrações do Ano Novo.




A aldeia de Khorly está localizada numa península à beira do ar Negro e ficou sob controlo russo no início da invasão lançada pelo exército russo contra a Ucrânia em fevereiro de 2022.




No outono de 2022, o exército ucraniano recuperou grande parte da região de Kherson aos soldados russos, incluindo a capital regional com o mesmo nome, durante uma contraofensiva.





Desde então, o rio Dnieper marca a linha de frente entre as duas regiões, e ataques mortais com drones ocorrem regularmente entre os dois lados.



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Autoridades relatam um dos maiores ataques com drones sobre Zaporijia




O governador da região de Zaporijia, Ivan Fedorov, afirmou que a região foi alvo, nas últimas horas, de "um dos maiores ataques com drones" desde o início desta fase da guerra, que começou em fevereiro de 2022.


Autoridades relatam um dos maiores ataques com drones sobre Zaporijia







Fedorov sublinhou que, embora não tenha havido vítimas, a capital da região de Zaporijia, que tem o mesmo nome, sofreu danos significativos.



"Durante o feriado de Ano Novo, o inimigo [Rússia] atacou implacavelmente Zaporijia e os seus arredores", alertou Fedorov.




O responsável ucraniano afirmou que nove drones atingiram casas, lojas e infraestruturas na cidade de Zaporijia, de acordo com uma mensagem que publicou na rede social Telegram.




Fedorov referiu que a atuação das forças ucranianas e dos sistemas de defesa aérea impediu danos ainda maiores.



"A defesa aérea evitou vítimas entre os moradores", afirmou o governador regional.




Esta é a segunda vaga de ataques na região, após os ocorridos na quinta-feira, que fez pelo menos 30 feridos.




Durante a noite, as forças ucranianas identificaram 118 drones originários de território russo, dos quais 86 foram intercetados.



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Ucrânia alega só atacar alvos militares russos




As Forças Armadas ucranianas alegaram hoje que atacam apenas alvos militares russos, depois de Moscovo acusar Kiev de matar 27 pessoas num ataque com drones a um café e hotel no sul ocupado.


Ucrânia alega só atacar alvos militares russos





"As Forças da Defesa da Ucrânia respeitam as normas do direito internacional humanitário e atacam exclusivamente alvos militares inimigos", disse o porta-voz do Estado-Maior das Forças Armadas ucranianas, Dmytro Lykhoviy, em declarações à agência noticiosa FRance-Presse.



Segundo novo balanço hoje divulgado, as autoridades russas registaram 27 mortes, incluindo de duas crianças, na região ucraniana de Kherson, controlada por forças da Federação Russa.




Num comunicado, o Comité de Investigação russo afirmou que um café na aldeia de Khorly, na costa do Mar Negro da Ucrânia, tinha sido atingido por um ataque massivo de drones ucranianos.




A porta-voz da diplomacia russa, Maria Zakharova, acusou a Ucrânia de ter levado a cabo um "ataque terrorista" contra a população civil durante as celebrações do Ano Novo.




A aldeia de Khorly está localizada numa península à beira do ar Negro e ficou sob controlo russo no início da invasão lançada pelo exército russo contra a Ucrânia em fevereiro de 2022.




No outono de 2022, o exército ucraniano recuperou grande parte da região de Kherson aos soldados russos, incluindo a capital regional com o mesmo nome, durante uma contraofensiva.



Desde então, o rio Dnieper marca a linha de frente entre as duas regiões, e ataques mortais com drones ocorrem regularmente entre os dois lados.



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Moscovo acusa Kyiv de ataques com drones contra capital russa




As autoridades russas reivindicaram hoje a interceção de sete aparelhos aéreos não tripulados lançados pelo Exército ucraniano contra Moscovo, sem prestar informações sobre vítimas ou danos materiais.


Moscovo acusa Kyiv de ataques com drones contra capital russa







O presidente da Câmara de Moscovo, Sergei Sobyanin, afirmou que os aparelhos aéreos não tripulados (drones) foram abatidos durante a noite de quinta-feira e a manhã de hoje.



O autarca da capital da Rússia disse que as equipas de emergência estão a trabalhar nos locais onde se encontram os destroços dos drones.




Kyiv não forneceu detalhes sobre os alegados ataques.




O Ministério da Defesa russo indicou que os sistemas de defesa aérea tinham abatido aproximadamente 65 drones ucranianos durante a noite de quinta-feira e as primeiras horas de hoje, incluindo sete sobre a região de Moscovo.




Da mesma forma, as autoridades da Rússia acrescentaram que 20 drones foram destruídos.




Até ao momento não foram divulgados dados concretos sobre sobre eventuais vítimas ou danos materiais nas regiões da Rússia.



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CIA conclui: Ucrânia não tentou atacar Putin. Rússia "deturpou incidente"




Rússia acusou Ucrânia de ter visado a residência de Putin num ataque com drones. Zelensky desmentiu e a CIA veio concluir a conclusão da sua investigação ao sucedido.


CIA conclui: Ucrânia não tentou atacar Putin. Rússia deturpou incidente





A Agência especial norte-americana, CIA, terá informado o presidente dos Estados Unidos da América, Donald Trump, que a Ucrânia não tentou assassinar Vladimir Putin, contrariando as alegações de Moscovo.



Recorde-se que a Rússia alegou que as forças ucranianas tinham visado a residência de Vladimir Putin, no início da semana, com o intuito de matar o presidente russo.



A inteligência dos EUA afirma agora que essas alegações são falsas, afirmando que o Kremlin "deturpou o incidente", noticia o The Independent.




O diretor da CIA, John Ratcliffe, informou Trump sobre a avaliação na quarta-feira, refere a CNN Brasil. Recorde-se que após as alegações Trum tinha-se pronunciado para afirmar que estava "muito zangado" com o alegado ataque da Ucrânia.



A polémica aconteceu numa altura em que a Ucrânia e os EUA se tinham sentado à mesa para acordar novos avanços nas negociações de paz com a Rússia.




Rússia acusa Ucrânia de tentar atacar residência de Putin





O Ministro dos Negócios Estrangeiros Sergey Lavrov, acusou, na segunda-feira, a Ucrânia de tentar atacar a residência do presidente russo, Vladimir Putin.



"Na noite de 28 para 29 de dezembro de 2025, o regime de Kyiv lançou um ataque terrorista e, para isso, utilizou 91 drones de longo alcance contra a residência presidencial russa na região de Novgorod", disse aos jornalistas, citado pela Interfax.




Zelensky nega ataque: "Típicas mentiras russas"





O presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, já desmentiu que Kyiv tenha tentado atacar a residência, localizada na região de Novgorod, começando por escrever numa publicação partilhada na rede social X (antigo Twitter): "A Rússia está agir novamente e a fazer declarações perigosas para minar todas as conquistas de nossos esforços diplomáticos conjuntos com a equipa do presidente Trump. Continuamos a trabalhar juntos para trazer a paz."




"Esta suposta história do 'ataque à residência' é uma completa invenção destinada a justificar ataques adicionais contra a Ucrânia, incluindo Kyiv - assim como a própria recusa da Rússia em tomar as medidas necessárias para pôr fim à guerra.



Típicas mentiras russas", continuou, dando conta de que o país que preside não está a tomar medidas que possam minar a diplomacia: "Pelo contrário, a Rússia toma sempre essas medidas. Esta é uma das muitas diferenças entre nós. É crucial que o mundo não se cale agora. Não podemos permitir que a Rússia prejudique o trabalho para alcançar uma paz duradoura."



Trump "muito zangado"




O presidente dos Estados Unidos, afirmou, na segunda-feira, ter ficado "muito zangado" com o alegado ataque ucraniano à casa do seu homólogo russo Vladimir Putin.




"Não gostei. Não é bom. Ouvi falar disso esta manhã. O presidente Putin contou-me. Ele disse que o atacaram, não é bom", disse Donald Trump, citado pelo The Guardian, quando perguntado sobre o alegado ataque da Ucrânia à residência de Putin.




E acrescentou: "Uma coisa é ser ofensivo porque eles [os russos] são ofensivos. Outra coisa é atacar a casa dele. Não é o momento certo para isso. Fiquei muito zangado".




Recorde-se que na sequência das alegações Moscovo disse que ia "endurecer" a sua posição nas negociações sobre o fim da guerra na Ucrânia.




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Pelo menos 19 feridos num ataque russo ao centro da cidade de Kharkiv




Pelo menos 19 pessoas ficaram feridas num bombardeamento russo no centro da cidade de Kharkiv, no nordeste da Ucrânia, afirmou hoje o governador da região, Oleg Sinegubov.


Pelo menos 19 feridos num ataque russo ao centro da cidade de Kharkiv






Na sua conta do Telegram, Sinegubov precisou que os feridos têm entre 20 e 79 anos, com exceção de um bebé de 06 meses, que não precisou de ser hospitalizado.



O governador indicou que o pior momento do ataque foi a explosão de um projétil contra um edifício residencial no bairro de Kivski, cuja evacuação foi ordenada pelas autoridades.




"Quase todas sofreram ferimentos causados pela explosão e por estilhaços de vidro", acrescentou Sinegubov no Telegram.



Momentos antes o Presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, afirmou também no Telegram que "um terrível ataque russo em Kharkiv" tinha causado várias vítimas, especificando que "dois mísseis foram disparados" contra edifícios residenciais.




Zelensky indicou que os serviços de emergência estão a trabalhar nas tarefas de assistência no local e criticou a Rússia por atacar civis no seu país.




"Infelizmente, é exatamente assim que a Rússia trata a vida e as pessoas, continua a matar, apesar de todos os esforços do mundo, especialmente dos Estados Unidos, no processo diplomático", comentou Zelensky, referindo-se às últimas reuniões realizadas para promover o fim da guerra.




"Só a Rússia não quer que esta guerra acabe e faz tudo todos os dias para a manter", acrescentou o líder ucraniano.



Na quinta-feira, a Rússia acusou a Ucrânia de ter causado a morte de 27 pessoas num ataque a um café e a um hotel numa zona do sul da Ucrânia ocupada pelas tropas russas, afirmando que haveria "consequências", enquanto Kiev afirmou ter atacado uma concentração militar.




As Forças Armadas ucranianas responderam hoje afirmando que atacam apenas alvos militares.



"As Forças da Defesa da Ucrânia respeitam as normas do direito internacional humanitário e atacam exclusivamente alvos militares inimigos", disse o porta-voz do Estado-Maior das Forças Armadas ucranianas, Dmytro Lykhoviy.



As autoridades russas afirmaram que duas crianças estão entre os 27 mortos no ataque na região ucraniana de Kherson.



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Sobe para 30 número de feridos na sequência de um ataque russo a Kharkiv




O número de feridos após um bombardeamento russo no centro da cidade de Kharkiv subiu hoje para 30, segundo o presidente da câmara, Igor Terejov.


Sobe para 30 número de feridos na sequência de um ataque russo a Kharkiv







"Até ao momento, foram confirmados 30 feridos", disse Terejov na sua conta no Telegram, momentos depois de o governador da região, Oleg Sinegubov, ter anunciado que pelo menos 16 dos feridos tiveram de ser hospitalizados.



Num balanço anterior, Sinegubov tinha avançado que tinham sido contabilizados pelo menos 19 feridos, entre eles uma criança de 06 meses.



Por seu lado, o Presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, condenou o ataque russo e salientou que pelo menos dois mísseis atingiram "uma zona residencial".



"Um dos edifícios sofreu graves danos. Está a ser realizada uma operação de resgate, com todos os serviços necessários no local", acrescentou.



"Infelizmente, é assim que a Rússia trata a vida e as pessoas: continuam a matar, apesar de todos os esforços dos países do mundo, e especialmente dos Estados Unidos, no processo diplomático. Só a Rússia não quer que esta guerra termine e, todos os dias, faz tudo o que está ao seu alcance para que ela continue", afirmou.



Na mesma linha, o ministro dos Negócios Estrangeiros ucraniano, Andriy Sybiga, descreveu o ataque como "bárbaro" e alertou que "pode haver muitas vítimas civis".



"Ao contrário dos fictícios ataques contra as residências de [o Presidente russo, Vladimir] Putin, este ataque foi muito real e é um crime de guerra", salientou.



O chefe da diplomacia disse que Kiev espera "respostas internacionais contundentes, também por parte daqueles que reagiram recentemente às falsificações russas sobre os palácios de Putin", insistindo na rejeição às acusações de Moscovo sobre um suposto ataque contra uma residência do Presidente russo em Novgorod.



"Tem de haver força e unidade para reagir a este terrorismo contra o nosso povo", sublinhou Sybiga na sua conta no X.


"Não deve haver trégua na crescente pressão sobre Moscovo e no apoio à Ucrânia", acrescentou, sem que a Rússia se tenha pronunciado até ao momento sobre este último ataque contra Kharkiv.



O ataque surge um dia após Moscovo ter acusado Kiev de ter provocado a morte de 27 pessoas num ataque a Kherson.



As Forças Armadas ucranianas responderam hoje afirmando que atacam apenas alvos militares.



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Russos negam autoria de explosões em Kharkiv que causaram 30 feridos




O governo russo garantiu que não bombardeou hoje a cidade ucraniana de Kharkiv, depois de várias explosões terem causado cerca de 30 feridos, atribuindo estas à detonação de munições ucranianas armazenadas num edifício.


Russos negam autoria de explosões em Kharkiv que causaram 30 feridos







O Ministério da Defesa russo asegurou que "as Forças Armadas russas não planearam nem realizaram ataques com mísseis nem ataques aéreos nos limites da cidade de Kharkiv", alegando que as acusações de Kyiv "procuram distrair a comunidade internacional do brutal ataque terrorista" perpetrado na véspera em Kherson, que causou cerca de trinta mortos.



O Ministério indicou que as imagens de testemunhas oculares publicadas por meios ucranianos "mostram uma densa fumarada de origem desconhecida" num centro comercial "vários segundos antes da explosão, o que indica que a munição das Forças Armadas da Ucrânia armazenada provavelmente detonou dentro do centro comercial".



O comunicado de Moscovo, publicado na rede social Telegram, foi divulgado após o presidente ucraniano, Volodimir Zelenski, condenar o "atroz" ataque russo, afirmando que "lamentavelmente, é assim que a Rússia trata a vida e as pessoas: a matar, apesar de todos os esforços dos países de todo o mundo, especialmente dos EUA, no processo diplomático".



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Brasileiro ruma a Moscovo para ser motorista... e acaba soldado na guerra




Marcelo Pereira, um brasileiro de 29 anos, recebeu uma proposta de trabalho como motorista em Moscovo. No entanto, ao chegar à Rússia, descobriu que, na verdade, ele tinha sido recrutado como atirador na frente da guerra com a Ucrânia.


Brasileiro ruma a Moscovo para ser motorista... e acaba soldado na guerra







Foi em novembro que o engodo teve início. Marcelo Pereira, um brasileiro de 29 anos, que morava em Boa Vista, Roraima, no Norte do Brasil recebeu uma proposta de trabalho de um amigo para ser motorista na Rússia.



As condições - e o salário - eram melhores do que as que tinha no seu emprego no Brasil e, por isso, Marcelo depressa tomou a decisão de se despedir e rumar a Moscovo.




"A gente tinha planos de ter nossa casa e nosso carro", contou a parceira de Marcelo, Gisele, ao g1. Em breve, aliás, planeavam também formalizar o seu casamento.




A mãe de Marcelo, Alessandra, revelou que o casal passava por dificuldades financeiras, com o jovem a ter várias dívidas que lhe chegavam a penhorar o salário. "Ele estava muito perturbado aqui", confessou.




Ao aceitar a proposta, Marcelo obteve o apoio de uma empresa, que nas redes sociais se apresenta como assessoria do exército de Moscovo focada, em particular, na entrada de novos recrutas nas forças armadas russas. Com o seu apoio, Marcelo obteve rapidamente o passaporte e foi-lhe comprado o bilhete de avião.




"Foi tudo muito rápido com essa viagem", afirmou Giselle.



A passagem chegou às mãos do jovem no dia 28 de novembro, com data marcada para dois dias depois, no dia 30, mas foi só a 3 de dezembro que Marcelo chegou a Moscovo. Quase uma semana depois, a 9 de dezembro, contou a Giselle que assinou o contrato com o Ministério da Defesa da Rússia - contrato esse que estava em russo.




"Ele não fala outra língua. Só fala português", revelou Giselle.




As letras cirílicas, indecifráveis aos olhos de Marcelo, não estipulavam o início de um contrato com o ministério como motorista, mas sim como atirador na frente da guerra, munido com um fuzil AK-74.




Ao se aperceber do engano, Marcelo dirigiu-se ao consulado do Brasil na Rússia para tentar retificar a situação e regressar a casa. Contudo, lá ter-lhe-ão dito que "esses casos acontecem" e que ele "não é o primeiro".




Giselle tem conseguido falar esporadicamente com Marcelo, especialmente através do Telegram, onde vai recebendo algumas novidades suas - mas demoram a chegar e são sempre poucas.



"Não estou conseguindo entrar em acordo com o pessoal, pois eles não me entendem e nem eu entendo eles", disse Marcelo numa dessas mensagens. "Já pedi para o subcomandante me tirar daqui e expliquei que vim por uma falsa promessa de emprego civil. Mas eles não me estão dando ouvidos", continuou.




No Brasil, a família de Marcelo também já alertou as autoridades competentes, nomeadamente o Ministério dos Negócios Estrangeiros, que está a acompanhar o caso, mas ainda sem avanços no processo.




"Tu na luta aí, eu na luta aqui, para nada acontecer. Espero em Deus que o mais rápido possível me tire daqui", pode ler-se numa das mensagens do jovem.




A família acredita que Marcelo esteja em Luhansk - que fica na Ucrânia, mas que está atualmente a ser ocupado pela Rússia - e que seja lá que esteja a receber treino militar.




Em novembro (precisamente no mês em que Marcelo embarcou para a Rússia) a embaixada do Brasil em Moscovo publicou um alerta contra o alistamento voluntário de brasileiros em forças armadas estrangeiras. O aviso surgiu depois de um aumento no número de brasileiros mortos em combate ou que tiveram dificuldade em quebrar contratos com exércitos estrangeiros.



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